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Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 952 – 16/03/2015 a 22/03/2015
Arquivos do Correio
Segunda, 23 de Março de 2015
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Falência do PT gera instabilidade política

Por Valéria Nader e Gabriel Brito, da Redação

 

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Ricardo Antunes, sociólogo e professor da Unicamp, com uma linguagem fluida e arguta, ajuda a refletir sobre um país que parece à beira de um literal precipício. Logo no início de sua entrevista, não faz rodeios para afirmar que “talvez possamos começar dizendo que o segundo governo Dilma, e quarto do PT, é quase natimorto. De certo modo, é uma manifestação tardia da crise profunda que assolou o país a partir das manifestações de junho de 2013. Fundamentalmente, nada foi equacionado de lá pra cá”.  O sociólogo é ainda enfático em afirmar que, nesse momento, um impeachment significaria uma saída da direita.

 


 

POLÍTICA

 

O governo é do PMDB?

Por Fernando Silva

 

A crise em torno da demissão do ex-ministro da Educação, Cid Gomes, anunciada em primeira mão pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, antes mesmo de qualquer comunicado oficial do governo, é pedagógica para se entender a dimensão da crise política do governo Dilma e os avançados sintomas de uma crise institucional de imprevisíveis consequências.

 


 

Urgência urgentíssima!

Por Wladimir Pomar

 

Chegou a hora de reconhecer que o Brasil vive uma situação crítica. Isto, do ponto de vista tanto econômico e social, quanto político. Em primeiro lugar, porque a política econômica não se livrou da camisa de força neoliberal

 


 

Crise Brasil: a farra acabou

Por Frei Betto

 

Se o governo não voltar a beber na sua fonte de origem – os movimentos sociais e as propostas originárias do PT –, as forças conservadoras voltarão a ocupar o Planalto.

 


 

Ouvir as ruas, respeitar as urnas

Por Osvaldo Russo

 

O apoio irresponsável ou o silêncio pusilânime em relação à palavra de ordem do impeachment, sem motivação constitucional, é descarado incentivo ao golpismo que se sabe como começa, mas não quando e como acaba.

 



Contra a direita e os ataques do governo Dilma, retomar a luta de resistência popular

Por Givanildo M. da Silva, Hasan Zarif e Rui Polly

 

Não há dúvida de que as consequências sociais dessa política serão graves, ampliando o desgaste político do governo federal. Neste aspecto reside o calcanhar de Aquiles da oposição de direita, pois ela está de acordo com as medidas de austeridade e de ataque aos direitos dos trabalhadores, o que significa que há um limite à sua capacidade de manipulação da insatisfação popular. Ao mesmo tempo, essa contradição aponta as possibilidades colocadas para a esquerda de intervir.

 


 

A adaga dos covardes ou o limite da imbecilidade direitista

Por Mauro Iasi

 

Os setores que, com razões honestas, queriam uma guinada à esquerda estão trabalhando com o desejo, não com a realidade. Este seria o caminho mais rápido para o impeachment. O governo jamais fará isso. Todos sabem. Desde os que sinceramente gostariam que o governo fosse mais à esquerda, até os governistas mais renitentes que acham que tudo está certo e não há nada a ser corrigido. Este é o blefe. Mobilizam as massas, mas para apassivá-las.

 


 

Três perguntas e respostas sobre um domingo triste

Por Valério Arcary

 

A fadiga do lulismo abriu o caminho para a reorganização de uma direita com base social ampliada na classe média. Aconteceu neste triste dia 15 de março a maior manifestação reacionária do último meio século. Parece incrível que a única resposta do governo tenha sido uma defensiva avaliação de que o protesto foi uma mobilização de massas "legítima" e "pacífica" e a exaltação da democracia. O lugar da oposição de esquerda deverá ser o de impulsionar, com firmeza e coragem, a mobilização social contra os ataques que atingem os trabalhadores e a juventude.

 


 

SOCIAL

 

Sobre o momento político atual (1)

Por Frei Marcos Sassatelli

 

Os protestos dos movimentos sociais populares e do povo em geral - sem deixar de denunciar e combater as práticas pontuais de corrupção, que são reflexos de um sistema estruturalmente corrupto - devem ter como foco principal o próprio sistema.

 


 

O Dia Internacional da Síndrome de Down e a quebra de paradigmas

Por Guga Dorea, colaborou Grupo São Paulo

 

Para essa justa homenagem não se transformar em mais um enfeite no calendário das infinitas outras comemorações espalhadas pelo planeta, é necessário o rompimento do paradigma que separa as pessoas em iguais e diferentes.

 


 

Velhas e novas ameaças do neoliberalismo aos direitos trabalhistas (5)

Por Jorge Luiz Souto Maior

 

O Correio da Cidadania publica a quinta e última parte da série de artigos do jurista Jorge Luiz Souto Maior, em retrospectiva dos ataques aos direitos trabalhistas dos períodos recentes, inclusive através da submissão do poder judiciário aos interesses neoliberais.

 


 

ECONOMIA

 

Tratado sobre roubos

Por Paulo Metri

 

Surpreendo-me por que muitas pessoas estão descobrindo, só agora, o assalto dos órgãos públicos pelas empresas privadas.

 


 

CULTURA E ESPORTE

 

Futebol: sócio-torcedor ou buyers-club

Por Irlan Simões

 

O grupo Povo do Clube promete ser a força contrária à elitização do Beira-Rio, do Inter e do futebol brasileiro como um todo.

 


 

A ORDEM NA MÍDIA

 

Jornalismo tendencioso ameaça sobrevivência do sistema Globo

Por J. Carlos de Assis

 

A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo. É que, se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar a Globo, encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente  grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados. É no Jornal da Globo, contudo, que os noticiaristas e comentaristas da Globo saem do armário. Aí a manipulação da opinião pública passa a ser um jogo aberto.

 


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Última atualização em Segunda, 23 de Março de 2015
 

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