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“Encurralado, o governo vai cada vez mais para a direita” Imprimir E-mail
Escrito por Raphael Sanz, da Redação   
Segunda, 31 de Agosto de 2015
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Após o recesso parlamentar, o país deu de cara com a “Agenda Brasil”, que na prática nada mais é que a segunda rodada do duro ajuste fiscal comandado pelo ministro Joaquim Levy, ampliando o peso da crise sobre as costas dos trabalhadores. Uma insólita resposta à série de manifestações tanto à esquerda como à direita, o que em nada parece aliviar o quadro de crise. A este respeito, o Correio da Cidadania conversou com o deputado federal Ivan Valente, que comentou as medidas de governo e os embates entre os gatos pardos do Congresso.

 

“É um governo refém de uma política que ele não declarou totalmente no processo eleitoral. Cada vez que é pressionado por um setor perdedor da eleição, pratica a agenda do candidato perdedor. Age por pressão, ou de movimentos. Além disso, o governo também é refém de ataques na parte moral, no que se refere aos desdobramentos da Operação Lava Jato”, resumiu.

 

Ivan ressalta ser importante uma “Frente de Esquerda” a fim de reivindicar um outro modelo econômico, o que já se vê em algumas movimentações, e refuta a ideia de seu partido acabar atuando como linha auxiliar do governo, apesar das previsões pouco animadoras. “O segundo semestre começa com o impacto do aprofundamento da crise econômica, da recessão, do aumento do desemprego e da situação de inflação razoavelmente alta. São todos fatores que causam uma imensa impopularidade”, destacou.

 

Como não poderia faltar, comentou o complexo e até contraditório ambiente político brasileiro.

“O impeachment está no ar, vai ser mantido em evidência, mas não tem base legal para ser efetivado. A tensão vai continuar e o enfraquecimento do governo pode levar a grandes instabilidades. Penso que vamos ter anos de crise. O Congresso Nacional, para começar, está ameaçado de sofrer uma grande desmoralização. Temos um presidente da Câmara que possivelmente vai virar réu da Lava Jato com o acatamento da denúncia no STF, e isso pode acontecer também com o presidente do Senado e várias lideranças do PT”, analisou.

 

A entrevista completa com Ivan Valente pode ser lida a seguir.

 

 

 

Correio da Cidadania: Como você avalia o primeiro semestre político brasileiro de 2015, tendo em vista o ajuste fiscal, os cortes nos direitos trabalhistas e um governo fragilizado que agora parece terceirizar sua agenda política?

 

Ivan Valente: O que tivemos nesse período foi um governo que se desgastou muito rapidamente, depois de haver vencido as eleições. Agora, está debaixo de uma pesada crise econômica, social, política e moral. É um governo refém de uma política que ele não declarou totalmente no processo eleitoral. Cada vez que é pressionado por um setor perdedor da eleição, pratica a agenda do candidato perdedor. Age por pressão, ou de movimentos de rua pelo impeachment ou pela própria pressão empresarial, para se manter no poder.

 

É o caso das medidas de ajuste fiscal, das Medidas Provisórias 664 e 665, das terceirizações e, agora, da “Agenda Renan Calheiros” – Agenda Brasil, recém-anunciada oficialmente. São sinalizações que visam manter a ponte com setores empresariais e garantir a governabilidade a todo custo, cada vez mais à direita. É isso que está ocorrendo.

 

Além disso, o governo também é refém de ataques na parte moral, no que se refere aos desdobramentos da Operação Lava Jato, sem contar a chantagem da liderança do PMDB, justamente o deputado Eduardo Cunha, acusado de corrupção na Petrobrás.

 

Correio da Cidadania: Nesse sentido, como avalia mais profundamente a chamada Agenda Brasil, anunciada sob auspícios de Renan Calheiros e Michel Temer e recebida com bons olhos pelo governo federal?

 

Ivan Valente: Como o governo está muito encurralado pelas pressões da mídia, do empresariado e também pelas manifestações de rua, precisa se agarrar em qualquer bóia, mesmo que essa bóia seja feita de mais ataques aos direitos dos trabalhadores. Essa chamada Agenda Brasil é superregressiva. Vai tão longe que acaba por atacar questões que até agora não haviam sequer sido ventiladas, como a cobrança do SUS e o perdão às dívidas dos planos de saúde.

