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O péssimo e o pior Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Terça, 30 de Junho de 2009
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Manda o princípio mais elementar do bom senso que, na contingência de termos unicamente de escolher entre o péssimo e o pior, escolha-se o péssimo. Essa orientação de conduta se aplica à vida diária e não são poucas as vezes que se apresenta no mundo político.

 

O exemplo maior dessa opção deu-se por ocasião da Segunda Grande Guerra mundial. Naquele cenário, uma vez que o socialismo (no caso, o bom) não se apresentava como saída viável, ficamos com o dilema: ou o imperialismo nazi-fascista ou o imperialismo anglo-norte-americano. O mais radical de todos os socialistas não vacilou, um minuto, em aliar-se ao imperialismo anglo-norte-americano contra a extrema-direita exacerbada representada pelo nazi-fascismo. Essa era a posição mais sensata diante daquele imperativo histórico.

 

Em noventa anos de hegemonia stalinista, o anticapitalismo não foi a bandeira central de luta. O povo, os trabalhadores ao redor do mundo não foram estimulados a abominar esse vil sistema. O mundo, segundo o stalinismo, não tinha como contradição maior os interesses das classes e camadas sociais distintas. Para eles, a contradição principal estava no choque de interesses entre nações opressoras e nações oprimidas. O nacionalismo, que sempre foi a bandeira maior da extrema-direita, converteu-se na principal postulação dos partidos ditos socialistas e comunistas de maiores relevâncias.

 

O anti-americanismo universalizou-se para se transformar em bandeira única de luta diante desse vesgo olhar. Em conseqüência de tão estreito raciocínio, toda postura de natureza antiamericana deveria ser festejada, jogando-se na cesta do lixo o princípio básico de distinguir o péssimo do pior. Assim, o fascismo do Irã, da Síria, do Talibã e até do facínora fundamentalista Bin Laden passou a ser visto com simpatia por uma certa esquerda de matriz stalinista.

Por razões ainda menores, o presidente Lula não se furtou de vir a público para apoiar a fraude dessa excrescência que é o governo teocrático do Irã, no último embate eleitoral ali havido. Isso é lastimável!

 

Gilvan Rocha é presidente do Centro de Atividade e Estudos Políticos (CAEP).

 

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Última atualização em Terça, 30 de Junho de 2009
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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