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Áudios - Arquivo

Edição 933 - 27/10/2014 a 03/11/2014
Arquivos do Correio
Segunda, 03 de Novembro de 2014
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Prisioneiro da base parlamentar, governo tende a caminhar para mais do mesmo’

Gabriel Brito e Valéria Nader, da Redação

 

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Após a tensa disputa eleitoral que deu novo mandato presidencial a Dilma Rousseff, o país começa a olhar para frente e vislumbrar as novas correlações de forças. Ante um Congresso altamente conservador que assumirá o legislativo, diversos atores e analistas políticos vêm afirmando a necessidade de se aumentarem as pressões das ruas nos governos. Sobre este novo período, o Correio conversou com Chico Alencar. “Os conflitos sociais e o papel do Estado na sociedade passaram longe. As divergências na campanha foram muito mais retóricas do que reais”.

 


 

‘Há muito pouco que se esperar do próximo governo’

Gabriel Brito e Valéria Nader, da Redação

 

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Enquanto o país vai se recompondo da febre eleitoral que transformou a disputa entre Dilma e Aécio numa rinha na qual os grandes e urgentes temas nacionais brilharam pela ausência, começa-se a tecer análises do que vem pela frente. A historiadora Virginia Fontes ressalta que “o resultado deste domingo foi muito marcante, a ponto de fazer necessário mobilizar todas as forças de esquerda para impedir a vitória de uma direita que dessa vez se apresentou de maneira muito mais explícita, com uma roupagem conservadora não apenas socialmente, mas também economicamente”.

 


 

EDITORIAL

 

Eleição 2014: não há o que comemorar

 

Para quem está comprometido com a luta social, a derrota de Aécio foi um alívio. Mas a vitória de Dilma não deixa nada a comemorar. Na falta de substância política, a eleição foi transformada numa briga de torcida. E ninguém passa impune pelo pacto com o diabo. Sem capacidade de mobilizar a população e prisioneira de compromissos espúrios, Dilma ficará nas mãos da máfia que, a mando dos negócios, controla o Congresso. Vítima ainda da própria covardia, que não lhe permitiu enfrentar a tirania dos magnatas da informação, será objeto diário da chantagem da grande mídia.

 


 

POLÍTICA

 

A derrota do clone

Otto Filgueiras

 

Bandeiras da direita são adotadas por gente do PSDB, mas permeiam também as alianças do governo de Dilma, recém eleito.  Contradições ideológicas que não serão sanadas por nenhuma genialidade do governo, que não vai adotar bandeiras progressistas, porque está comprometido em administrar o capitalismo e precisa das alianças com os partidos de direita, extrema direita e dos conservadores. Não por acaso, a limitada proposta do governo federal de organização dos Conselhos Populares já foi derrubada. E o COPOM já aprovou na sua última reunião a elevação da taxa de  juros: um sinalizador para o “mercado” do enquadramento do governo.

 


 

Um conselho à presidenta Dilma

Frei Marcos Sassatelli

 

Presidenta Dilma, pense, reflita e aprenda a lição das urnas. Foi uma advertência clara. No seu segundo mandato, faça um verdadeiro governo de participação popular. Tome posições políticas claras (sem ambiguidades), com coragem e com firmeza. Não titubeie.

 


 

Brasileiros divididos

Paulo Metri

 

Concordo com a união que significa a não violência, a existência de diálogo para as conquistas e em que todos tenham o direito de pensar livremente.

 


 

Qual governo, qual Dilma: a chantagem que permanece

Luis Fernando Novoa Garzon

 

Nos próximos dias, a pressão será descomunal sobre Dilma, para que anuncie uma equipe econômica em consonância com os requisitos do programa formalmente derrotado. Qual Dilma tomará posse? A que ajoelhou ao anunciar o afastamento do Ministro Mantega, mantendo “em aberto” o comando da política econômica, ou a que disse que não seria reeleita para pôr "o país de joelhos perante quem quer que seja"? Depois de eleita pelo voto majoritário das camadas populares, Dilma não pode repassar o comando da política econômica a seus algozes - muito menos internalizar o modus operandi dos capitais abutres.

 

 


 

O Diálogo Impossível

Milton Temer

 

O quase empate da última eleição é apenas a confirmação de um decréscimo permanente na diferença de votos entre a vitória do PT em 2002 sobre os tucanos e o sufoco crescente sobre o neoPT, nas eleições seguintes. Pelo desenho da curva, 2018 é vitória certa da direita.

