Possíveis surpresas

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Em especial durante os governos Collor e FHC, a burguesia brasileira tentou utilizar o poder político, em acordo com as corporações transnacionais, para quebrar o tripé histórico de desenvolvimento capitalista no Brasil, aniquilando os capitais estatais através de um processo selvagem de privatização ou privataria.

 

Uma parte da burguesia só recuou dessa pretensão quando notou que as corporações transnacionais também pretendiam liquidá-la como classe econômica e social, assenhoreando-se de toda a economia nacional brasileira. Assim, na prática, foi a voracidade da burguesia cosmopolita que empurrou parte da burguesia brasileira para aliar-se aos trabalhadores, camadas populares e setores das classes médias após a crise mundial de 1997-1999.

 

E foi a substituição do governo neoliberal de FHC pelo governo democrático e popular de Lula que a salvou da extinção. No entanto, apesar disso, seria ilusão supor que essa parte da burguesia ficará eternamente grata, não tema a concorrência das empresas estatais e públicas e não fará nada para impedir seu crescimento. Se depender dela, tais empresas ficarão limitadas apenas a pouquíssimos setores. Teme, acima de tudo, que tenha algum sucesso a corrente de trabalhadores e de setores da pequena-burguesia radicalizada, que pretende não apenas multiplicar as estatais, mas torná-las monopólios em seus setores.

 

Nessas condições, na campanha eleitoral de 2010, uma das possíveis surpresas reside em que a candidatura Serra queira se aproveitar dos temores, mesmo dessa parcela da burguesia, ao socialismo e à monopolização estatal. Vai tentar atraí-la com o discurso de que pretende aprofundar as políticas sociais e as políticas públicas, assim como a democratização, a soberania nacional e a integração continental do governo Lula, mas evitará o "extremismo estatizante".

 

Ou seja, tentará se apresentar como "desenvolvimentista", "nacionalista", "democrática" e "de esquerda", assenhoreando-se das mesmas bandeiras apresentadas pela candidatura Dilma. Se essa possibilidade se apresentar, como tudo indica pelas declarações do candidato tucano e de seus porta-vozes principais, o debate entre o PT e seus aliados contra os neoliberais terá de ser, necessariamente, substituído por um debate mais profundo, das forças democráticas e populares contra os neoliberais, travestidos de desenvolvimentista-sociais, em torno das reformas de democratização política.

 

Embora seja necessário manter o debate em torno do desenvolvimento com distribuição de renda, será preciso acrescentar a ele a garantia de que a esse desenvolvimento se combinará a ampliação da democracia econômica e social, com o aumento da participação popular nas decisões do poder político. E é necessário que tanto a candidata da coalizão do PT quanto sua militância tenham consciência sobre os problemas relacionados com essa inflexão mais forte no sentido da democratização do poder político.

 

Para o país, ela é fundamental em vários sentidos. Primeiro, para manter o desenvolvimento com redistribuição de renda, reduzir a miséria e a pobreza, assim como reduzir as desigualdades regionais e fortalecer o mercado interno. Segundo, para garantir que tal desenvolvimento se fará com uma participação maior das empresas estatais e privadas nos setores estratégicos da economia, instrumentos essenciais para introduzir a ciência e a tecnologia no processo produtivo, estimular as inovações, adensar as cadeias produtivas e evitar que as crises do mercado desandem a economia do país.

 

Mas, acima de tudo, ela é fundamental para quebrar o patrimonialismo, que ainda domina a máquina estatal e a coloca a serviço exclusivo do capital. Para as grandes massas da população brasileira, é preciso deixar claro que sua participação econômica e social só será garantida se a máquina estatal se tornar, crescentemente, servidora pública de toda a nação, e não só de uma minoria.

 

É lógico que a burguesia, tanto a que está em oposição ao governo democrático e popular, quanto a que eventualmente o apóia, poderá acusar o PT e seus aliados de quererem implantar o socialismo. Afinal, o desenvolvimento das forças produtivas em conjugação com o desenvolvimento da democracia aponta fortemente para o socialismo. No entanto, como o processo de desenvolvimento das forças produtivas ainda vai necessitar, por muitos anos, da participação do mercado, basta que a burguesia não force a barra por um retrocesso para que a política de harmonização dos contrários se mantenha por um longo período.

