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Depois do fim do mundo Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Quarta, 08 de Junho de 2011
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Em sentido figurado, podemos afirmar que o fim do marxismo foi anunciado tantas vezes quantas vezes foi o fim do mundo pelos apocalípticos. O primeiro anúncio do fim do marxismo partiu de certo senhor de nome Eugênio Duhring. A Engels foi dada a tarefa de responder a esse senhor, e daí nasceu um dos maiores clássicos da literatura socialista, sob o título de Anti-Duhring, e Duhring desapareceu de cena.

 

Outro momento de comoção foi o advento do imperialismo como decorrência do desenvolvimento do capitalismo, que trouxe algumas mudanças de natureza quantitativa. Sociedades de capital aberto, diminuição da fome na Europa Ocidental e o crescimento da atividade parlamentar foram as novidades que provocaram certa confusão.

 

Eduardo Bernstein anunciou que o marxismo teria que ser revisado, pois fora concebido em outra fase do capitalismo, quando não se conhecia esses novos fenômenos. Ainda bem que ele mereceu pronta resposta, dentre outros, da genial Rosa Luxemburgo.

 

Disse ela: as sociedades de capital aberto não significam a democratização do capital em oposição à concentração deste, como houvera anunciado Marx. Essas sociedades serviam e servem para que o grande capital se aposse das poupanças feitas pelas massas populares, na vã ilusão de se tornarem, também, capitalistas.

 

Quanto à tese do Sr. Bernstein de que a miséria crescente, anunciada por Marx como característica do capitalismo, havia diminuído, Rosa mostrou que ela havia apenas sido transferida geograficamente. Quanto à via eleitoral, como meio para impor a superação do capitalismo, esse senhor demonstrava não entender a diferença entre governo e poder.

 

Noutro momento, o marxismo foi descaracterizado com a imposição do "marxismo-leninismo", que substituiu os princípios do socialismo científico por um conjunto de dogmas.

 

Na verdade, quem mais andou perto de impor o fim do marxismo foram os 90 anos de hegemonia do stalinismo, e aí estamos certos de que o fim do socialismo, sua derrota completa, será, inevitavelmente, o fim do mundo.

 

Gilvan Rocha é membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP.

 

Blog:www.gilvanrocha.blogspot.com/

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