topleft
topright
ISSN 1983-697X

Boletim Diário

Email:
Para assinar o boletim de
notícias preencha o
formulário abaixo:
Nome:

Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

Arquivo - Artigos

Áudios

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições  

Leia mais...
Image

Plinio de Arruda

MEMÓRIA

Confira os textos em homenagem a Plinio


Leia Mais

Plinio em Imagens



Confira a vida de Plínio


Charge


Imagem




Artigos por data

 Nov   December 2016   Jan
SMTWTFS
   1  2  3
  4  5  6  7  8  910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
Julianna Walker Willis Technology

Links RSS

Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania Correio da Cidadania

Áudios - Arquivo

Comissão eleitoral pede intervenção no Timor Leste Imprimir E-mail
Escrito por Mateus Alves   
Sexta, 13 de Abril de 2007
Recomendar

 

As autoridades responsáveis pelas eleições presidenciais no Timor Leste, realizadas no início desta semana, pediram ajuda à ONU para garantir a credibilidade do segundo turno do pleito, que ocorrerá no dia 08 de maio e será disputado entre o atual primeiro-ministro do país, José Ramos Horta, e o candidato de esquerda Francisco “Lu Olo” Guterres, pertencente ao partido esquerdista Freitlin.

 

Após um conturbado primeiro turno, diversas denúncias foram feitas, principalmente em relação à contagem dos votos e à ausência de 150 mil eleitores no dia da eleição.

 

Ramos Horta, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, pede que seja verificada a razão da ausência de tantos eleitores. “É preciso que investiguem o por quê de tantos ausentes, se faltaram às urnas por causa do tempo ruim, se foi porque não havia urnas suficientes ou se os seus votos simplesmente sumiram”, diz.

 

O primeiro-ministro, que possui o apoio do atual presidente Xanana Gusmão e é acusado de tomar posições políticas discordantes com o progressismo que comumente lhe é atribuído (e que o levou ao reconhecimento internacional), concorda com a decisão do CNE de pedir a supervisão da ONU no segundo turno das eleições no Timor Leste, já que a primeira rodada – o primeiro escrutínio realizado inteiramente por autoridades nacionais desde que o país conseguiu sua independência da Indonésia, em 2002 – teve inúmeros problemas.

 

Antes mesmo da divulgação preliminar dos resultados, alguns dos candidatos já contestavam a legitimidade das eleições e pleiteavam a interrupção da contagem e que esta fosse reiniciada.

 

A CNE negou tais pedidos, clamando não haver base legal para a recontagem e que a decisão estaria a cargo da Suprema Corte do país. No entanto, o porta-voz da Comissão, Padre Martinho Gusmão, admitiu que erros aconteceram durante as contagens, pois “diversos delegados não sabiam como contar os votos”.

 

Francisco “Lu Olo” Guterres e o Freitlin, partido com maioria no Parlamento timorense, não estavam entre os que clamaram pela recontagem, pois consideram a ida ao segundo turno “uma surpresa” após a “campanha de difamação” feita pela oposição. Guterres, o candidato mais votado, acredita ser possível a vitória em maio.

 

A disputa entre os dois candidatos deverá ser acirrada, pois ainda há resquícios de desavenças entre os dois partidos devido à crise de 2006, que deixou 37 mortos e 150 mil desabrigados. Oposicionistas, Horta entre eles, acusam o governo liderado pelo Freitlin como o responsável pela violência no período, que fragilizou ainda mais a estabilidade do pequeno país do sudeste asiático.

 

 

Para comentar este artigo, clique comente.

 

Recomendar
Última atualização em Qui, 19 de Abril de 2007
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




Para ajudar o Correio da Cidadania e a construção da mídia independente, você pode contribuir clicando abaixo.


Vídeos

Índios Munduruku: Tecendo a Resistência

Imagem

Documentário sobre as resistências indígenas às hidrelétricas do Tapajós
Leia mais...

A Ordem na Mídia

Eugênio Bucci: “precisamos de um marco regulatório democrático na comunicação”


Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.
Leia mais...


Brasil_de_fato
Adital
Image
Image
Banner_observatorio
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image
Image

Diario Liberdade

Espaço Cult

Image
Image
Revista Forum
Joomla Templates by JoomlaShack Joomla Templates