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Futebol e capitalismo: Galo e Cruzeiro, a que ponto chegamos Imprimir E-mail
Escrito por Reinaldo Leal   
Sexta, 09 de Dezembro de 2011
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Não é novidade que o futebol, não só no Brasil, mas em todo o mundo, está afogado em casos de corrupção. Entretanto, como torcedor do Clube Atlético Mineiro, saltou-me aos olhos o histórico jogo ocorrido neste domingo, dia 4 de dezembro de 2011, entre o Atlético Mineiro e o Cruzeiro.

 

O futebol mineiro tem história de glórias e vexames. O Galo, fundado em 25 de março de 1908, que foi um dos maiores clubes brasileiros até meados da década de 1980, foi perdendo dali em diante esse status, enquanto o Cruzeiro, que vinha em ascensão desde a década de 1960, passou a ter maior estatura diante do arqui-rival. Associa-se esta decadência a vários fatores, entre eles a incompetência administrativa dos negócios do clube daquele período em diante. O clube passou a acumular dívidas de distintas modalidades e hoje soma uma das maiores dívidas do futebol brasileiro. Uma interessante entrevista do conselheiro Manfredo Palhares, em 2007, ao excelente jornalista Juca Kfouri, não deixa dúvidas do quão decadente estão os bastidores do clube.

 

Pois bem. Eis que o que já estava indo mal fica pior. Alexandre Kalil, filho do histórico e respeitável dirigente já falecido Elias Kalil, presidente atleticano entre 1980 e 1985 e responsável pelo último time alvinegro que se fez digno de orgulho da massa atleticana nos campos nacionais e internacionais, é eleito em 2008.

 

De 2008 para cá, o Atlético Mineiro apenas aprofundou sua condição de time decadente. Em menos de três anos, o presidente atleticano realizou a contratação de cerca de 72 jogadores (!!!), técnicos de ponta como Vanderlei Luxemburgo e Dorival Jr. e... fracassos em campo. Afora 2009, quando o time ficou durante quase todo o campeonato entre os primeiros colocados e chegou a liderar por algumas rodadas, mas ainda assim conseguiu apenas terminar a competição fora da zona de classificação para a Libertadores.

 

O segredo da administração de Alexandre Kalil, em um clube com dívidas que se especula que podem passar de R$ 400 milhões de reais, não guarda muito mistério e é aqui que os bastidores supostamente obscuros começam.

 

Ricardo Guimarães, BMG, mensalão e... segunda divisão

 

O Atlético tem patrocínio desde janeiro de 2010 com o Banco BMG, propriedade do Grupo BMG, que é controlado por Ricardo Guimarães, ex-presidente do Galo entre 2000 e 2006. Ricardo Guimarães esteve envolvido no chamado Escândalo do Mensalão e inclusive prestou depoimentos durante as Comissões Parlamentares de Inquérito da época. É também o principal credor do clube, que lhe deve cerca de R$ 95 milhões.

 

Durante a gestão de Ricardo Guimarães, o Atlético caiu para a segunda divisão em 2005, mesmo ano em ele que chegou à presidência do BMG. “Quando o time caiu, a torcida foi para a porta do meu prédio exigindo que eu saísse. Recebi ameaças e telefonemas anônimos. Fizeram passeatas no centro e o meu enterro simbólico. São coisas desagradáveis”, disse Ricardo Guimarães à revista Época Negócios (a reportagem pode ser lida aqui, para não assinantes). O mineiro Ricardo Annes Guimarães, de 50 anos, diz ser um atleticano fanático enquanto sustenta que “o banco não torce, não tem clube, faz negócio e quer visibilidade”.

 

Ainda no mesmo ano de 2005, “o escândalo do mensalão acabaria por envolver o banco, que havia feito um empréstimo de R$ 10 milhões para Cristiano Paz e Marcos Valério, sócios da agência de propaganda SMP&B. 'Eu mesmo, pessoalmente, validei o empréstimo, que era absolutamente normal e tinha todas as garantias. Mandei emprestar o dinheiro e o que mais quisessem', afirma Flávio Guimarães (pai do Ricardo). Os sócios do BMG não estão entre os 38 réus que serão julgados pelo STF. O BMG, no entanto, continua sendo chamado de 'o banco do Mensalão'”.

