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Para quem são os cassetetes do Estado? Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Sábado, 26 de Junho de 2010
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Em Fortaleza, os trabalhadores dos transportes coletivos estiveram em greve. No transcurso dessa greve, têm sido promovidas algumas manifestações como forma de legítima pressão no sentido de que a classe patronal aceite as reivindicações. Em uma dessas mobilizações, os trabalhadores foram reprimidos pela Guarda Municipal, que ministrou seus golpes de cassetetes e sprays de pimenta com o objetivo de dispersar a manifestação.

 

Ora, como se sabe, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, acumula também a função de presidente do Partido dos Trabalhadores. Mas de que lado ela está? Do lado dos trabalhadores ou como guardiã dos interesses da "ordem pública", que, em última instância, se trata da ordem capitalista?

 

Na condição de prefeita ela tem a função de dirigente do aparelho de Estado na sua forma municipal. Mas o Estado, diferente do que é dito, não é neutro diante da sociedade dividida em classes. O Estado é, isso sim, um instrumento em defesa dos interesses de uma só classe. No capitalismo, temos o Estado burguês, ou seja, um aparato a serviço da burguesia.

 

Assim como a prefeita em termos locais, o presidente da República tem a função de garantir os interesses das classes capitalistas e assegurar a "paz social" para que eles usufruam, sem atropelos, dos seus vultosos lucros. Em escala nacional, tais conflitos têm sido minimizados pela política de cooptação das centrais sindicais e estudantis, levada a cabo pelo atual presidente.

 

Como pudemos observar, tudo é uma questão de escolha. Os partidos que optam pelo gerenciamento do capitalismo, seja em nível paroquial, provinciano ou nacional, terão, forçosamente, que estar dispostos a manter a "ordem" e, portanto, empunhar sprays, cassetetes, bombas de gás lacrimogêneo, jatos d’água e outras formas usuais de repressão, além de efetuar prisões.

 

Não dá para servir a dois senhores. Quem pretende servir à burguesia e aos trabalhadores, regra geral, termina por servir aos primeiros enganando a massa do povo.

Gilvan Rocha é presidente do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP.

 

Blog: http://www.gilvanrocha.blogspot.com/

 

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