Edição 992

  • Confirmações

     

    altObviamente, não podemos ser inocentes e acreditar que amáveis homens da lei saltaram da televisão para a vida real e vieram salvar o futebol de seus usurpadores.

  • Acordo de Paris e mudanças climáticas: aplausos errados

    altOs grandes exportadores de petróleo e até as corporações globais, todos eles, terminaram aplaudindo o acordo parisiense. Se estes atores celebram o convênio, é porque sem dúvida não está pondo limites à civilização petroleira.

  • Retrospectiva 2015 e prospectiva 2016

    altO ano de 2015 foi marcado pelo contraste entre o despotismo imperial-liberal-totalitário dos EUA sobre o mundo e a cada vez mais evidente limitação do poder russo. No ano que está terminando, comprovou-se mais uma vez que não há linhas vermelhas ao poder global estadunidense.

  • Impeachment Claustrofóbico

    O Brasil chegou ao final de 2015, primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, em meio a uma das mais profundas crises do país. Política, econômica, social, ética, ambiental. Crise, além do mais, permeada por uma lógica perversa, aprofundada após a chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder: a lógica do “nós contra eles”, por muitos apelidada como “Fla-Flu”.

     

  • Crise de 2015 inaugura impasse histórico no Brasil

    alt2015 entrará na história como algo próximo de um ano que não existiu, nos mais diversos âmbitos, marcado por variados e regulares momentos de estupefação nacional. “Fim de ciclo” e “vazio político” foram algumas das tentativas de definir todo o corolário de crises .

     

  • 2015: o pior ano de todos (até aqui)

    altImagino que quase todos os leitores, diante da trágica descrição, pensarão no rompimento da barragem da Samarco em Mariana, que devastou o rio Doce. Mas ela também vale para o Xingu em 2015. Nunca vi tanta destruição por aqui.

  • ‘Na transposição do rio São Francisco a ideia é criar um mercado de águas’

    altAs estatísticas oficiais apontam que Sobradinho acumula apenas 3% de sua capacidade, o menor volume da história. “O São Francisco era um rio perene e de alguma forma ainda é, mas cada vez mais fragilizado”, comenta Roberto Malvezzi, uma das referências para falar sobre o rio no Brasil.

     

  • Se a radiação fosse vermelha...

    altEm Angra 3, a corrupção levou a que a construção dessa usina se tornasse um atentado anunciado contra a Vida. Tudo se faça para que não ocorra. Mas se tivermos essa infelicidade ele será bem mais violento que o desmoronamento da barragem de Mariana.

     

  • Quem quis o Estado Islâmico? Quem o protege? Quem, ainda, precisa dele?

    altOs principais serviços de inteligência do Ocidente e do Oriente Médio têm trabalhado bastante para garantir a organização do Estado Islâmico, além de promover um rápido crescimento e uma insuspeitável afirmação militar.

  • Trump sabe o que diz

    altHá muito método na aparente loucura de Donald Trump. Aparentemente, os fatos estão demonstrando que Trump é um pragmático supereficiente, sem escrúpulo algum, mas eficiente, e segue liderando a corrida pela candidatura republicana, com 30%, o dobro do segundo preferido.

  • Estados Unidos: sem avanço no Oriente Médio

    altEm suma, os ganhos obtidos pela política externa de Barack Obama não viriam da área onde o país tem robusto apego, em decorrência da fartura de fontes de energia, mas da América Latina, por causa da progressiva derrocada de regimes populistas.

  • O Lulismo em xeque

    altO ano de 2015 entrará para a história como o marco da capitulação final do lulismo aos setores que determinam a hegemonia da economia brasileira desde os anos 1990.

  • Retrospectiva 2015

    altDe 2014 a 2015 o déficit nominal pula de menos de 5 pontos percentuais do PIB para mais de 9, impelido pela despesa financeira, que praticamente dobra de 4,5% para 9 pontos percentuais do PIB, verdadeira caixa preta, que não desperta a menor curiosidade midiática para dissecá-la.

