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Áudios - Arquivo

Edição 1003 – 21/03/2016 a 27/03/2016
Arquivos do Correio
Qui, 24 de Março de 2016
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“Lula é o grande responsável pela crise"

Por Valéria Nader e Gabriel Brito, da Redação

 

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A nomeação de Lula para a Casa Civil ainda está travada na justiça e os desdobramentos da Operação Lava Jato continuam arrepiando o país, após divulgação de lista com mais de 200 nomes de parlamentares que a Odebrecht financiou ou ao menos considerou incluir em sua lista de cooptação. De toda forma, a vida precisa seguir e uma das frentes a ser enfrentada é a recessão econômica que continua aumentando o desemprego. Foi sobre todo esse quadro que o economista Reinaldo Gonçalves concedeu mais uma implacável entrevista ao Correio da Cidadania.

 


 

 

Fábio Konder Comparato: “A Operação Lava Jato perdeu o rumo”

Por Raphael Sanz, da Redação

 

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Para entender a natureza jurídica dos fatos e avaliar a atual crise, conversamos com o jurista Fábio Konder Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. O jurista teceu duras críticas à nossa jovem democracia e avaliou o esgotamento do atual modelo. “É um acúmulo de ilegalidades. A condução coercitiva, quer de uma testemunha, quer do próprio acusado, só pode ser determinada pela autoridade judicial, e unicamente quando houver recusa de comparecimento voluntário. Não foi o que ocorreu com Lula”.

 


 

POLÍTICA

 

O discurso de Lula ou: não é fácil desmistificar a política

Por Cassiano Terra Rodrigues

 

Em vez de clamar pelo respeito a valores republicanos, em vez de clamar por apoio a um aprofundamento dos direitos sociais e coletivos, Lula repete os mesmos termos do discurso que pretende combater. Sua ideia de nação termina por parecer tão inócua e vazia quanto a luta contra a corrupção de seus opositores, pois não reconhece no processo histórico de construção do país o verdadeiro papel daqueles que de fato o construíram: os pobres, os ex-escravizados, os indígenas, os descamisados e despossuídos da terra.

 


 

Enfrentar a direita sem cair nas ciladas do lulismo

Por Hamílton Octavio de Souza

 

A esquerda deve esquecer ou ignorar que a democracia em vigor submete-se à ditadura do modelo econômico que manda e desmanda no país? É esse “Estado Democrático de Direito” que a esquerda deve defender? Não há na democracia atual nenhuma discriminação com os trabalhadores e com os pobres? Faz sentido a esquerda defender essa democracia que distorce o processo eleitoral e assalta o dinheiro público? Como é que alguém de esquerda se deixa enganar seguidamente pelo mesma ladainha?

 


 

Sob a névoa da conjuntura

Por Maurício Metri

 

Existem conjunturas nacionais em que se deflagram processos sociais complexos. Um de seus sintomas é a radicalização das posições e do debate político em geral, assim como a simplificação de questões relevantes. Essas conjunturas, no entanto, não se explicam somente pelas disputas entre os grupos internos envolvidos. Também não se esgotam pelas conspirações diárias do jogo político nacional, embora sejam estas um de seus elementos mais importantes.

 


 

Mobilização e avaliação de erros

Por Wladimir Pomar

 

Seria conveniente que os petistas começassem a pensar seriamente em acertar as contas, em profundidade, com uma política organizativa e institucional que permitiu que meliantes e aloprados de “Padrão Delcídio” se tornassem figuras de proa no partido.

 


 

Os golpes já foram e continuam sendo dados

Por Marcelo Castañeda

 

Dito o óbvio e encarando que o impeachment seria um golpe como muitos defendem, vou então destacar que até aqui alguns golpes bem recentes foram dados com a participação do PT e a maioria dos que gritam #NãoVaiTerGolpe acha “normal” ou “joga pra debaixo do tapete”. Não vou defender unidade com o PT, pois não existe unidade possível. É urgente que a crítica e a ruptura com o PT sejam feitas.

 


 

Uma Semana Santa pela paz no Brasil

Por Roberto Malvezzi (Gogó)

 

Pelas declarações, a CNBB pede serenidade no momento, inclusive alertando continuamente sobre o risco de quebrarmos nossa frágil ordem democrática.

 


Democracia posta à prova

Por Dom Demétrio Valentini

 

Em vez deste impeachment sem fundamento legal e sem justificativa, que nos unamos todos em torno das providências urgentes para que o Brasil supere este momento de crise, e reencontre o caminho da verdadeira justiça e da paz social.

