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Escrito por Gilvan Rocha   
Sexta, 18 de Março de 2011
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É trágico, mas estamos assistindo os partidos e os políticos, sejam de direita, esquerda ou centro, agitarem um único discurso. Batem incessantemente na mesma tecla. Todo mundo anda convencido com o discurso da burguesia que diz ser o sistema capitalista bom, desde que gerenciado com honestidade. Isso é uma mentira!

 

A corrupção é uma chaga de grandes conseqüências, porém, é errado pensar que o sistema vigente é bom e que o único problema é "falta de vergonha na cara". A corrupção é uma chaga, mas não é o único motivo do desmantelo social em que vivemos.

 

Aliás, ela não é causa, é conseqüência, provocada pelo sistema capitalista cujo objetivo é garantir lucros para uns poucos e carência para a maioria. 

 

Imaginemos, para efeito didático, alguém com uma grave infecção, que causa febre, dor de cabeça, desânimo e outros sintomas. Diante desse quadro de saúde, algumas pessoas se alarmam com a febre e procuram sanar esse problema ministrando alguns remédios, porém, mantendo a causa. Assim se dá com a questão do combate à corrupção.

 

Ela é como a febre do nosso exemplo e merece ser combatida, é verdade, mas o correto é eliminar, buscar a causa, e na questão da corrupção lutar contra ela implica, antes de tudo, lutar contra o sistema de desigualdade social, um sistema que privilegia não a competência, não a seriedade, mas a ostentação do que possuímos ou deixamos de possuir. 

 

Esse discurso de guardiões da moralidade beneficia muitíssimo a burguesia, uma vez que as pessoas se voltam contra as conseqüências e deixam a causa, o capitalismo, intocado, livre de ameaça.

 

Por sua vez, muitos políticos demagogos se beneficiam de tal discurso moralista. Jânio da Silva Quadros foi eleito presidente da República ostentando uma vassoura que limparia o Brasil da corrupção. Fernando Collor apresentou-se como o Caçador de Marajás e revelou-se um mestre na arte da roubalheira.

 

Vê-se que o moralismo, em si, não nos leva à libertação dos inúmeros males sociais que padecemos. Fora o capitalismo! Eis o caminho.

 

Gilvan Rocha é membro do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP.

 

Blog: http://www.gilvanrocha.blogspot.com/

 

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