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Áudios - Arquivo

Edição 755 - 02/05/2011 a 08/05/2011
Arquivos do Correio
Quarta, 11 de Maio de 2011
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Morte de Bin Laden incita inúmeros questionamentos ignorados pela mídia brasileira

Gabriel Brito, da Redação

 

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Após o mundo se dar conta da produção de mentiras do governo Bush para invadir e saquear o Iraque, o que já significou cerca de 1 milhão de mortes, aqueles que praticam o jornalismo com a exigida ética não têm sequer o direito de reproduzir acriticamente o que diz o departamento de Estado e o aparato militar estadunidenses. Diante da dimensão global que a última década concedeu à doutrina Bush-Dick Cheney de ‘guerra ao terror’ e também do ritmo incessante com que os Estados Unidos criam pré-condições de marginalização de governos inimigos, há perguntas que o jornalismo brasileiro não poderia ignorar.

 


 

Cuba não indica maior participação e auto-gestão populares em seus desígnios

Guillermo Almeyra

 

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Nem sequer se considerou que a participação dos trabalhadores seja política e economicamente decisiva. Não se falou de orçamentos participativos, resultantes da livre discussão deles, sobre como organizar a auto-gestão, que aumentaria a produtividade, a criatividade e economizaria materiais.

 


 

POLÍTICA

 

Osama e Obama

Frei Betto

 

Na vida se colhe o que se planta. Se os EUA são hoje atacados de forma tão violenta é porque, de alguma forma, eles se valeram do seu poder para humilhar povos e etnias. 

 


 

A vitória do terror

Léo Lince

 

Ao contrário do que se alardeia, a operação americana no Paquistão não foi uma vitória contra terrorismo. Quando um Estado se concede licença para matar, se vangloria do uso da tortura para obter resultados, viola a legislação internacional, atropela a soberania alheia, sem dúvida, pratica uma fieira de crimes que alimenta o ciclo do terror. A execução sumária de inimigos, a profanação e o desaparecimento de cadáveres nunca foram marcos positivos do processo civilizatório.

 


 

Belo Monte: resposta do Brasil à OEA é vergonhosa

Telma Monteiro

 

Fico pensando se Dilma, durante a ditadura, quando presa e torturada, teria ansiado por um organismo internacional que intercedesse por ela e por aqueles que sofriam com a violação dos direitos humanos.

 


 

Sobre a Guerrilha do Araguaia

Wladimir Pomar

 

A publicação do Diário de Grabois recoloca na ordem do dia a discussão sobre as lutas armadas ocorridas no Brasil contra o regime militar, não apenas sobre a Guerrilha do Araguaia.

 


 

INTERNACIONAL

 

Uma era pós-Osama Bin Laden?

Fernando Marcelino

 

O que a esquerda tem a dizer? Parece que a morte de Bin Laden é uma manobra. Está se procurando usar a morte de Bin Laden para aumentar as medidas de "segurança nacional" e redividir o mundo entre os lutadores contra o terrorismo e aqueles que o defendem.

 


 

Bombardeio à casa de Kadafi, se planejado por membros da OTAN, é crime de Estado

Mário Maestri

 

Horas após o ataque assassino, porta-voz da OTAN afirmou que as bombas e os mísseis daquela organização não apontam para indivíduos singulares, mas exclusivamente objetivos militares.

 


 

ECONOMIA

 

Tentando explicar o inexplicável

Paulo Passarinho

 

Adotar rígidos controles sobre os fluxos cambiais; reduzir as taxas de juros reais; liberar o orçamento público da ditadura dos superávits primários; realizar uma verdadeira reforma tributária; viabilizar recursos para a tão decantada prioridade à educação pública de qualidade; desenvolver uma política industrial voltada à geração de empregos de qualidade, amparada em um processo de inovação tecnológica e científica, sob controle de empresas brasileiras, são metas não só, mas absolutamente necessárias. Para tanto, há de se derrotar o modelo econômico vigente e o pacto político que o sustenta.

 


 

Contribuição para o déficit de soberania

Paulo Metri

 

Há órgãos do governo brasileiro que parecem pertencer a governos estrangeiros. Refiro-me ao Ministério das Minas e Energia, que acaba de comunicar a realização, em setembro, da 11ª rodada de leilões de áreas para a exploração de petróleo, a ser promovida sob a lei 9.478, de FHC. E com as dicotomias do governo, em dez ou mais anos, teremos Forças Armadas muito bem armadas e treinadas garantindo, soberanamente, o roubo das nossas riquezas.

 


 

“Revoluções” ou contra-revoluções?

Milton Temer

 

Alguma coisa está fora da ordem nessa história de "Revolução Árabe", se consideramos a categoria revolução como o ato de transformar qualitativamente o status quo; o ato de mudança de regime; o momento em que o velho não pode continuar mais a prevalecer e o novo cria condições orgânicas de impor a ruptura.

 


 

CULTURA

 

Si hay gobierno soy gobierno

Argemiro Procópio

 

A construção da história da política exterior sombreada pelo espírito de corpo do establishment, nada afeito ao movimento multidimensional das idéias, impede novas formas de pensar a diplomacia.

 


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Última atualização em Sexta, 09 de Agosto de 2013
 

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