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‘Bancários vivem fase da geração
tarja preta’
Uma das instituições financeiras mais beneficiadas pelo
período de bonança bancária (além da era das privatizações), o Santander é exatamente parte da linha de frente dos bancos
que adotam política incisiva em sua rotina de trabalho, a fim de potencializar
os rendimentos do banco. “Para garantir o lucro dos bancos, leva-se adiante o
adoecimento de muita gente. Vivemos a fase da ‘geração tarja preta’, a dos
bancários que para conseguirem trabalhar e cumprir tarefas precisam se entupir de remédios, antidepressivos e medicação
controlada”, conta Edson Carneiro, do Sindicato dos Bancários.
Governos não se prepararam para enfrentar crescente
virulência da natureza
EDITORIAL
Da necessidade de CPIs
O Congresso está devendo ao povo brasileiro uma outra CPI,
bem mais importante: a CPI sobre a qualidade do ensino que a sociedade
brasileira está fornecendo à nossa juventude. Uma CPI que constitua um inquérito
exaustivo sobre todo o sistema, abrangendo o ensino público e privado, os vários
níveis de ensino e as redes nacional, estadual e municipal de escolas públicas.
Algo como foi feito nos Estados Unidos quando o vôo espacial de Yuri Gagarin revelou ao povo americano que o sistema de ensino
soviético estava anos na frente do americano.
POLÍTICA
Lamentável indiferença (Ricardo
Maranhão)
Apesar de tudo continuo sonhando com um Brasil combativo,
intolerante com a falta de ética, atento na preservação de valores que são caros
para a maioria esmagadora de nosso povo.
O pântano da “NTV” (Léo Lince)
Nome técnico da lista aberta ou "não ordenada", tem se revelado uma moldura adequada para a reprodução das
mais escabrosas distorções da nossa cultura política.
As massas, o espontaneísmo e o
voluntarismo (Wladimir Pomar)
A história brasileira tem vasto cabedal de experiências em
que o voluntarismo foi predominante entre as forças populares, causando imensos
prejuízos à luta das massas.
A busca do pleno emprego (Inês do Amaral
Buschel)
A implantação da renda básica individual e universal (Lei
10.835/2004), para que cada um possa escolher seu modo de vida, por exemplo, é
uma política pública eficaz.
A crise Sena (Gilvan Rocha)
Na condição de representante do Estado burguês é que o
outrora líder dos trabalhadores cearenses vem se colocando contra a greve dos
servidores municipais.
O PSDB e suas visões da Petrobras (Elton Leão)
O governo contratou uma consultoria internacional para
orientar a empresa sobre como privatizar sem que a população percebesse a
manobra à época.
Dilemas para a esquerda socialista e o PSOL (Fernando Silva)
A denúncia da corrupção não pode ser a pauta central da
esquerda socialista, pois não é a do cotidiano das mazelas insuportáveis que
recaem sobre os trabalhadores e o povo.
INTERNACIONAL
O povo tâmil não disse sua última
palavra (Txente Rekondo)
As celebrações cingalesas não devem ocultar a realidade que
devera afrontar no futuro caso continue com seu planejado genocídio contra a
população tâmil.
MEIO AMBIENTE
Rediscutindo exploração ambiental (Marcelo
Pompêo)
Na contramão, patrocinados pelo governo, alguns debatem sobre
a necessidade de alterações na direção de reduzir as restrições ambientais para
a instalação de qualquer empreendimento.
'Flexibilização' do Código Florestal: um debate equivocado
(Henrique Cortez)
O Código Florestal pode e deve ser modernizado, incorporando
os novos conhecimentos científicos. Mas é algo completamente diferente
do proposto pela bancada ruralista, que reafirma as práticas do início do século
20.
Belo Monte e o “W” do desmatamento (Rodolfo
Salm)
Estapafúrdio é o ministro “ambientalista”, grande licenciador de obras e barrageiro,
falar em leilão se o estudo de impacto ambiental de Belo Monte ainda não está
concluído.
CULTURA
Servidor público é proletário? (Frank Svensson e Newton Narciso Gomes Junior)
Urge empenharmo-nos em garantir o poder que ao proletariado
concerne e não deixar-nos dominar por paragrafólogos
insensíveis às necessidades do povo trabalhador.
Consciência das tendências (Gabriel Perissé)
A tendência é escrever menos, ou mais ou menos. A tendência é
ser curto e grosso. Textos longos, para quê? Parágrafos
complexos e labirínticos — neles estou perdido.
Agressão a estudantes tem desfecho autoritário (Celso Lungaretti)
O diretor, por incompetência e pusilanimidade, chamou a
polícia para resolver um problema que um educador de verdade jamais delegaria a
outrem.
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