 

Além de ser o maior patrocinador dos dois maiores clubes de Minas Gerais, o Atlético Mineiro e o Cruzeiro, o banco BMG, especializado em empréstimos consignados, é hoje o maior anunciante/patrocinador dos clubes de futebol do Brasil. Camisas de times como Flamengo, Palmeiras, Vasco, São Paulo e Santos são vitrines da marca do BMG no futebol nacional e internacional. Como apurou uma reportagem do iG sobre o banco BMG, “em pelo menos outras cinco equipes da primeira divisão o banco não tem contrato de patrocínio, mas também tem 'fatias' de alguns atletas. São os casos de Avaí, Botafogo, Corinthians e Fluminense”. São 39 clubes com a estampa do banco BMG e suas letras laranjas.

 

“A exposição de seu logotipo financia, ainda, três equipes da Superliga masculina de vôlei e duas da feminina; três times de basquete, entre eles o Flamengo; a ginasta Jade Barbosa; o lutador Vitor Belfort e até o apresentador Otávio Mesquita, convertido em piloto da Copa Mercedes... O investimento na chancela esportiva chega a R$ 60 milhões anuais, mais de 90% de tudo que o banco destina ao marketing”.

 

Ainda segundo a reportagem, “uma série de pesquisas da consultoria independente Sport+Markt, que monitora estratégias de investimento no marketing esportivo em todo o mundo, dá conta da eficiência do modelo de patrocínio pulverizado adotado pelo BMG. Em julho de 2009, o banco aparecia em 92° lugar num ranking de marcas associadas espontaneamente ao futebol brasileiro. Em março deste ano, chegou à 4° posição, superando tradicionais investidores do esporte como Adidas, Brahma, Skol, Coca-Cola, Fiat e Batavo (as três primeiras colocadas na pesquisa foram Itaú, Nike e Bradesco)”.

 

Para se ter idéia, “na convocação de Mano para os jogos com a Argentina, em setembro, havia pelo menos cinco jogadores ligados ao banco, não propriamente ao de reservas: Réver (Atlético-MG), Dedé (Vasco), Danilo (Santos), Paulinho e Ralf (Corinthians). No lado adversário, Montillo (Cruzeiro). Atletas como Herrera (Botafogo), Willian e Leandro Castán (Corinthians) também são do BMG”.

 

Tendo as informações acima em mente, lembremos: um mesmo banco patrocina os três maiores clubes mineiros (Atlético, Cruzeiro e América) e é proprietário do passe de vários jogadores importantes dos elencos destes clubes.

 

Cruzeiro 6 x 1 Atlético Mineiro: méritos ou negócios?

 

Durante o Campeonato Brasileiro de 2011, o Atlético Mineiro sustentou uma campanha irregular, tendo ficado na maioria do campeonato na zona de rebaixamento para a Série B, enquanto o Cruzeiro teve um bom primeiro turno e um catastrófico segundo turno com apenas duas vitórias, até o dia do clássico mineiro. Eis que na penúltima rodada, diante do Botafogo, o Galo, que vinha de uma ótima seqüência no returno do campeonato, se livrou do rebaixamento goleando um time que não vencia desde 2008 por 4 a 0, em Sete Lagoas, enquanto o Cruzeiro empatava com o seu concorrente direto na luta contra o rebaixamento, o Atlético Paranaense, que foi rebaixado em função da derrota do time alvinegro mineiro, que deu três pontos e seis gols ao Cruzeiro.

 

Após a euforia da vitória e o fim do tabu sobre o Botafogo, que livrou matematicamente o time da possibilidade de rebaixamento, a torcida, aliviada, voltava suas preocupações para o próximo e último jogo, que seria diante do seu maior arquirrival, em Sete Lagoas, com torcida única cruzeirense (acordo em vigor em função da não garantia de segurança por parte da Polícia Militar de Minas Gerais e das obras para a Copa nos estádios Mineirão e Independência). Já o time, que chegou a fazer uma rodinha no meio campo após o jogo com o adversário carioca, pareceu ter relaxado bastante, como defendeu Kalil em entrevista coletiva à imprensa na segunda-feira (5).

 

As suspeitas nos bastidores

 

Eis que, na sexta-feira, dia 2 de dezembro, dois dias antes do clássico derradeiro, a jornalista esportiva Ludymilla Sá, que trabalha no jornal Estado de Minas, em seu blog De Salto Alto, publicou uma postagem chamada “Respeito é bom e a massa gosta!”, que terminava seu texto dizendo: “O último dos absurdos ventilado aos quatro cantos da capital mineira é que o BMG vai trocar uma derrota alvinegra para salvar o Cruzeiro do rebaixamento em troca do anúncio de Diego Tardelli nesta segunda-feira. Seria inadmissível e imperdoável, um verdadeiro desrespeito aos atleticanos, que só fizeram sofrer nos últimos anos com o fantasma da Segunda Divisão. Uma humilhação! A massa, que jamais abandonou o time, não merece uma afronta dessas. Por isso não acredito que o Galo, diante do maior rival, vai colocar em risco essa relação de tanta cumplicidade”.

