Edição 993

  • Chegou a hora

    altFinalmente chegamos ao ano das Olimpíadas do Rio de Janeiro, históricas somente pelo fato de serem as primeiras realizadas na América do Sul. Pena que nem parece.

     

  • 2016: espoliação brutal é saída do capital para impasse histórico

    altCom cara de velho, começa o novo ano, com notícias pra lá de similares a janeiro de 2015. Ainda assim, novas janelas sempre se abrem quando as contradições se agudizam, como demonstra a juventude. Para tratar de 2016, o Correio da Cidadania entrevistou Ruy Braga.

     

  • Corram que as eleições norte-americanas vem aí

    altSe neste ano não acontecerem a independência da Palestina, a paz na Síria, a extinção do califado islâmico e um acordo na Ucrânia com o fim das sanções antirrussas, todas estas crises só tenderão a se agravar.

     

  • Rússia no Oriente Médio: a incógnita de 2016

    altOs Estados Unidos não poderão ignorar a Rússia no Oriente Médio como havia ocorrido na II Guerra do Golfo, em 2003. Por outro lado, há dúvidas se Moscou teria fôlego financeiro para uma permanência mais longa em solo sírio

     

  • O esgotamento de um modelo

    altVários progressismos não toleram que a esquerda que não está nos governos advirta sobre suas  contradições ou aponte seu cansaço. Respondem com slogans, apelam aos rótulos e desqualificações (chamando aos críticos de “infantis” ou “desmamados”, como é comum no Equador e na Bolívia). Isto mostra que como têm cada vez menos argumentos.

     

  • Argentina: um governo arquirreacionário a ser combatido desde o começo

    altAs fábulas neoliberais a favor “dos que trabalham” duraram pouco. Ao assumir, Macri começou a mostrar seu verdadeiro rosto, não somente anti-operário e antipopular, senão também autoritário e servente das multinacionais e do imperialismo.Seu gabinete é um zoológico de gerentes e executivos de grandes empresas.

  • A economia em 2016

    alt2016 não deverá apresentar novidade, que não seja uma pressão cada vez mais intensa dos setores dominantes por uma gestão mais liberal. Sem projeto próprio de desenvolvimento para o país, a classe dominante investe na disputa mais feroz por fatias do orçamento público.

  • Perspectivas da Economia Brasileira para 2016

    altO recrudescimento do desemprego, somado ao decréscimo do PIB acima de 3%, com redução mais que proporcional da arrecadação tributária e previdenciária, impõem à política econômica de 2016 uma agravante forte a considerar, que não existia no início de 2015.

  • 2016: impasses e agruras

    altAlgumas tendências da economia brasileira em 2016 já parecem dadas. E como dificilmente a recessão deixará de se prolongar, a inflação deverá recuar. Mas seguirá salgada: vai ser difícil impedir que ultrapasse 6,5%, o limite superior da meta.

  • O futuro do setor de petróleo brasileiro

    altSe nosso país for uma nação soberana, que deve trazer o melhor bem-estar possível para seus filhos, então, a Petrobrás é uma ferramenta valiosa para a consecução deste objetivo. No entanto, se o Brasil for um país dependente das economias centrais, a Petrobrás, assim como todo Estado brasileiro, terá que servir a seus mestres.

  • Balanço Crítico da Petrobrás

    altO Brasil do futuro será resultado das decisões tomadas pela Governo Federal e pela Petrobrás em 2016. Decisões sobre o regime de produção e a propriedade do petróleo, a taxa de produção, a integridade corporativa, os investimentos em renováveis e a presença na petroquímica e em fertilizantes.

  • Que diálogo é esse?

    altJovens, heróis da educação pública, continuem unidos e resistindo com garra. Vocês já são vitoriosos, mas o serão muito mais ainda. Todos e todas que lutamos por uma educação pública de qualidade estamos ao lado de vocês.

  • Ano novo com desenvolvimento e inclusão

    altÉ preciso um olhar direcionado para o papel que a agricultura familiar e camponesa pode exercer na garantia da segurança e da soberania alimentar brasileira, na qual a reforma agrária passa a ter significado não só social, mas econômico e ambiental.

  • O levante começou e tem a cara de nosso tempo

    altNão é do jeito que você queria, eu sei... Mas acredite, essa é a ascensão que você tanto esperava. É a classe trabalhadora quase fervilhando por baixo, nos bairros, nas fábricas, nas escolas. Contra os partidos da direita, mas também contra o PT.

  • As lutas dos estudantes secundaristas reabrem a perspectiva das Jornadas de Junho

    altOs capitalistas temem a ascensão popular e alguns já afirmam que esta será uma “década perdida”, como foi a dos anos 80. “Perdida” do ponto de vista do capital, porque para a classe trabalhadora abre-se a perspectiva da ousadia das lutas e (por que não?) da ousadia da vitória.

  • Manter as esperanças, sem tirar os pés do chão

    altA solução está, a meu ver, novamente nas mãos das gerações mais novas, porque estão imunes à influência nefasta dos meios de comunicação e da politicalha que vigora em larga escala neste “país tropical, abençoado por Deus?...”. Papel de destaque caberá também às entidades que não se deixam envolver pelo fanatismo político.

  • Perspectivas para 2016

    altMomentos de crise, que devem prolongar-se por 2016, não são apenas momentos de desespero. Também são momentos de oportunidades. O que pode propiciar às forças que se opõem ao ranço golpista da direita um bom momento para rememorar, praticamente, as grandes mobilizações públicas de um passado não tão distante.

  • “Estamos vivendo uma aventura política liderada pela pior geração de políticos da história da República”

    altEm entrevista à IHU On-Line, Ricci analisa o contexto político do Brasil nos últimos dias em perspectiva com acontecimentos anteriores. Para o professor essa crise política teve origem em uma mudança de estratégia governamental.


     

  • Feliz ano-novo

    altNa contramão do consumismo, Jung dava razão a são João da Cruz: o desejo busca, sim, a felicidade, “a vida em plenitude” manifestada por Jesus, mas ela não se encontra nos bens finitos ofertados pelo mercado. Como enfatizava o professor Milton Santos, acha-se nos bens infinitos.

  • Conhecendo a essência da Constituição brasileira

    altDiante disso, qual é a dificuldade de cidadãos(ãs) brasileiros(ãs) aprenderem a importância da Constituição Federal do seu país, e saberem um pouco sobre sua essência? Não se trata de ministrar um Curso de Direito Constitucional de nível universitário, obviamente.

  • Democracia à deriva

    altQue o sistema político brasileiro está fazendo água, isto é evidente. Mas agora ele se aproxima da falência, com prejuízos incalculáveis, sobretudo para os mais desprotegidos da sociedade.

  • Esquerda e direita

    altMais importante que colocar governos e agremiações em "gavetas" - direita e esquerda - é compreender sua conduta ou proposta em relação ao papel do Estado - e ver se está de acordo com a sua concepção de Estado.