 

E agora vem mais ataques aos direitos indígenas, para ficar bem com a bancada ruralista e a senhora Kátia Abreu. Teremos mais terceirizações, privatizações e desregulamentação da economia. Em outras palavras, o governo tenta tudo que soe como música aos ouvidos do grande empresariado, do capital financeiro, monopolista e do agronegócio.

 

Assim, encurralado, o governo vai cada vez mais para a direita e nesse sentido é fundamental que haja pressão de rua contra o ajuste fiscal, contra a privatização da Petrobras, pela garantia dos direitos dos trabalhadores e assim por diante. Mas, certamente, estamos em um momento difícil, porque se a direita passa a ter a ofensiva do processo teremos ainda mais retrocessos. E com apoio midiático, do mercado financeiro, entre outros. Por outro lado, o governo também cumpre a agenda da direita.

 

Portanto, é necessário reconstruir o imaginário de um programa de esquerda de verdade, o que será uma tarefa gigantesca.

 

Correio da Cidadania: Acredita que lutar pelo fim do financiamento empresarial de campanhas políticas seja um dos principais alicerces deste novo programa de esquerda?

 

Ivan Valente: Certamente, é necessário um movimento para acabar com o financiamento empresarial de campanha, hoje a raiz da corrupção no nosso país, explicitamente. Fica claro através dos próprios financiamentos, de operadores, de doleiros e de gente das estatais e dos próprios empresários que praticamente não existe doação legal de campanha. Existe investimento. Empresário não doa, investe.

 

Pudemos, por exemplo, observar uma votação de uma reforma política, sob égide do senhor Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados: ele perdeu a votação e virou a noite para revertê-la, ilegalmente. O resultado: já passou na Câmara a constitucionalização do financiamento empresarial de campanha. O que isso quer dizer? Que eles estão na contramão do combate à corrupção. Esse era o grande momento. Só que a grande mídia não defende a pauta, os partidos da direita também não. E o PT defende, mas não pratica.

 

Assim, é obvio que se desaprendeu a fazer campanha sem grandes recursos no Brasil, o que fará continuar todo o processo fisiológico e corruptor dos processos eleitorais. Há um grande cinismo na questão, mas vamos continuar fazendo uma campanha para que haja uma verdadeira reforma política no país, que tenha como centro o fim do financiamento privado de campanha.

 

É uma batalha, porque existe a tendência de continuar com a mesma política que já está posta. E o mais interessante: os movimentos de rua que vão à Avenida Paulista não se colocam contrários ao financiamento empresarial. São capazes de fazer uma manifestação contra a corrupção, atacar somente o governo federal (o que é justo), mas não o senhor Eduardo Cunha. É o momento que vivemos.

 

Correio da Cidadania: Como viu a recente volta do recesso parlamentar, levando em consideração os desdobramentos da operação Lava-Jato, que atinge diversos atores relevantes, além das ameaças das tais “pautas-bomba”?

 

Ivan Valente: O segundo semestre começa com o impacto do aprofundamento da crise econômica, da recessão, do aumento do desemprego e da situação de inflação razoavelmente alta. São todos fatores que causam uma imensa impopularidade.

 

Em segundo lugar, a Operação Lava Jato atinge o presidente da Câmara dos Deputados, que não quer se afastar e utiliza de todo o seu poder e o silêncio da maioria cúmplice para continuar lá, enquanto deveria se afastar imediatamente. Mas o círculo se fecha, porque novas revelações trarão à tona o fechamento do circuito do processo de corrupção na Petrobrás e vão atingir grandes próceres da República. Principalmente do PMDB, através da delação premiada do senhor Fernando Soares, mas também do Leonardo Attuch, do Nestor Cerveró e outras figuras que podem complementar toda a trama que vai envolver mais de 50 políticos de diversos partidos.

 

Tudo isso embora na CPI da Petrobrás o PSDB tenha se unido ao PMDB para blindar o senhor Eduardo Cunha, com a omissão do PT.

 

Correio da Cidadania: Diante desse quadro e levando em conta as grandes manifestações convocadas pela direita, acredita na hipótese do impeachment? Como avalia essas manifestações?

 

Ivan Valente: Existe, sim, um clima criado por vários setores, particularmente na mídia e nos setores perdedores da eleição como o PSDB. Há um tensionamento – em relação a mecanismos para propor um impeachment – que realmente não tem profundidade, como é o caso das pedaladas fiscais. Nenhum governo foi cassado por pedalada fiscal. Isso foi feito pelo Fernando Henrique, pelo Lula e pela Dilma. Para mim, é uma falsidade, um factóide para aumentar o clima e alimentar movimentações de rua.