 


 

A súbita paixão eleitoral

Fabio Luis

 

Minha hipótese é que a recente paixão eleitoral é expressão de um sentimento generalizado de impotência. Sua fonte política remete às jornadas de junho, mas sua evidenciação mais recente foi a derrota para a Alemanha na Copa. Maturando, o time da nação brasileira precisará juntar forças dispersas em ruas e estádios, desfazer-se de ilusões modernizantes e reconhecer que a esperança só vencerá o medo quando confrontar o partido da ordem, do qual o PT há muito é parte.

 


 

O caminho para o socialismo

Otto Filgueiras

 

Mulheres e homens precisam resistir e gestar alternativa operária e popular, o caminho para o socialismo e sem conciliação de classes. Mas é necessário ter consciência de que os mais obtusos do PSDB, a direita, a extrema-direita e a polícia vão insuflar as manifestações de protestos para desgastar o governo Dilma.

 


 

Desatar os nós do desenvolvimento

Wladimir Pomar

Queiramos ou não, para desatar o nó do desenvolvimento econômico e social teremos que atingir o núcleo duro do sistema financeiro e do monopólio econômico. A união política nacional não pode se furtar dessa realidade.

 


 

O susto no PT

Frei Betto

 

O PT enfrenta, agora, o desafio de governar melhor do que já fez até aqui e tentar resgatar o que, no passado, lhe imprimiu tanta credibilidade: o capital ético, a organização política dos setores populares e o compromisso de promover reformas estruturais.

 


 

SOCIAL

 

A saúde muda no segundo governo Dilma?

Paulo Spina e Heitor Pasquim

 

No segundo turno, Dilma dizia que era necessário defender as “conquistas”. O investimento no SUS continua igual a ao da era FHC, a guerra contra as drogas continua recebendo afagos do governo, a privatização da saúde continua avançando e as deliberações das Conferências de Saúde seguem esquecidas.

 


 

Por uma educação republicana

Otaviano Helene

 

O investimento por aluno e por ano na educação básica pública corresponde a cerca de 15% da renda per capita do país. Nenhum país consegue manter um bom sistema educacional com um percentual assim tão baixo. Valores típicos nos países com bom sistema educacional, sejam eles industrializados e de alta renda ou não, são da ordem de 25% a 30% da renda per capita.

 


 

INTERNACIONAL

 

O PD de Renzi despreza os sindicatos e promove soluções neoliberais

Achille Lollo, de Roma para o Correio da Cidadania

 

Hoje, na União Europeia e, em particular, na Itália, estamos assistindo ao último combate entre as duas principais doutrinas econômicas que simbolizaram o sucesso do capitalismo no mundo inteiro: o keynesianismo e o neoliberalismo. Este último começou a ganhar quando, da intransigência de Ronald Reagan e de Margareth Thatcher, se passou às sofisticadas temáticas do social-neoliberalismo com a Terceira Via de Tony Blair, a quem se deve juntar a famosa “Carta aos Brasileiros” de Inácio Lula da Silva (que abriu as portas do Planalto ao PT lulista) e a “Grande Coalizão” da poderosa socialdemocracia alemã (SPD).

 


 

Argentina sob opressão: o juiz, os abutres e a soberania

Grupo de São Paulo

 

A Argentina tenta se defender dos fundos abutres pela criação de um novo marco jurídico. Recentemente, depois de promulgada pela presidenta da nação, “A lei de Pagamento Soberano” entrou em vigor. Este diploma legal objetiva proteger o país e seus credores dos ataques especulativos dos fundos abutres. A iniciativa é boa, mas não basta. Faz-se necessária a ação política incisiva e solidária dos países da região para confrontar os avanços e as táticas do capital financeiro. Cabe-lhes gerar seu próprio sistema apara construir nova arquitetura financeira.

 


 

As origens do golpe de Estado de 11 de setembro de 1973

Jorge Magasich

 

Em mais este artigo da série sobre o Chille de Allende, o autor descreve a série de atentados terroristas em infraestruturas de diversos setores do país e as conspirações entre militares e civis, a exemplo dos chefes do maior jornal chileno, que culminariam no golpe de Estado.

 


 

Estados Unidos e Brasil: aprofundar a relação desigual

Virgílio Arraes

 

Na política externa, há naturalmente diferenças entre PT e PSDB, porém sem significar o comprometimento da estrutura interna com mudanças significativas, mesmo que a longo prazo.

 


 

CULTURA E ESPORTE

 

Um torneio monstruoso do ‘plastic-football’ surge na Índia

Irlan Simões

 

Nova liga indiana nasce com investimento de bilhões e deve afundar a liga antiga. Empresa que está por trás da empreitada já atua no Brasil. Ainda que de forma capenga, o modelo mundial do futebol-negócio avança agressivamente no Brasil e não encontra os resultados esperados, por ignorar os aspectos culturais.

 


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