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Os antecedentes de Capriles Radonski e o esforço para esquivar-se deles Imprimir E-mail
Escrito por Carlos Lanz Rodríguez   
Sexta, 02 de Março de 2012
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No calor da campanha eleitoral venezuelana, que já começou seguindo as estratégias que emanam do império, Capriles Radonski tratará de executar as seguintes manobras para mascarar-se:

 

1) Desvencilhar-se da vinculação que sempre teve com o sionismo internacional e seus grupos reacionários em Nova York, adiantando-se às denúncias sob o pretexto do anti-semitismo, tal como o assumiram recentemente as entidades que o apóiam nos Estados Unidos. Por isso, Radonski tentará ocultar seus vínculos com as corporações transnacionais, atenuar suas relações com o Departamento de Estado ou distanciar-se do sionismo venezuelano, que participou ativamente no golpe de 11 de abril, dentre os quais estavam: Ivan Simonovich, Isaac Peres Recao e Pinchas Brenner;

 

2) Tratar de esconder sua antiga militância na seção venezuelana da seita de origem brasileiro-espanhola Tradição, Família e Propriedade (TFP);

 

3) Negar sua responsabilidade na participação ativa no golpe de 11 de abril, no qual seu papel foi liderar o grupelho que tentou invadir a embaixada de Cuba em Caracas, como está registrado em vídeo;

 

4) Disfarçar-se de progressista, dissimulando seus compromissos com o grande capital, nacional e transnacional;

 

5) Articular-se com todos os meios de comunicação massivos da Venezuela e seus parceiros em toda a América Latina. Ou seja, transformarão a eleição da Venezuela em uma disputa político-ideológica em todo o continente. Será uma grande mobilização continental da direita para frear o projeto bolivariano, e assim frear as mudanças sócio-econômicas no continente dos últimos dez anos. Para tanto, a mídia burguesa desempenhará um papel importantíssimo em cada um desses países;

 

6) Assumir, de forma oportunista, apoio a algumas políticas sociais do governo bolivariano que gozam de aceitação da população, começando pela própria Constituição da República Bolivariana da Venezuela, que agora quer mostrá-la como sua. Com isso tentam atrair para o seu campo alguns setores indecisos;

 

7) Apresentar-se como o personagem que quer um governo para todos, sem conflito, copiando a estratégia gringa levada a cabo na Nicarágua em 1990, quando derrotaram os sandinistas com a consigna “chega de guerra, queremos paz”, iludindo a população mais pobre cansada da guerra;

 

8) Identificar-se com Lula, como um conciliador, aquele que quer fazer as coisas para o povo, mas sem conflito, sem luta de classes como no governo Chávez.

 

Carlos Lanz Rodríguez é assessor do Ministério da Educação da Venezuela; militante de movimentos sociais e operários, é autor de livros e artigos sobre controle e autogestão operária, inteligência, meios de comunicação e também foi membro da guerrilha FALN nos anos 70.

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Última atualização em Sexta, 02 de Março de 2012
 

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