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Grande palhaçada Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Terça, 13 de Dezembro de 2011
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Uma pessoa no topo de uma montanha, a refletir sobre o mundo, haveria de constatar que esse mundo é repleto de tragédias, dramas, momentos de alegria e de amargura. É claro que tudo isso não é movido por forças ocultas e caprichosas que se dão ao trabalho de desenhar os nossos destinos, sejam eles dos ricos, repleto de alegria, ou da massa de desvalidos, predestinados a amargarem uma vida de dissabor, habitando favelas, vivendo nos charcos ou até esmolando.

 

Os absurdos são tantos que os desencontros são infinitos, e a vida se apresenta como uma sucessão de fatos embaralhados. A história da humanidade tem as suas leis e ela caminha em sua obediência, quase sagrada. Mas o que nos chama a atenção é o fato de que nossas vidas são conduzidas por conceitos, pré-conceitos, lendas, fantasias, mentiras... Uma das grandes mentiras, que é espalhada mundo afora, chega a ter o odor repelente da palhaçada. E elas não são poucas também, apenas pouco a percebemos.

 

Dentre esse conjunto de palhaçadas, que formam as nossas crenças, os nossos saberes, os nossos valores, existem aqueles que se revestem de uma roupagem popular e existem aqueles que se revestem da purpurina da erudição. Mas, ambas, mentirosas, ambas palhaçadas. Tipo: “o petróleo é nosso”, “a Amazônia é nossa”, “as terras são nossas”, “as minas são nossas” e até “os bancos são nossos”...

 

Com a derrota da Revolução Russa, os princípios foram substituídos pelos dogmas, e assim estabeleceu-se: nação opressora x nação oprimida. O velho Manifesto Comunista, esteio dos princípios do socialismo revolucionário, foi jogado na cesta do lixo, e a velha frase “a tarefa de libertação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores” foi substituída pelo dogma de partidos libertadores, uma fraude, uma grande palhaçada.

 

Cabe-nos tentar demover todo esse entulho que o stalinismo nos legou nesses últimos noventa anos de existência. É uma tarefa da maior urgência histórica possível e dela não podemos renunciar sob pena do suicídio social.

 

Gilvan Rocha é militante socialista e membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos.

Blog: www.gilvanrocha.blogspot.com

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Última atualização em Terça, 13 de Dezembro de 2011
 

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