 

A mesma coisa vale para o TSE. O senhor Gilmar Mendes é um militante do PSDB. O que existe é um descontentamento da população com o estelionato eleitoral da Dilma, isto é, praticar uma política contrária ao que ela disse no final da campanha. Ela está praticando uma agenda política e econômica liberal, e até mesmo ultraliberal, através do senhor Joaquim Levy e suas propostas de reserva fiscal que acabam apertando o cinto dos trabalhadores.

 

Em outras palavras, faz os trabalhadores pagarem pela crise. E não vemos iniciativas que apertem os grandes, o empresariado, o mercado financeiro e assim por diante. Iniciativas como a regulação do capital financeiro, a auditoria da dívida, a taxação das grandes fortunas deveriam estar na ordem do dia, jamais a revisão dos direitos dos trabalhadores, como vemos.

 

O impeachment está no ar, vai ser mantido em evidência, mas não tem base legal para ser efetivado. A tensão vai continuar e o enfraquecimento do governo pode levar a grandes instabilidades. Acho que esse descontentamento de manifestantes vai continuar em setores de classe média e nos setores populares também, mas aí temos outra questão: é necessária uma verdadeira frente de esquerda em cima da plataforma política. Uma mobilização que seja contra o ajuste fiscal. Contra o governo e pelas reformas agrária, urbana, política, pela democratização dos meios de comunicação etc. Tal mobilização certamente será contra a quebra da legalidade.

 

Se não houver nenhuma prova concreta para o impeachment, mas mesmo assim o promoverem, será criada uma situação de instabilidade na qual qualquer um que considerar o governo impopular poderá derrubá-lo. Precisa de prova material concreta, que ainda não apareceu contra a presidenta da República.

 

Mas o que importa para quem tem um outro projeto de sociedade é que se juntem todos os lutadores sociais. Assim, somos favoráveis às manifestações de rua por um programa que avance nos direitos dos trabalhadores, combata as privatizações, as terceirizações e todos os sacrifícios impostos à classe trabalhadora. Mas também somos contra o PT e os partidos governistas utilizarem as manifestações para promoverem o “fica Dilma”, e não para defender as bandeiras concretas.

 

Essa é a grande encruzilhada da esquerda. Sou favorável aos movimentos unitários, que buscam mudanças sociais e achei bem importante a manifestação de São Paulo no último dia 20 de agosto, apesar da tentativa de manipulação de alguns setores efetivamente governistas que não percebem que, assim, acabam fazendo a bipolarização sem politizar o processo político.

 

Correio da Cidadania: Um dado curioso das manifestações da direita é que em São Paulo, onde foi maior, 75% manifestantes eram contrários ao financiamento privado de campanhas. O que pode causar essa aparente contradição?

 

Ivan Valente: Uma grande parte dos manifestantes que vão para as ruas contra o governo é, de fato, eleitora do PSDB, ou com uma tendência mais conservadora. Em um primeiro momento, considerei a manifestação de março mais popular, mas agora estão mais condensadas em uma política que foca seu programa apenas no impeachment, não tem uma proposta programática. E quando este lado programático aparece, é para dizer que nós precisamos de mais mercado e menos Estado. Ou seja, é uma proposta de programa ultraconservador, que não diz respeito à grande necessidade do povo brasileiro.

 

Por outro lado, existe uma grande manipulação, não só nos setores médios da sociedade, mas também nas classes trabalhadoras, de que acabar com o financiamento privado vai se dar mais dinheiro ainda aos políticos – que estão em baixa, muito mal avaliados. Isso causa desconfiança e é uma grande manipulação política. Os fatos vão demonstrar que a raiz da corrupção é justamente o financiamento empresarial. Que presidentes, governadores, prefeitos e legisladores acabam sendo eleitos para posteriormente cumprir a agenda econômica dos seus financiadores. No próximo período, vamos ter um esclarecimento maior sobre isso.

 

Correio da Cidadania: O PSOL corre algum risco de ser visto como uma linha auxiliar do PT, já que se opõe ao impeachment? A construção de uma frente de esquerda seria, por acaso, a principal saída para que o seu partido não fique preso entre a direita e a defesa do governo?