 

Em seguida, o portal Dom Total, da faculdade belo-horizontina Dom Helder Câmara, publicava uma matéria chamada “Possibilidade de entrega causa revolta à torcida do Galo”, que repercutiu as informações publicadas pela jornalista Ludymilla Sá seguida da resposta do presidente atleticano Alexandre Kalil em seu Twitter, na mesma sexta-feira, que disse: “Entregar o jogo para o Cruzeiro?! Tem gente achando que eu sou algum vagabundo?”.

 

A postagem de Ludymilla em seu blog, a matéria do portal Dom Total e a declaração de Kalil se deram na mesma sexta-feira, durante a tarde e a noite. Bastidores agitados?

 

As suspeitas não pararam por aí

 

O Atlético Mineiro vinha de uma ótima campanha no returno, contando com o melhor rendimento defensivo dentre os vinte clubes, enquanto o Cruzeiro só havia obtido duas vitórias e tinha o pior ataque do returno.

 

A tendência e a expectativa óbvia seriam as apostas no time de melhor campanha recente, correto? Não. Por toda a sexta-feira, nas apostas do chamado “bicho”, feitas no Centro de Belo Horizonte, para ver quem ganharia o clássico, só dava Cruzeiro, como circularam rumores de alguns atleticanos em redes sociais.

 

Correu ainda um boato na comunidade da torcida organizada Galoucura (que, sabe-se, apóia Kalil e é apoiada por este) na rede social Orkut, ainda no dia 2 de dezembro, de que teria havido uma suposta reunião na quinta-feira entre o presidente atleticano, Alexandre Kalil, o presidente cruzeirense e senador pelo PSDB-MG, Zezé Perrella, e o presidente do Banco BMG, Ricardo Guimarães, onde se tirou um acordo de que o Atlético Mineiro iria entregar o resultado do jogo para a equipe celeste. Em troca, o presidente do Banco BMG teria garantido a contratação do atacante que foi ídolo da massa alvinegra e que havia sido vendido para o futebol russo, Diego Tardelli, cujo passe, especula-se, está na casa dos 8 milhões de euros. Houve rumores não confirmados de que a reunião teria sido em uma churrascaria da zona sul da capital mineira, na quinta-feira (1).

 

Além disso, Flavinho Guimarães, filho de Ricardo Guimarães, teria dito a amigos como Felipe Kallas que os zagueiros Réver e Leonardo Silva, responsáveis pela melhor defesa do returno do campeonato, haviam sido comprados, corrompidos, mas que não se sabe se por Perrella ou BMG (ou ambos!).

 

 

Ainda segundo um relato anônimo publicado na Internet, no sábado, 3 de dezembro, teria ocorrido uma reunião entre Alexandre Kalil, o treinador Cuca e mais quatro jogadores em um hotel de Belo Horizonte, para que estes repassassem aos demais jogadores que iriam a campo no dia seguinte o informe de que o jogo fosse “aliviado”. É óbvio que os jogadores mais identificados com a torcida e o clube não iriam querer entregar e, ainda segundo o relato, o placar elástico teria sido um recado de descontentamento dos jogadores atleticanos à diretoria. Boatos recentes dão conta ainda de que ocorreram vinte demissões no Banco BMG em Belo Horizonte sem justificativas, o que torna esta história ainda mais estranha e suspeita.

 

Apesar de serem verossímeis esses relatos e boatos, não há provas concretas que nos permita afirmar que este jogo foi de fato manipulado e digno de punições cabíveis aos clubes, e o mesmo ocorre com a imensa maioria de jogos de futebol suspeitos, com raras exceções. Mas, agora, cabe, no mínimo, à imprensa esportiva e até política e, principalmente, ao Ministério Público, apurar cada uma dessas suspeitas e investigar, enquanto cabe à torcida se organizar diante do que se tornou o Atlético Mineiro nas últimas décadas.

 

 

O que há de mais suspeito que um banco financiando os dois rivais?

 

Mesmo entre suspeitas e boatos, nada pode ser mais suspeito que um mesmo banco financiando os dois maiores clubes de Minas Gerais. A história é repleta de exemplos de como o dinheiro, o poder econômico, influencia e corrompe, seja na política, seja no futebol.

