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Submetido pelo agronegócio, Incra favorece o desmatamento
Poucos dias após a divulgação de lista com os maiores
desmatadores da Amazônia, feita pelo Ministério do Meio Ambiente e que causou
polêmica por apontar assentamentos de reforma agrária do INCRA entre os maiores
devastadores, o Correio da Cidadania conversou com o geógrafo da USP Ariovaldo
Umbelino. Para Umbelino, o INCRA trata de promover um processo de reforma
agrária atrelado aos interesses do agronegócio, implantando-o, ou deixando de
fazê-lo, em áreas que interessam aos grandes produtores.
Apoteose do ‘lulismo’ reforçou consenso conservador nas
últimas eleições
Demora na regularização das concessões de rádio e TV é
deliberada pelo ‘jogo político’
Em um país no qual as concessões de rádio ou televisão são
autorizadas sob diretrizes determinadas constitucionalmente, o debate em torno
do tema deveria ser algo natural.
O projeto e a necessidade (Editorial)
Se o tamanho da crise dependesse de torcida, a esquerda
deveria torcer para que não estourasse tão cedo, pois, se isto acontecer, ela
se encontrará novamente despreparada para oferecer um projeto alternativo
concreto às massas populares. Foi isto o que aconteceu nas duas únicas vezes em
que, após a revolução de 1930, o sistema de dominação foi abalado pela rebeldia
popular.
O “Fator Previdenciário”, a idade mínima e os outros fatores
Já defendi a tese da aposentadoria por tempo de serviço.
Pesquisando, concluí que esse instituto precisaria ser alterado se optássemos
por universalizar o seguro social no Brasil.
Mato Grosso, Mato Ralo (Rogério Grassetto
Teixeira da Cunha)
Um dos principais inimigos da preservação no Mato Grosso é o
fato de que toda a política relacionada à produção agropecuária, não apenas
dali, mas do próprio Estado brasileiro, vai no sentido oposto, incentivando o
crescimento desenfreado da produção. Seria necessário inverter uma lógica que
vem dominando o cenário desde muito tempo.
Projeto de reforma tributária mina as bases da Seguridade
Social (Henrique Júdice)
A PEC 233 desobriga instituições como Bolsas de Valores e
fundos de pensão de financiar a Seguridade Social e cobra dos trabalhadores o
preço desse favor.
Mudar o Modelo Econômico (Paulo
Passarinho)
Avizinha-se uma conjuntura que imporá o desemprego, o
comprometimento do crescimento e a ampliação da miséria, caso continuemos sob o
comando de financistas.
O mico tributário (Osiris Lopes Filho)
Aprovada a reforma, vão para o espaço a transparência
tributária e a lealdade, que deve presidir os atos do poder público.
Por que os governos estão amarrando a mão invisível? (Pergentino Mendes de Almeida)
Por que aqueles que pregam a liberdade de comércio e o livre
trânsito de capitais, e não admitem qualquer controle social, agora são os que
defendem a socialização dos prejuízos?
É possível desejar ‘Feliz’ dia de Professor? (Rodrigo Furtado)
O cálculo mercantil reduziu tudo, e a própria esfera do
produzir conhecimento, a mais uma variável econômica. Não há discussão,
crítica e reflexão alguma.
Trochenbrod, uma cidade exterminada pelos nazistas (Ania Cavalcante)
A pequena, porém vívida, cidade que gerou sionistas,
comunistas e estudiosos tornou-se uma clareira a céu aberto, uma área
completamente erradicada do mundo.
Crise dos EUA já atingiu o Brasil (Altamiro
Borges)
A bolsa de valores caiu violentamente, o real se
desvalorizou, a taxa de câmbio subiu e as empresas que têm empréstimos no
exterior estão com dificuldades de renová-los.
A revista que virou panfleto (Luiz Antonio
Magalhães)
Seria mais honesto e correto copiar o que de bom existe nos
Estados Unidos e explicitar, no editorial, que Veja apóia os candidatos da
oposição – PSBD e DEM.
Capitalismo ou o caos (Gilvan Rocha)
Diante da ausência de um movimento anticapitalista, que se
apresente como alternativa, estamos frente a um novo dilema: o capitalismo ou o
caos.
D. Cappio volta ao jejum (Roberto
Malvezzi)
Com ele um incontável número de pessoas ao redor do mundo,
articuladas na Via Campesina, numa jornada de jejum contra a fome, a partir do
dia 16.
A crise e suas soluções (Wladimir Pomar)
O problema conjuntural consiste em saber até que ponto os
países emergentes poderão evitar que seus pobres sofram com a desaceleração da
economia mundial
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