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Brasil nas Ruas

Confira os artigos sobre manifestações e movimentos sociais no Brasil.

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Áudios - Arquivo

Edição 934 - 03/11/2014 a 09/11/2014
Arquivos do Correio
Segunda, 17 de Novembro de 2014
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‘É impostura ideológica enxergar diferenças substantivas de projeto entre PT e PSDB’

Valéria Nader e Gabriel Brito, da Redação

 

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Mais de uma semana após o segundo turno, a poeira eleitoral começa a abaixar, mas os ânimos populares e o contexto político permanecem acirrados, neste que foi um dos mais tensos, disputados e divididos processos dos últimos anos. Para tratar de um dos relevantes assuntos em pauta, a economia, o Correio da Cidadania entrevistou o economista Reinaldo Gonçalves, que foi implacável em sua análise das proposições econômicas dos candidatos. “O projeto é exatamente o mesmo, que está levando ao apodrecimento do Brasil. O Brasil apodrece do ponto de vista econômico, social, político, institucional e ético”.

 


 

EDITORIAL

 

O Povo não é bobo!

 

Na manipulação da opinião e do voto público no último pleito, desempenhou um papel central a grande mídia. O objetivo central foi apear do poder Dilma e o PT, que não constituíam mais os agentes preferidos do capital. Por isso, a mídia chegou ao desplante de sugeri-los comprometidos com projeto político radical, anti-privatista, anti-mercado, nacionalizador. Tudo o contrário do que fizeram nos últimos doze anos.

 


 

POLÍTICA

 

Plebiscito: primeiro desafio da presidenta Dilma

Frei Marcos

 

Presidenta Dilma, siga o exemplo do papa Francisco e, logo no início do seu segundo mandato, convoque um grande Encontro de Movimentos Populares do Brasil todo, lance uma aguerrida Campanha de Mobilização Nacional e esteja à frente dela.

 


 

Papa consagra teoria da evolução

Frei Betto

 

Evolucionismo e o Big Bang não são incompatíveis com a existência de um Criador, declarou o papa Francisco: “Quando lemos a respeito da Criação, corremos o risco de imaginar que Deus era um mágico, com varinha de condão capaz de tudo. Mas não é assim”.

 


 

A “onda fascista”

Duarte Pereira

 

As denúncias exageradas de ameaças de golpes militares e de avanço fascista no Brasil, com base em manifestações minoritárias, postagens de internet e arreganhos de generais de pijama, têm-me parecido um alarmismo exacerbado com três propósitos. Entre eles, uma procura por  atrair setores oposicionistas de esquerda e de centro-esquerda, que recuaram da oposição ao governo Dilma no segundo turno, para uma união nacional em defesa do regime democrático supostamente ameaçado.

 

 


 

Dilma no fim das contas terá sido um “bom negócio”?

Luis Fernando Novoa Garzon

 

Foi rápido e intensivo o apagamento da memória das eleições, a começar pelo teor protocolar e despolitizado do discurso de vitória de Dilma, enquanto a plateia tentava ecoar coros históricos das lutas populares. No dia seguinte, declarações de fidelidade ao mercado e juras de combate à inflação foram proferidas por emissários do Planalto, estabilizando as bolsas. Querem nos fazer crer que a confiança dos investidores é que viabiliza o país. Isso é apequenar-se de antemão, é trocar um mandato popular por um mandato econômico pré-determinado. É preciso repelir o “reenquadramento neoliberal”.

 


 

Recados eleitorais para a nova etapa do jogo político

Hamilton Octavio de Souza

 

A esquerda precisa dar um passo adiante, livrar-se dessa incômoda extorsão praticada a cada eleição, por uma suposta esquerda que se alia na maior parte do tempo com a direita e, só nos momentos eleitorais, evoca sentimentos racionais e emocionais para socorrer o seu projeto de poder ameaçado. Passado o risco eleitoral, adeus aos compromissos com a esquerda e como movimentos populares autênticos. Agora, as faturas do segundo governo Dilma são bem maiores. Tudo indica que o país viverá período de muita agitação social. A disputa maior não estará nos escaninhos institucionais. Estará nas ruas.

 


 

Debate sobre eleições com a rádio Central 3 e a revista Vaidapé

 

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições

 


 

Ainda o desenvolvimento

Wladimir Pomar

 

O governo continua amarrado aos ditames neoliberais. Para que o desenvolvimento ocorra, e combine a economia com as demandas sociais e a política democrática, a macroeconomia deve estar subordinada àqueles objetivos. O inverso será continuar a amarração à ortodoxia neoliberal.

