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Heloisa Helena Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Sábado, 24 de Setembro de 2011
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A história não é dotada de nenhuma moral. Ora é generosa com uns, cruel com outros, justa com uns poucos e indiferente com muitos. Quando maduros, os fatos históricos não deixam de acontecer por falta de alguém que assuma a condição de operador histórico, seja ele uma pessoa íntegra ou um canalha, um bravo ou um covarde, um santo ou um degenerado. Aos seus olhos, isto não tem a menor importância. A história não pára em sua tenaz caminhada. Existem horas reservadas aos bravos, independente de suas causas, e há horas reservadas aos répteis e aos perversos, como soe acontecer nas sanguinárias ditaduras longevas que estão presentes na nossa crônica histórica de ontem e de hoje.

 

Feito esse preâmbulo, ou melhor, essas considerações, queremos lembrar que em determinado momento de nossa história mais recente, quando o Partido dos Trabalhadores se dispôs a ser fiel a sua maldita obra de capitulação e degeneração moral, com o vergonhoso episódio da aprovação da chamada Reforma da Previdência, em 2003, criaram-se as condições para que pudessem emergir algumas figuras capazes de traduzir um sentimento de desaprovação diante de tão triste fato, tornando-se alvo da atitude arbitrária do Diretório Nacional petista, que expulsou esses bravos dissidentes.

 

Foi nesse cenário político que a então senadora Heloísa Helena, junto a outros parlamentares petistas de boa cepa, puseram-se de pé e assumiram, destemidamente, o caminho da ruptura com o velho PT desfigurado, ou melhor, prostituído.

 

O que fez Heloisa Helena assumir essa missão histórica? Católica fundamentalista, a senadora mostrava-se possuidora de uma grande dose de raivosidade e um amplo vocabulário cheio de adjetivos e ofensas que sabia matraqueá-los, em seqüências quase intermináveis, para denunciar a carência moral tão explícita naquele momento e, sobretudo, naquele surpreendente episódio.

 

Deu-se uma dissidência parlamentar por ocasião da citada votação sobre a Previdência. Dessa dissidência nasceu o Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, sob sua presidência. Com o andar da carruagem, entretanto, os fatos vieram mostrar que o fundamentalismo e os traços udenistas da então senadora não seriam qualidades suficientes para empalmar as tarefas que a história exigia e exige. Ela, hoje, prepara-se para deixar o PSOL e se irmanar com Marina Silva na construção de um novo partido, este sim, pretenso instrumento moralizador do capitalismo. Não haverá, porém, ela de se desfiliar do PSOL no momento, pois necessita da legenda para tentar se reeleger vereadora de Maceió.

 

Gilvan Rocha é diretor do CAEP- Centro de Atividades e Estudos Políticos.
Blog do autor: www.gilvanrocha.blogspot.com/

 

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Última atualização em Segunda, 26 de Setembro de 2011
 

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