 

Assim, do ponto de vista tático, é possível manter a burguesia dividida, com uma boa parte aliada às forças populares, na expectativa de que o novo governo democrático e popular, mesmo avançando no processo de democratização, manterá a política econômica de participação de múltiplas formas de propriedade na produção industrial, agrícola, comercial e de serviços. E que, em concordância com essa política, também evitará processos de monopolização estatal ou pública. Mesmo porque, a experiência histórica mostrou que os monopólios se transformam em empecilhos não apenas para a concorrência capitalista, mas também para o desenvolvimento das forças produtivas, mesmo em países socialistas.

 

Portanto, a própria oposição ao governo Lula e à candidatura Dilma pode impor o debate em torno do desenvolvimento combinado das forças produtivas com a democratização do Estado. Se esses temas se tornarem os principais da disputa eleitoral de 2010 certamente poderão contribuir para tornar mais claras algumas definições sobre a evolução da luta de classes da sociedade brasileira.

 

Poderão definir mais claramente os contornos dos interesses das diferentes classes e setores de classe. E poderão indicar se a burguesia ainda está disposta a conviver, por um período mais longo, com uma harmonização de contrários que, mesmo paulatinamente, tenda a favorecer mais aos trabalhadores e às camadas populares. De possíveis, as surpresas poderão se tornar interessantes.

 

Wladimir Pomar é escritor e analista político.

 

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Comentários   

0 #7 Mais um palanqueLuiz Motta 25-04-2010 17:44
Lula-Dilma Nova forma de governar SIM
Mais um palanque por um Brasil melhor

(Desenvolvimento sustentável com base em parcerias público-privado negociadas a favor da população, soberania (se livrou do FMI e tem grande inserção com respeito mundial), redução das desigualdades sociais 30 milhões saem da miséria absoluta e outros milhões migram das classes "E" e "D" para "C" , geração de 14 milhões de empregos , cuidou do meio ambiente com redução sensível do desmatamento (LUla-Dilma-Minck desmatou menos que com Marina e muito menos se comparado com fhc-serrágio) e metas corajosas em Copenhague, não vendeu e muito menos doou patrimônio público, garantiu a estabilidade com a menor inflação média de todos os governos anteriores com sensível redução nos juros, atendeu as principais demandas dos sindicatos , estudantes , MST .. participação popular com dezenas de conferências nacionais, governo para todo o Brasil e não apenas para uma elite de direita e também não p/ uma elite de Esquerda revolucionária de sala da USP lunática ....
Novo SIM , mas lunático e vendedor de ilusões NÃO .

Tem uma esquerda revolucionária lunática (que se colocam no discurso à esquerda de Lula-Dilma) está mais interessada em não deixar os que tem dinheiro em continuar a ganhar dinheiro do que fazer com que haja uma redução das desigualdades e que pessoas deixem de morrer de fome...

É claro que também nós queremos ver um dia uma maior justiça social e que os detentores do poder atual viessem a parar sua exploração do ser humano ... mas, temos consciência que isto não se faz num passe de mágica e na velocidade que os lunáticos falam da boca para fora (trololó e na prática nada) e muito menos com um estado fragilizado e sem poupança e necessitando criar milhões de empregos , com uma mídia monopolizada e defendendo o poder estabelecido dos capitalistas , uma sociedade com cultura centrista e conservadora e partidos políticos eleitos e no poder também na sua maioria centrista conservadores (e é com eles (DEM-PSDB-PP-PR-PMDB-PRB-PTB etc..) , eleitos pelo povo que qualquer um que ganhe terá que negociar o PT tem "escolhido" as esquerdas (PCdoB,PSB, PSOL não quer) mas, não é suficiente então tem que centrar mais e vai com parte do PMDB (melhor que DEM/ARENA e com o PSDB é que está se disputando ideologicamente) , ainda temos uma força armada com um passado recente muito pouco democrático que está hibernando e que ainda não se sabe até que ponto respeitarão a constituição, num embate maior do popular com os poderes capitalistas estabelecidos ou seja , só mágica (ou uma revolução , o que no mundo atual seria uma piada) para acabar com a exploração capitalista e midiática , acreditamos portanto no governo Lula-Dilma e no que eles tem praticado e continuarão praticando mais profundamente no próximo mandato com DILMA presidente .. Ou seja, Um processo de melhoria contínua com base em negociações favoráveis à população e fomentando o crescimento democrático das forças progressistas e é claro de forma pragmática contra este discurso desta minoria absoluta elitista e às vezes arrogante que se auto denomina Esquerda Revolucionária , mas , que na VERDADE está fazendo o serviço da Direita Ultra conservadora ..

Lula-Dilma salvou o país dos frangalhos que fhc-serra deixaram . RETROCESSO NÃO
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0 #6 tentando passarPara passar 24-04-2010 16:43
Dois filmes esclarecedores


http://www.youtube.com/watch?v=fGn--DKY134&feature=player_embedded#!

http://www.youtube.com/watch?v=Z0eCshTvJ9g&feature=player_embedded


é uma pena que um site que se diz democrático e politicamente correto , censure a maioria de nossos comentários apenas por serem divergentes e sem nenhuma ofensa pessoal ..
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0 #5 Trab-Desenv-Menos desigualdadeLuiz Motta 23-04-2010 23:25
Mais Trabalho-Mais Desenvolvimento- Menos desigualdade e menos Trololó

Infelizmente Lula e Dilma ainda não sabem fazer mágica , mas, estão chegando perto

"Enquanto as desigualdades de renda se agravaram na maioria dos países de renda média, o Brasil assistiu a avanços dramáticos tanto em redução da pobreza quanto em distribuição de renda", diz um trecho do documento.

"A desigualdade permanece entre as mais altas do mundo, mas os avanços recentes mostram que nem sempre o desenvolvimento precisa vir acompanhado de desigualdade", diz o texto sobre o Brasil.

Segundo os indicadores do Bird, a taxa de pobreza do Brasil caiu de 41% no início da década de 90 para entre 33% e 34% em 1995. Depois de se manter nesse nível até 2003, a taxa de pobreza apresentou declínio constante, caindo para 25,6% em 2006.

O documento diz que as taxas de pobreza extrema seguiram padrão semelhante, caindo de 14,5% em 2003 para 9,1% em 2006.

"A redução do número de pessoas vivendo na pobreza foi acompanhada por um declínio na desigualdade de renda", diz o relatório.

De acordo com o Bird, fatores como inflação baixa e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, tiveram papel importante nesse desempenho.
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0 #4 militante ou vendido ??Luiz Motta 23-04-2010 22:43
Vou repetir a Dilma .. tem gente aqui que está que nem biruta de aeroporto ..

Nós votamos num homem (e proximamente numa mulher) que tem enfrentado muito bem com negociação com a correlação de força estabelecida no país pelo voto e a há muito tempo .

Votamos num homem e não num mágico ou super homem o avanço será conseguido num processo e não num passe de mágica ... caia na real

Este site não é de direita , mas, tem censurado boa parte dos nossos comentários , apesar de divergentes sempre respeitosos ..

"Brasil de Lula e Dilma é alternativa de esquerda à globalização"
Ségolène Royal
Ségolène Royal esteve no Brasil na semana passada. Presidente do Conselho Regional de Poitou-Charantes eleita em março deste ano pelo Partido Socialista francês

Primeira Proposição: “Fazer da eficiência econômica e da justiça social uma dupla inseparável”

Se começo por essa primeira lei, é porque aqui, no Brasil de Lula, temos o laboratório da fusão entre a eficiência econômica e a justiça social. A prova disso é o muito ambicioso “programa de aceleração do crescimento” que Lula e Dilma - cuja trajetória, coragem e eficiência eu admiro -, acabam de lançar, que põe privilegiadamente na energia e no social os serviços públicos de base: água, eletricidade, saneamento para todos, luz para todos, postos de saúde, creches, postos de política, em torno de 160 milhões de euros nas regiões desprovidas desses serviços.

O programa de casas populares, o “minha casa, minha vida” dobrou e passará a 2 milhões de imóveis daqui a 2014. “O plano não é uma cifra, um canteiro de obra ou uma lista, é a transformação do dinheiro público e privado em qualidade de vida e desenvolvimento”, como resumiu muito bem Dilma Roussef.

Tem gente que não é Lula , não é Dilma , não é serrágio ,não é marina , ou seja é contra tudo e a favor apenas de trololó elitista , arrogante e lunático..
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0 #3 Palanqueiros ProfissionaisRaymundo Araujo Filho 23-04-2010 14:26
Wladimir Pomar, um Lullo Petista de "Alto Coturno", é adortado pelo palanqueiro de calças curtas, que se assina Luiz Motta, um dos mais ativos militantes, que se constitui de um instrumento de campanha da Dilma Roussef, e que tenta transformar o Correio da Cidadania em outro palanque, o que não é e nunca foi objetivo aqui, contra ou a favor de qualquer governo. Aqui faz-se análises da conjuntura, e não reles propaganda política.

Pena que os dois se igualam em se aterem apenas ao ditos propagandísticos, inistindo em inverdades, talvez a repetí-las inistentemente para que se tornem \"verdades\" aos olhos de alguns.

Mas, minha (im)paciência é imensa, e tomei para mim a tarefa de repelí-los com dados e fatos, que contestem as suas aleivosias propagandísticas, próprias dos adeptos do velho \"não me importa que a mula manque, o que eu quero é rosetar\".

Solicito aqui de público que Luiz Motta leia um dos artigos recém passados do seu ídolo Wladimir Pomar e nos diga quais são as \"reformas positivas feitas por FHC\", anunciadas mas não esclarecidas pelo nobre articulista aqui do Correio, e que acusa o Serra de se apropriar das bandeiras de Lulla.

Depois, gostaria de perguntar ao Wladimir Pomar quais são os representantes da burguesia que combatem o governo Lulla, e não me refiro a aqueles que dominam \"para inglês ver\" as diretorias das instituições burguesas, como FIESP, CNA e outras, mas sim aqueles que têm influências no dia a dia da opinião pública e depositam suas \"contribuições de campanha\" no caixa 2 dos Partidos, inclusive o de Lulla e seus aliados (\"O víris da corrupção invadiu o PT - Gilbertto Carvalho, no últimno Congresso Petista).

Vou citar alguns, de cabeça, que me parecem representar a burguesia, contrariando as análises de Wladimir Pomar, como se fosse verdade. Aí vai: Olavo Itaú Setúbal, o BRADESCO (inclusive o gestor da Vale, lugar cedido pelo governo, podendso nomear um representante não empresarial, pois detém, junto com os Fundos de Pensão, a maioria acionária), Eike Batista, TODAS as companhis Petrolíferas Internacionais e os Conglomerados formados para os Leilões (que continuam...), TODAS as empreiteiras, TODAS os conglomerados varejistas, Todos os conglomerados Siderúrgicos, TODOS os conglomerados da Mineração, entre outros.

Fico a pensar qual será a burguesia que conta nas contas do Wladimir Pomar e seu rócer Luiz Motta.

Mas, não abanona o viés ardiloso e defensivo, o nobre Wladimir Pomar (para deleite de seu seguidor) quando coloca ressalvas que \"mesmo aquela burguesia que apóia Lulla, poderá o acusar de querer o socialismo...\" e quando discorre sobre a possível participação política do Povo, a partir de sua inserção no processo econômico (acredito que dado como único existente e possível, por WP).

Mas, logo acrescenta como uma setença macabra que a \"harmonização dos contrários\" (PUTZ!)ainda vai durar muito, \"caso a burguesia não force um retrocesso\".