 


 

Impasses do segundo governo Dilma

Fernando Marcelino

 

Nesse momento – em que o desemprego volta a subir e o apoio popular se encontra presumivelmente abalado –, uma virada econômica só poderá viabilizar-se com o acirramento das contradições entre as necessidades das camadas mais pobres da população brasileira e os interesses do capital.

 



SOCIAL

 

Legalizar o que deveria ser punido?

Otaviano Helene

 

Se queremos construir um país democrático, é fundamental lutar para evitar a legalização do financiamento político por parte de empresas.  Não temos chance alguma de construir um país realmente democrático quando os donos do país se transformam nos únicos a poder mandar nele. É necessário lutar contra essa alteração inaceitável da Constituição, que regulamenta o que deveria ser proibido e criminalizado.

 


 

Dirigente camponês assassinado no Norte de Minas

Mario Lúcio de Paula

 

Na tarde de 22 de outubro, o dirigente camponês, coordenador político da Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia – LCP, Cleomar Rodrigues de Almeida, 46 anos, foi assassinado por pistoleiros a mando de latifundiários.

 


 

INTERNACIONAL

 

Quem tem medo de Vladimir Putin?

Luiz Eça

 

Os impérios, como o norte-americano, não admitem que outra potência conteste sua hegemonia. É o que a Rússia de Putin tem feito. Em algumas situações, para defender seus interesses. Pesquisa Gallup International, em 65 países dos cinco continentes, identificou os EUA como a mais perigosa ameaça à paz mundial (24%). Bem atrás vieram o Paquistão (8%), China e Coréia do Norte (6%) e Irã e Israel (5%). A pontuação da Rússia foi mínima. Parece que o mundo não tem medo de Vladimir Putin.

 


 

Aberta a caixa-preta dos contratos militares do Brasil com Israel

Juliano Medeiros

 

Os dados são reveladores e demonstram um intenso fluxo comercial na área militar, o que explica a conivência brasileira diante do massacre na Faixa de Gaza.

 


 

ECONOMIA

 

Golpe em curso

Paulo Metri

 

Pode-se concluir que o mandato que ainda não iniciou irá sofrer crises ininterruptas, propositadamente criadas. Tudo com o beneplácito de um Congresso de maioria fisiológica. Este não terá espírito público e passará quatro anos criando “dificuldades” para ganhar “facilidades” nos seus pleitos para a presidente. As reformas política e da mídia, primordiais para a consolidação da democracia brasileira, dificilmente ocorrerão a contento.

 


 

Por que as tarifas elétricas vão aumentar?

Instituto Ilumina

 

A partir da notícia de aumento de 17,75% da tarifa de energia da Light, o Instituto Ilumina faz algumas ponderações sobre o histórico recente da política energética, que culminam no reajuste das contas de luz.

 


 

MEIO AMBIENTE

 

Estudo aborda papel da Amazônia na regulação do clima na América do Sul

Bruno Toledo

 

O desmatamento progressivo da floresta e a degradação decorrente dessas atividades exploratórias na região estão destruindo tal capacidade de regulação climática da Amazônia, o que pode nos levar a mudanças abruptas e profundas no clima do continente – como, por exemplo, a prolongada estiagem que São Paulo vive em 2014.

 


 

A encruzilhada da civilização brasileira

 

Roberto Malvezzi (Gogó)

Sem a Amazônia para gerar chuvas e sem o Cerrado para armazenar e distribuir nossas águas, é fácil entender o que está acontecendo com todas as bacias brasileiras que estão secas nesse momento: São Francisco, Grande, Doce, Piracicaba, Mogi e assim por diante.

 


 

CULTURA E ESPORTE

 

Temos Rio-2016, mas as campanhas políticas esqueceram

Gabriel Brito, da Redação

 

O próximo mandato presidencial terá o prazer (?) de promover a primeira Olimpíada em solo brasileiro e sul-americano, mas parece que ninguém se importou em rascunhar uma política nacional de esportes para o próximo período. Não vamos perder tempo especulando motivos. Absolutamente ninguém, nem mesmo os candidatos ditos alternativos, leva a sério a pauta esportiva como parte constituinte de uma nação mais saudável.

 


 

A ORDEM NA MÍDIA

 

A liberdade da empresa jornalística

Manoela de Borba

 

O empastelamento do A Notícia, ou a reprodução do jornal tal qual o Diário Catarinense e o Jornal de Santa Catarina, perpetua uma situação em que alguns míseros grupos têm voz enquanto a maioria da população permanece sem a possibilidade de exercer sua liberdade de expressão no espaço público.

 


 

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