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Davos e Belém Imprimir E-mail
Escrito por Gilvan Rocha   
Terça, 17 de Fevereiro de 2009
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Na cidade suíça de Davos, realizou-se o Fórum Econômico Mundial que reuniu a direção maior da economia capitalista. Surpreendentemente, foram ali expostas as vísceras necrosadas do capitalismo. Foi ali que o mega-investidor, George Soros, pôs o dedo na ferida e fez o máximo que um "investidor" pode fazer: clamou por reformas, por um novo ordenamento no mundo das finanças para se sair da crise. Ele não pode, por dever de ofício, proclamar a grande verdade que se constituiria em dizer que não existe saída para o capitalismo, a não ser o socialismo ou a tragédia total, como bem vaticinaram Frederico Engels e, anos depois, Rosa Luxemburgo.

 

Enquanto acontecia o Fórum Econômico Mundial, ocorria, em Belém do Pará, o Fórum Social Mundial, como pretensa oposição ao primeiro. Infelizmente este, ou seja, o Fórum Social Mundial, não se propôs ser um fórum anticapitalista. Não se apresentou de forma explícita contra o sistema sócio-econômico vigente.

 

Formada por uma maioria esmagadora, por uma esquerda contaminada pelo vírus do academicismo, que se encarrega eficazmente em esterilizar o marxismo a ponto de torná-lo palatável à burguesia, uma vez que lhe retira o seu caráter revolucionário, o Fórum Social termina por se limitar em ser um grande festival, onde a juventude, na sua generosidade, no afã de expressar seu sentimento de repulsa à realidade vigente, dá vazão às suas alegrias e o imagina um ato político positivo, o que realmente não o é, por sua inequívoca insuficiência. Contudo, infelizmente, é o que temos hoje, quando a bandeira maior a nos consolar não ultrapassa as raias do socialismo constitucional representado pelos "cavaleiros da esperança" Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Fernando Lugo.

 

A necessidade de fazer alguma coisa não pode ser entendida como motivação para se fazer qualquer coisa, embora eventos como o Fórum Social expressem a ansiedade e a vontade de muitos, principalmente de nossa juventude. Por essa razão, associada à necessidade que temos em levar alternativa socialista a todos os eventos, torna-se válido participar.

 

Gilvan Rocha é presidente do Centro de Atividades e Estudos Políticos – CAEP.

 

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