Ora! O que vemos, é o contrário. É a total subjugação do mundo do Trabalho pelo Capital, com depreciação dos salários médios, muito mais ainda se compararmos ao montante de LUCRO das empresas privadas, que é a metodologia analítica que, na economia, nos permite diferenciar SALÁRIO de ESMOLAS. E, o resultado do que afirmo poderia ser traduzida na corruptela da sentença de WP, que ficaria assim (sobre a longa duração da \"harmonização dos contrários\") \"caso o Povo não exija seus direitos\".

No mais, WP e seu ajudante Luiz Motta continuam a falar de superestrutiuras, parecendo nada conhecerem da realidae do Povo, sem serviços básicos de saneamento, saúde, transporte, escola básica, segurança, entre outras, além de fazerem \"cara de paisagem\" sobre o altíssimno preço que o Brasil Real paga, para a manutenção das aparências desta rizível e esculachada \"harmonização de contrários\".

Ainda nos brinda o WP sobre o perigo do Monopólio Estatal (o qual concordo, dentro do que se experimentou na URSS autoritária), mas esquecendo-se de dizer que o que nos assola hoje, não é o \"perigo do sovietismo\", mas sim a Oligopolização do Capital, em curso.

O japonês Fukuiama tentou acabar com a História, com um livro. Wladimnir Pomar tenta abolir a Luta de Classes com um artigo.
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0 #2 Uma democracia mais diretaAntônio Máximo 20-04-2010 22:06
À democracia representativa, razoavelmente livre, entretanto, apenas formalmente, deve suceder uma democracia mais direta, com a abertura do Estado à participação dos movimentos sociais organizados. Uma democracia representativa de massas para uma democracia participativa de classes,classes populares. De classe, de resto, não há novidade. O Estado sempre deu suporte ao capital.O problema está na história, que nos esclarece expondo o que ocorre toda vez ante a possibilidade, ainda que precária, de uma política pública popular. Jango foi derrubado, quando o populismo tornou-se um espaço conflagrado, vencido pelas forças multinacionais associadas com o apoio moralista da classe média com medo de uma "república sindicalista".
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0 #1 Excelente textoLuiz Motta 20-04-2010 20:51
Mais um excelente texto do Sr. Wladimir , que traduz bem a realidade brasileira .

Apenas um pequeno comentário que me parece um pouco divergente .

Não me parece que o que afasta boa parte da classe média e média alta do PT ou de suas propostas seja o fato de se estatizar ou não (A privataria de fhc-serra e o sucesso da Petrobras neste governo ajudou muito a desmistificar este aspecto é claro que ainda resta muito ranço)e sim o que o PIG martela dia e noite numa verdadeira campanha contra o o Lula-Dilma e PT que seria o suposto empreguismo e colocação de seu pessoal na máquina pública , aumentos de salários p/ funcionário público e principalmente a suposta ineficiência do estado . Também a questão ética com a história do caixa 2 em 2005 que o PIG explorou ao máximo e conseguiu tirar importante bandeira do PT nestas classes .

Taticamente acredito que em relação às classes "c" "d" e "E" o PT vai bem (pela própria realidade) e a campanha na TV irá melhorar a situação (desde que apresente mais os esforços na área de saúde e segurança) para voltar a ganhar parte da classe média e média alta o governo precisaria fazer um grande esforço no sentido de demonstrar a eficiência das estatais sob a gestão de Lula-Dilma , que não houve o empreguismo tão propalado e o que o governo pensa fazer para aumentar a eficiência do estado (Choque de gestão mas sem destruir o estado) além de demonstrar o que a parceria público-privada na gestão lula-dilma tem conseguido no sentido do desenvolvimento do país o que não seria possível sem este capital e tecnologia privado e como em méio prazo com uma tributação adequada (este texto tem que ser bem escrito para não assustar as classes dominantes e no futuro realmente poderá ser conseguida se o governo Dilma der um jeito de democratizar a comunicação e reduzir a DITADURA da Mídia PIG)) o estado estará mais forte e com maior capacidade e independência de indução do desenvolvimento e que o capital privado poderá continuar participando ativamente e competitivamente pelo desenvolvimento ..
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