topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Aug   September 2016   Oct
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
252627282930 
Julianna Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

AumentarDiminuirVoltar ao original
O príncipe virou um sapo Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Sexta, 23 de Dezembro de 2011
Recomendar

 

Em 1984, houve a emancipação de um distrito chamado Icapuí, que pertencia ao município de Aracati. Logo após a emancipação, deram-se as eleições, graças ao empenho da população, sob a liderança do então vereador José Ayrton. Esperava-se que no Ceará se efetivariam todas as esperanças de uma administração do tipo “modo PT de governar”.

 

Ora, a maioria dos eleitores de Icapuí, do Brasil e quiçá do mundo não tem a menor noção da diferença existente entre governo e poder. Imaginam que governar é um ato de querer, quando o certo é ter claro que governar é cometer atos subalternos ao poder, e o poder não é colocado nas disputas eleitorais.

 

Não se elegem as carreiras de Estado, dizendo melhor, não se elegem as forças armadas, policiais, o aparelho judiciário, a máquina administrativa, e são essas instituições que detêm o poder. Quando o governo quer extrapolar o seu mandato, o poder o depõe, e a história está cheia desses exemplos.

 

Pouco valem as intenções dos que aceitam a balela do “modo PT de governar”. A verdade é que a administração da cidade de Icapuí, assim como a de Fortaleza e, posteriormente, de São Paulo, seguindo-se uma lista de prefeituras petistas, deixaram claro que governar não é um ato de querer; seria, sim, um ato de poder.

 

Esses chamados atos de querer podem ser dotados de boa fé, mesmo assim o que mais se vê é que o “modo petista de governar” municípios, estados e a própria Federação tem exposto os mais explosivos episódios de corrupção.

 

Vê-se quão esperta é a burguesia. Através de uma seqüência de mentiras, consegue manobrar a sociedade de forma a lhe permitir conquistar grandes lucros à custa da exploração da classe trabalhadora.

 

Vale refletir, entretanto, que a burguesia mente por dever de ofício. Sem a mentira, não se sustentaria de pé. Triste é ver o papel do PT, PSB, PCdoB, acalentando tais mentiras, contribuindo para a sustentação de um capitalismo exaurido. E foi assim que o príncipe Icapuí, de velhas datas, transformou-se em um pútrido sapo.

 

Gilvan Rocha é militante socialista e membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos.

Blog: www.gilvanrocha.blogspot.com

Recomendar
Última atualização em Qui, 22 de Dezembro de 2011
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates