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Áudios - Arquivo

Edição 696 - 08/03/2010 a 14/03/2010
Arquivos do Correio
Quarta, 17 de Março de 2010
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Cuba, Lula, as eleições e a Folha

 

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A edição de 11 de março da Folha de S. Paulo é talvez o exemplo mais contundente de uma orquestração em absoluto e inequívoco uníssono em torno a um tema. Este tema é Cuba, o que não surpreende, já que a ilha é tradicionalmente tomada pelos grandes veículos de mídia como uma ditadura cruel, sem direito ao menor contraditório. E esse tema é agora coadjuvado pelo presidente Lula, com o pano de fundo do processo eleitoral de 2010, cuja estrela maior até o momento é o operário-presidente - para o infortúnio do diário tão nitidamente inclinado pelas opções políticas e econômicas dos tucanos. 

 


 

Face à “destruição que se avizinha”, Igreja promete fazer tudo contra Belo Monte

 

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Após a vergonhosa concessão de Licença Ambiental sob severas contra-indicações dos funcionários do IBAMA designados para estudar o projeto, a Usina de Belo Monte segue caminhando a passos largos para talvez se tornar a maior monstruosidade já erigida pelo capitalismo brasileiro. 

 


 

EDITORIAL

 

Menos hipocrisia e mais solidariedade

 

Estando a cento e poucos quilômetros do seu inimigo jurado – a maior potência militar do planeta –, sofrendo há mais de quarenta anos um bloqueio econômico absolutamente cruel, e vendo, em Miami, um exército de cubanos exilados ensandecidos e permanentemente mobilizados para invadir o território do país, obviamente o regime cubano não pode se permitir o luxo de abrir o regime de uma vez. Se o fizer, provocará um verdadeiro banho de sangue. 

 


 

POLÍTICA

 

Desvendar o mito por trás da polêmica das cotas raciais (Luciana Araújo)

 

As ações afirmativas por si só não asseguram o fim da discriminação racial, mas são um elemento concreto de reconhecimento da responsabilidade do Estado pela realidade em que vivemos. 

 


 

A crise do metrô do Rio de Janeiro: privatizou, piorou! (Léo Lince)

 

Que a crise sirva para abrir o olho do cidadão. Os serviços públicos essenciais não podem ser entregues à sanha do lucro privado. A prova está no colapso do sistema de transportes urbanos. 

 


 

44, 42 ou 40 horas semanais de trabalho? (Waldemar Rossi)

 

Para agravar ainda mais a lamentável situação vimos a frouxa postura das centrais sindicais e de Michel Temer, que se submeteram à chantagem patronal, jogando para 2013 o possível debate. 

 


 

“Fora a ALCA e FMI” (Gilvan Rocha)

 

A esquerda, regra geral, incluindo-se aí os trotskistas, se nega peremptoriamente a fazer o necessário trabalho de impopularizarão do capitalismo. 

 


 

A difícil volta do cristão para casa (Mário Maestri)

 

Federico Franco afirmou que o Paraguai "nunca vai cicatrizar a ferida da epopéia de 1865 a 1870 se o Brasil não devolver o arquivo militar que injustificadamente retém hoje, como também o canhão Cristão". 

 


 

Harmonização de contrários (Wladimir Pomar)

 

Como os críticos acham que a mobilização social também é um ato de vontade do presidente, a correlação de forças estaria subordinada à política de conciliação ou harmonização dos contrários. 

 


 

Enchentes: algumas propostas políticas (Raul Marcelo) 

 

Ao invés de destinarmos os R$ 8 bilhões previstos na lei orçamentária deste ano ao governo federal para os juros da dívida do estado, quase toda federalizada, poderíamos enviar 40% menos, alterando este dispositivo no orçamento. 

 


 

INTERNACIONAL

 

Um obscuro quadro dos EUA sem a reforma da saúde (Karen Davenport)

 

Restaurar a maneira como se oferece tal serviço irá possibilitar autênticas economias orçamentárias e melhor saúde. 

 


 

Irã: EUA miram no programa nuclear para alvejar o regime (Luiz Eça)

 

Como nada demoverá o governo de Teerã de continuar seu programa nuclear, seus adversários contam com as sanções para destruir a economia do país e criar condições para uma revolta popular. 

 


 

Chile e o Estado invisível (Ramón Rocha Monroy)

 

Piñera dará subsídios? Construirá moradias? Reparará os pobres? Ajudará os pescadores, pequenos produtores, comerciantes? Isso não coincide com seus princípios. 

 


 

ECONOMIA

 

Os impasses do modelo econômico sob Lula (Paulo Passarinho)

 

A política externa brasileira – ancorada em uma diplomacia dita progressista – defende uma espécie de livre comércio, onde a atual divisão internacional de trabalho, de preferência dos países do norte, é reforçada. A idéia defendida por Lula (que nesse sentido repete FHC) é a de abertura dos mercados agrícolas dos países da Europa e dos Estados Unidos aos nossos produtos, em troca de uma maior tolerância brasileira para a abertura dos nossos mercados industrial, de serviços e de compras governamentais. 

 


 

CULTURA E ESPORTE

 

Jogos mais cedo: obrigação na cidade do trabalho e da ordem (Gabriel Brito)

 

Será uma indecência se a prefeitura da lei do PSIU, que fecha bares e outros locais sábado à noite em nome da ordem e do silêncio, bloquear projeto que visa terminar os jogos mais cedo, para simplesmente permitir o regresso ao doce lar do torcedor. 

 


 

A ORDEM NA MÍDIA

 

O acirramento do confronto ideológico em torno de Cuba (Gabriel Brito)

 

Cuba, com todos os seus defeitos e lentidões para promover mudanças e evoluir o regime, oferece uma outra visão de mundo e sugere outra partilha de riquezas. É isso que causa ojeriza nas potências que afundaram Copenhagen, lideradas pelo seu mais inacessível interlocutor (EUA). Só assim para começar a compreender porque num mundo de 6 bilhões de habitantes e 4 bilhões de miseráveis as polêmicas e o cotidiano de apenas 13 milhões de pessoas centralizam tantas atenções e ‘indignações’. 

 


 

 

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Última atualização em Quarta, 17 de Março de 2010
 

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