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Judeus liberais agem contra os assentamentos Imprimir E-mail
Escrito por Luiz Eça   
Quarta, 21 de Setembro de 2016
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Enquanto os EUA limitam-se a contestar os assentamentos, uma organização liberal judaico-americana, a JSTREET, não fica só nas palavras. Toma ações concretas para combater essa política do governo israelense.

 

 

 

No seu website, a JSTREET postou uma declaração, também enviada aos jornalistas, afirmando que os EUA têm “consistentemente se oposto à construção e expansão dos assentamentos, sob todos seus presidentes – democratas e republicanos – desde que Israel começou a construir edificações em territórios capturados na guerra de 1967”. E que uma determinação jurídica, pela qual os assentamentos são ilegais de acordo com a lei internacional, continua em vigor.

 

 

Prosseguindo, os judeus liberais dizem: “uma sofisticada rede privada surgiu nos EUA, financiada por doações dedutíveis de taxas, que vem canalizando milhões de dólares para fortalecer os assentamentos e enfraquecer a presença palestina na Margem Oeste (Cisjordânia)”.

 

Eles destacam a organização Regavim que monitora e promove ações legais contra construções de palestinos sem licença israelense, tanto em Israel quanto na Margem Oeste; a Elad, que ajuda famílias judaicas a se mudarem para zonas árabes em Jerusalém Oriental; e o Fundo Hebron, que ajuda judeus a se mudarem para a cidade deste nome, cuja população é majoritariamente palestina.

 

De acordo com a JSTREET, as exigências do Internal Revenue Service são muito claras sobre os critérios que uma organização deve apresentar para se beneficiar de impostos dedutíveis: as atividades dela não podem ser “ilegais (ou) contrárias ao que está claramente definido e estabelecido pela política pública”.

 

Sendo os assentamentos contrários ao direito internacional, as atividades das organizações que os favorecem, remetendo fundos, são ilegais, além de diretamente opostas a políticas há muito tempo estabelecidas pelos EUA.

 

Portanto, não preenchem as condições para receberem deduções de impostos. A JSTREET lembra que os EUA até agora não tomaram atitudes efetivas para reprimir os assentamentos que condenam.

 

E Ben-Ami, presidente da organização, afirma: “é preciso fazer mais do que reafirmar a viabilidade da solução dos dois Estados”.

 

Pelo menos, essas organizações que enviam recursos financeiros para os assentamentos, violando a lei internacional e as posições defendidas pelos EUA, não deveriam ser aquinhoadas com deduções de impostos.

 

E este corajoso grupo de judeus foi além: apelou para que todos os seus partidários nos EUA entrem em contato com o Tesouro norte-americano, pedindo uma revisão de todas as organizações com impostos dedutíveis que atuam nos assentamentos.

 

Como você vê, a JSTREET está dando lições ao governo estadunidense. Espera-se que o governo repare sua omissão. E atenda à JSTREET, deixando de favorecer empresas que, de modo ilegal, trabalham contra as próprias políticas oficiais da Casa Branca.

 

Quanto à JSTREET, ela demonstra que nem todos os judeus norte-americanos apoiam Israel incondicionalmente.

 

No seu combate a posturas condenáveis de Telavive, a JSTREET contribui para tornar Israel um país mais justo, condizente ao pensamento daqueles que o idealizaram.

 

Mídia perde a confiança do cidadão

 

Desde 1972, o Gallup vem pesquisando o prestígio da mídia dos EUA. Ela alcançou o nível mais alto em 1976, quando 72% das pessoas ouvidas responderam positivamente à pergunta: “a mídia está noticiando de forma completa, cuidadosa e honesta?”

 

Era o tempo das grandes reportagens investigativas sobre a Guerra do Vietnã e o famoso escândalo de Watergate.

 

A partir de 2007, menos da metade dos respondentes demonstram que a confiança popular fora para o espaço.

 

Neste ano, tivemos o recorde negativo: apenas 32% viam a mídia impressa, radiofônica e televisiva favoravelmente.

 

O Gallup atribui esta queda a vários fatores. As reiteradas acusações republicanas de que a maioria dos jornais, revistas, canais de televisão e rádios aplaudiam Hillary Clinton, enquanto Trump era criticado de modo exagerado, ou mesmo falso.

 

Não sendo maniqueísta, concorde-se, apesar dos protestos partirem de republicanos e conservadores, gente, em geral, de posições retrógadas.

 

Outro motivo que pesou na rejeição foram as contínuas declarações do “fantasma republicano” sobre as injustiças de que seria constantemente alvo.

 

Entre os fatos verificados por essa pesquisa Gallup, saliente-se o pensamento das pessoas entre 26 e 49 anos.

 

Apenas 26% delas confiam na mídia do seu país, contra 38% dos estadunidenses de mais de 50 anos, o que pressagia um futuro sombrio para os veículos de informação e opinião do país.

 

Leia também:


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Luiz Eça é jornalista.

Website: Olhar o Mundo.

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Última atualização em Sábado, 24 de Setembro de 2016
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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