 

Ivan Valente: Não há nenhum risco de isso acontecer com o PSOL. A linha que o PSOL está liderando no Congresso Nacional – onde estamos em mais evidência hoje – é a luta pela derrubada do Eduardo Cunha. Os quatro deputados do PSOL se tornaram líderes na luta contra a corrupção, seja no Congresso, na CPI da Petrobrás e também nas ruas, seja na luta pela mudança de forma associada aos movimentos contrários ao ajuste fiscal. Temos o MTST, várias entidades da sociedade civil que lutam pela moradia, saúde, educação, que estão do nosso lado.

 

O principal desafio é termos mais capilaridade, mais interação social e lutar por mais inserção social. O PT ocupa muito espaço como partido, assim como o PCdoB, e essa correlação vai mudar na prática quando houver um acesso maior aos movimentos sociais. Mas o PSOL está cumprindo um papel exemplar de luta e é a maior referência política e ética do momento. Agora, é relativamente pequeno para ocupar todo o espaço à esquerda que está colocado.

 

Para completar: quando fazemos um manifesto no Congresso contra o Cunha, ali, vários setores democráticos e populares aderem ao PSOL. Temos que estar também atentos para trazer estes setores que estão cansados do petismo, do governo, se cansaram do estelionato eleitoral e continuam com um pensamento mais à esquerda.

 

Acho que estamos com uma política correta e temos perspectiva de crescimento, de nos tornarmos uma referência cada vez maior na política brasileira, independentemente deste Fla-Flu e do bipartidarismo ao qual o próprio Correio da Cidadania se refere. É difícil ocupar tal espaço de movimento social e institucional. Precisa ser preenchido e ainda somos pequenos. Porém, mesmo pequenos temos referência nítida de luta e, com um programa claro, vamos ocupando espaço.

 

Correio da Cidadania: Para além da análise das políticas vigentes, de que outro modo seria possível contornar a atual recessão, que já tem seus reflexos na vida da população?


Ivan Valente: Ainda temos um movimento bastante indefinido. Acredito que a tendência seja um aprofundamento da recessão. No governo e na economia existe uma situação instável, ou seja, qualquer crise nos balança. Somos um país reprimarizado e agroexportador de commodities. Assim, se aparece uma crise na China, sofremos um impacto grande. Se há crise com o dólar, piora ainda mais. E a dominação do capital financeiro cria uma extrema instabilidade. É necessário rever o modelo econômico.

 

A revisão do modelo econômico não é fácil porque o governo não fez o que precisava ter sido feito há muitos anos. Hoje, é refém desta política. O agravamento da situação política pode ser até o desdobramento de outro títere que ainda não dá para prever totalmente, mas é provável que neste ano e no próximo ainda tenhamos de conviver com um processo recessivo e a triste realidade dos direitos dos trabalhadores sendo atacados, com condições de desemprego ec.

 

É bem visível que precisamos ver um crescimento das lutas sociais e o que precisamos fazer é com que elas cresçam com uma plataforma de esquerda, com um programa popular e democrático, levantando bandeiras que interessem ao conjunto do povo brasileiro.

 

Correio da Cidadania: Como vê os próximos três anos e meio do mandato Dilma Rousseff frente a tanta pressão da oposição de direita, da classe média, da mídia, combinada com crescente desconfiança dos setores mais à esquerda de dentro e fora do PT?

 

Ivan Valente: Penso que vamos ter anos de crise. O Congresso Nacional, para começar, está ameaçado de sofrer uma grande desmoralização. Temos um presidente da Câmara que possivelmente vai virar réu da Lava Jato com o acatamento da denúncia no STF, e isso pode acontecer também com o presidente do Senado e mais gente ligada ao PMDB. E há também várias lideranças do PT bastante desmoralizadas pela Operação Lava Jato.

 

O ambiente institucional é bastante instável e de difícil previsão. A crise econômica aguça o quadro e cria grande instabilidade. A elite brasileira, através dos bancos, das grandes corporações industriais e comerciais, não tem interesse em um aprofundamento da crise, ou seja,  na instabilidade causada pelo impeachment. Acho que eles têm interesse em sangrar o governo, mas só haverá um processo de rompimento de um mandato se os ânimos políticos chegarem a um nível muito elevado de tensão. Porque o impeachment e a quebra da legalidade têm um preço alto na própria economia e eles se preocupam com as notas do mercado, com os rankings de risco e assim por diante. Eis o caldo de política que estamos vivendo.

 

 

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Raphael Sanz é jornalista; colaborou Gabriel Brito.

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Última atualização em Terça, 15 de Setembro de 2015
 

A publicação deste texto é livre, desde que citada a fonte e o endereço eletrônico da página do Correio da Cidadania




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