  • A economia brasileira em 2015: fortes decepções

    altA arrecadação de impostos desabou (deverá recuar quase 5% no ano, descontada a inflação), dando razão, mais uma vez, à tese de que tentar fazer ajuste fiscal em ambiente recessivo é como enxugar gelo.

  • Ética e petróleo

    altO que aconteceu no setor petrolífero neste ano que finda foi somente mais do que sempre ocorreu. As petrolíferas estrangeiras insistiram em avançar sobre as nossas jazidas, em especial, sobre o Pré-Sal.

  • Em solidariedade e apoio ao Movimento Secundaristas em Luta de Goiás

    altNão podemos permitir que – em nome de uma falsa eficiência administrativa – as Escolas Públicas sejam “invadidas” pela cultura do sistema capitalista neoliberal.

  • Apagou-se

    altDesistiram da Nova Luz. Demoliram meia dúzia de prédios. Até a Rodoviária antiga. Mas para os especuladores imobiliários o esquemão não rolou. Muito triste o incêndio no Museu. O povão gostava muito de lá.

  • Ocupação nas escolas de São Paulo: uma experiência libertária

    altVejamos o que disse uma estudante do Alves Cruz, onde estudam meus filhos: “ocupamos justamente porque o Alves Cruz não é uma escola modelo. E também não gosto que pensem que somos uma escola modelo”.

  • Por que a esquerda tem mais razões do que a direita para ser a favor do impedimento de Dilma e da punição de Lula?

    altA esquerda perdeu a aposta. Mais do que uma derrota, a opção Lula foi um grave erro estratégico. O processo de reconstrução da esquerda brasileira ainda não começou e será longo, muito longo (duas décadas, talvez). Esse artigo objetiva ser uma contribuição para esse processo.

  • “É hora de organizar o partido das lutas reais”

    altDiante do encerramento de um ano conturbado, sob o signo de uma infinidade de crises, apressa-se uma análise geral de todo o complexo quadro político e a reflexão de suas causas. Para isso, publicamos a entrevista com Plínio de Arruda Sampaio Jr, economista e professor da Unicamp.

     

  • 2015, um ano turbulento

    altOs resultados do “desajuste” governamental no desenvolvimento econômico e nas políticas sociais tornaram-se cada vez mais evidentes. Nessas condições, em termos econômicos, 2015 se pareceu cada vez mais com 1998.

     

  • 2015, um ano amargo para o povo trabalhador, porém, de esperanças com e para as novas gerações

    altOs reacionários não se deram por vencidos e tentarão repetir a traição praticada contra a juventude, pela então secretária da Educação dos tempos de Covas, Rose Neubauer. A guerra não acabou também para essas novas gerações que vão fazendo seu aprendizado e descobrindo que podem ser os protagonistas das mudanças que o país tanto necessita.

  • Presentes de Natal

    altNeste Natal, não me presenteiem com a insensatez nacional. Recuso blefes de linguagem cívica, rosas murchas de jardins ressecados, abraços vazios de coração. Ando saturado dos discursos desgramatizados da ética.

  • Perigos e origens do refluxo das esquerdas políticas e sociais

    altÉ indiscutível, para quem viveu o fim do autoritarismo sob tutela militar que uma diferença fundamental se registra. Ela é, indiscutivelmente, o retrocesso brutal na capacidade de mobilização das esquerdas.

  • Do sucesso de Hori ao fracasso de Raul: conjuntura, carisma e coronelismo na política de Jaboticabal

    altInspirado em “Coronelismo, Enxada e Voto”, de Victor Nunes Leal, e outras contribuições sobre a formação do Estado, especialmente do brasileiro, pretendo fazer algumas reflexões sobre a história política recente de Jaboticabal (SP).

  • A democracia verdadeira

    altÉ necessário resgatar o conceito de democracia. Tal sistema não pode abranger os absurdos por que passa a sociedade brasileira.