 


 

A indignação hipócrita e mais um aniversário à espera da verdadeira democracia

Por Ivan de Carvalho Junqueira

 

Nesse modus operandi de exceção a deixar Carl Schmitt admirado, tudo é permitido à caça de uma certa corrupção (a depender do assunto e de quem se trata), com amparo em delações seletivas, onde juízes e promotores-militantes sobrepõem-se às funções para as quais foram investidos.

 



Referendo revogatório: que o povo decida

Por Henrique Júdice Magalhães

 

Deveriam deixar a população escolher entre relegitimar, por seu pronunciamento soberano, o atual governo, ou revogar seu mandato, abrindo caminho a novas eleições das quais emergirá outro tão legítimo quanto possível no atual sistema político. Não se trata de solução mágica ou maravilhosa: o repertório de escolhas que esse sistema político-partidário põe ao dispor da população continuaria muito restrito. Mas é a única maneira de trasladar o protagonismo atual de juízes e promotores a quem de direito, ou seja, ao povo.

 


 

Qual democracia?

Por Edson Teles

 

Não bastaria repetir uma palavra vazia de significados. Seria interessante incluirmos os sentidos de uma democracia radical, dos que não possuem, da distribuição de riquezas, do respeito e do direito à manifestação e à organização, contra o Estado policial.

 


 

Obama abre o verbo em Cuba

Por Frei Betto

 

Segundo Washington, em seu colóquio com Raúl Castro o presidente dos EUA ressaltaria os avanços nas relações entre os dois países, falaria do aumento de intercâmbio comercial e também “seria muito franco quanto aos temas sobre os quais há desacordo”.

 


 

SOCIAL

 

Campanha da Fraternidade 2016 e sustentabilidade (2)

Por Frei Marcos Sassatelli

 

Ora, como podemos falar de sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável, se o sistema capitalista neoliberal é - continua o Papa Francisco - “um sistema de relações comerciais e de propriedade estruturalmente perverso”?

 


 

ECONOMIA

 

A morolidade

Por Paulo Metri

 

Algumas consequências dos seus atos nos fazem suspeitar que ele beneficia o capital estrangeiro. Juízes que têm ódio a determinados acusados, por razões diversas não constantes dos autos, e não têm equilíbrio humanitário, extrapolam em suas ações.

 


 

Hora de decisão

Por Adriano Benayon

 

Quando se noticia o crescimento negativo do PIB de 3,8 % deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta caiu muitíssimo mais que do que 3,8 % ao ano, à taxa do conjunto da economia. De fato, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos , além dos cartéis transnacionais e demais rentistas.

 


 

INTERNACIONAL

 

Bruxelas: os cavaleiros do próprio apocalipse

Por Mário Maestri

 

Os ataques contra o aeroporto e uma estação de metrô de Bruxelas, por jovens nascidos naquela cidade, foram saudados por outros jovens moradores de Molenbeek, Schaerbeek e outros bairros da capital da Europa, atirando pedras contra policiais, que por ali circulam, há anos, como se estivessem em terra estrangeira. É mais uma guerra civil, de classes, ou melhor, de desclassados, sem futuro, do que um confronto de religião ou de raça, travada por desesperados, condenados a uma vida sem destino, na ferida cidade de Bruxelas.

 


 

A saída de Putin

Por Luiz Eça

 

Ele preferiu a posição conquistada para influenciar os dois lados a serem razoáveis e aceitarem uma paz, sem vencedor. Agora, ele espera que Obama renuncie a seu mantra “Assad tem de sair” e convença os rebeldes moderados e seus amigos Turquia, Arábia Saudita e Catar a caírem na real.  Seria fantasia imaginar que a Síria, que agora está vencendo, faça as pazes concedendo tudo ao outro lado. Com sua saída brilhante, Putin reinseriu a Rússia no teatro do Oriente Médio, como um protagonista essencial.

 


 

Europa paga por seus governantes

Por Patrick Cockburn

 

Ao tomar o lado das oposições na Síria e na Líbia, além de destruir ambos os países, a França e o Reino Unido abriram a porteira para o Estado Islâmico. Deveriam também ser considerados culpados pela ascensão do EI e pelo terrorismo na Europa. Ao se recusarem a admitir isso, ou ao menos aprender com seus erros, os europeus ocidentais fizeram muito pouco para ajudar no “fim das hostilidades” na Síria. Surpreendentemente bem sucedido, é uma conquista quase apenas dos EUA e da Rússia.

 



Fim de ciclo petista: um golpe no coração da esquerda latino-americana

Por Raúl Zibechi

 

A crise que afeta o Partido dos Trabalhadores terá repercussão em toda a região latino-americana, já que as forças de esquerda e progressistas sempre se referenciaram em um tipo de “irmão mais velho”, que agora enfrenta o que pode ser sua fase terminal.

 


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Última atualização em Sexta, 25 de Março de 2016
 

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