 

No caso mineiro, o que estava realmente em jogo era a desvalorização da marca Cruzeiro, utilizada pelo Banco BMG como vitrine para valorização de seus jogadores para efetivação de vendas dos passes ou de participações nas porcentagens destes. Não interessa para o Banco BMG, nem para  Ricardo Eletro, Brahma e o governo de Minas Gerais, o rebaixamento da equipe com maior visibilidade internacional de Minas Gerais.

 

Vale lembrar que, como pode ser visto neste vídeo, as diretorias do Atlético e do Cruzeiro são alinhadas ao PSDB de Minas Gerais, liderado pelo senador Aécio Neves, que articulou Zezé Perrella como vice do falecido Itamar Franco para o Senado, junto ao governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, também fabricado por Aécio. O estádio Mineirão está em reforma para a Copa do Mundo de 2014 e será entregue somente no ano da Copa, enquanto o estádio Independência será entregue no início de 2012. É um caso de lógica bem simples: basta imaginar o que ocorreria se o presidente Alexandre Kalil peitasse as forças políticas e econômicas em uma reunião com tais figuras, ou parte delas, como Ricardo Guimarães/BMG.

 

 

Sob o capitalismo, times e jogadores de futebol são meras mercadorias

Estamos falando de times que marcaram por mais de cem anos a história do futebol nacional e internacional, nas mais diversas épocas, que tiveram jogadores e times campeões e reconhecidos.

O Banco BMG, na prática, utiliza principalmente, por fatores que envolvem troca de favores, influências e facilitações, os times mineiros como vitrines para expor o futebol de seus jogadores. Após valorizá-los suficientemente, o banco os vende e paga parte do valor ao clube por emprestar sua marca e futebol para tal operação. “O BMG é um dos investidores no clube, talvez o maior, por ter mais proximidade, por ser uma empresa de Minas Gerais”, disse o diretor de futebol, Eduardo Maluf, em entrevista ao iG. E assim, um time de futebol passa a ser uma mercadoria que oferece o serviço de amostra de mercadorias de um banco. Neste caso, as mercadorias a serem exibidas na vitrine são jogadores.

A frase de Maluf sobre a venda de parte dos direitos econômicos dos atletas não nos deixa enganar: “Eu vejo como uma facilidade. Antes você tinha que vender e perder o jogador para capitalizar. Perdia ele. Hoje você consegue lucrar e ele continua jogando no time. Ao menos por um tempo”, afirma.

 

A reportagem da revista Época deixa límpido como opera o banco: “Em meados do ano passado, os sócios do BMG criaram o fundo de investimento Soccer BR1, para operar a compra e venda de jogadores. O BMG é cotista único do fundo, no qual investiu até agora perto de R$ 50 milhões. Não é dono sozinho do direito econômico de nenhum dos 60 jogadores que possui – seu modelo de negócios privilegia as participações, nunca superiores a 50%. Dessa forma, garante o interesse de outros sócios na venda do atleta, incluindo prioritariamente o clube onde ele atua. 'Não adianta investir 100%, porque na hora de vender o cartola diz Poxa, vou criar um desgaste com a torcida e não vou levar nada? Aí, faz de tudo para barrar a negociação', afirma Ricardo Guimarães”. Só neste ano o BMG vendeu os jogadores Gil e Henrique, que atuaram pelo Cruzeiro.

 

Está tudo aí, mastigado, para que o Ministério Público e a imprensa que ainda preza pelo jornalismo e pelo esporte busquem a verdade, custe o que custar. Diante de tanto dinheiro e poder político em jogo, torna-se difícil acreditar que jogos escandalosos como o último clássico mineiro não tenham sido fruto de manipulações de resultados. O presidente do Atlético, claro, nega e considera “idiotice” a suspeita. Basta rever o escandaloso jogo novamente em vídeo. Inclusive, já há petições para que o Ministério Público investigue. O Atlético Paranaense é o maior interessado nessa investigação hoje, pois, não fosse o resultado duvidoso, o Cruzeiro estaria rebaixado.

 

O esporte não deveria se tornar uma extensão de negociatas de políticos e banqueiros. Os apaixonados pelo esporte e pela justiça não podem aceitar esta realidade como algo natural. Este futebol dos cartolas, políticos e banqueiros precisa passar a ser do povo e para o povo. Do contrário, irá se tornar um mero jogo de apostas desapaixonado, em uma palavra, anti-esportivo, como foi o caso deste vergonhoso clássico mineiro do dia 4 de dezembro de 2011. Atleticanas e atleticanos, americanas e americanos e cruzeirenses, mãos à obra!

 

 

Reinaldo Leal é o pseudônimo de um jornalista.

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Última atualização em Sábado, 10 de Dezembro de 2011
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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