topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Nov   December 2016   Jan
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
Julianna Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

A lista de Schindler brasileira Imprimir E-mail
Escrito por Da Redação   
Terça, 19 de Junho de 2012
Recomendar

 

“A lista de Schindler” é um filme comovente, acerca de um alemão que salvou a vida de centenas de judeus, empregando-os em suas fábricas de armamento destinado aos exércitos de Hitler.

 

Pois bem, há uma brasileira que fez o mesmo que Schindler e em circunstâncias bem mais difíceis e perigosas do que ele, posto que, enquanto Schindler atuava às claras, protegido pelos altos militares a quem subornava, a brasileira realizava atividade ilegal, suscetível de severa punição caso fosse descoberta.

 

Esta brava compatriota, nascida no Paraná, veio a falecer em 2011. Chamava-se Aracy Moebius Guimarães Rosa e era mulher do famoso autor do “Grande Sertão, Veredas”. A ela, Guimarães dedicou essa obra prima.

 

Nos anos trinta do século passado, Guimarães ocupava o cargo de cônsul no Consulado Brasileiro de Hamburgo. Em razão disso, Dona Aracy, sua mulher, tinha acesso ao local. Com a cumplicidade do cônsul, seu marido, ela fornecia passaportes falsos a judeus, o que lhes permitia passar incólumes pela fiscalização dos nazistas na hora em que embarcavam nos navios que os conduziriam ao exterior.

 

Essa extraordinária pessoa, chamada pelos judeus de “O anjo de Hamburgo”, é a única brasileira que recebeu a honra de figurar, junto com apenas outras dezoito pessoas, no Museu do Holocausto em Jerusalém. No entanto, essa excepcional figura não obteve, até hoje, uma única homenagem pública em sua terra natal.

 

De se lembrar ainda que, de volta ao Brasil, escondeu em sua casa, durante o pior período da repressão dos militares contra opositores do regime, Geraldo Vandré e Franklin de Oliveira.

 

Felizmente a omissão poderá ser, em breve, corrigida: o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) solicitará das autoridades do Ministério da Educação a colocação do nome de Da. Aracy em uma das Escolas Técnicas do país. Além disso, solicitará da Petrobrás, BNDES, ou outra autarquia do governo federal, verba para realizar um filme sobre a vida e a empreitada salvadora de Da. Aracy na Alemanha.

Recomendar
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

Índios Munduruku: Tecendo a Resistência

Imagem

Documentário sobre as resistências indígenas às hidrelétricas do Tapajós
Leia mais...

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates