Edição 986

  • Portugal: Parlamento derruba governo mais breve da história do país

    altPartidos de esquerda, em maioria, rejeitaram o programa de governo do segundo gabinete Passos Coelho, provocando a sua queda. No mesmo dia, esses partidos assinaram um acordo para viabilizar um governo do PS, o segundo partido mais votado nas eleições de 4 de outubro.

     

  • Argentina: o voto branco é um voto pelo imperialismo

    altAo La Nación, FHC disse que uma derrota do kirchnerismo facilitaria a resolução da crise no Brasil. Agregava que “se uma vitória da oposição na Argentina repercutisse nas eleições legislativas da Venezuela, seria uma maravilha”. Para isso, há de se impedir a vitória de Macri e apelar para o único instrumento disponível: o voto em Scioli.

  • Lama da Samarco: biólogo aponta impacto por 100 anos na vida marinha

    altO biólogo André Ruschi, diretor da escola Estação Biologia Marinha Augusto Ruschi, em Aracruz (ES), defende o fechamento da Samarco, mineradora responsável pelo rompimento da barragem de resíduos em Mariana (MG).

     

  • Repisando “narrativas” – Reforma Agrária

    altÉ preciso tomar o agronegócio latifundiário como inimigo principal, distinguindo-o do agronegócio puramente capitalista, e fazer com que a renda fundiária seja paga ao Estado, através da cobrança correta do ITR, e contribua para o desenvolvimento econômico geral.

  • ‘A única forma de fazer o país crescer é colocar dinheiro na mão da população’

    altNo atual contexto de fim de ciclo político e econômico, a frase que intitula a entrevista cabe para os mais diversos segmentos da vida cotidiana. No caso, foi proferida por Leanir José da Costa, liderança da periferia sul de São Paulo que esteve à frente da ocupação Plinio Arruda Sampaio.

  • Sobre o programa econômico do PMDB e sua estratégia regressiva em direitos sociais

    altO MDB do Dr. Ulysses Guimarães, que ajudou a derrubar esse regime e erguer a ordem constitucional de 1988, está sendo novamente sepultado. ‘A agenda de desenvolvimento do PMDB’ desvincula-se da ordem constitucional vigente e confia cegamente no mercado desregulado.

  • Insurgência precária: o Fórum Social Mundial

    altA experiência de mais de uma década do fórum é a melhor oportunidade para avaliarmos os limites da aposta neopolanyiana na inevitabilidade da formação de um contramovimento global espontâneo em reação ao avanço do neoliberalismo. Dessa pluralidade não surgiu um contramovimento em escala global capaz de esboçar uma alternativa de regulação ao neoliberalismo.

     

  • Acordo nuclear: rendição do Irã e a reação russa na Síria

    altO Acordo Nuclear com o Irã consolida o poder ianque no Oriente Médio. Praticamente, toda a região está sob sua suserania. Os que lhes escapam ao controle estão sob cerco e ou ataque: Somália, Eritreia, Armênia, Síria, territórios palestinos ocupados por Israel, sul do Líbano sob o controle do Hizbollah; ou sob “normalização”/neutralização, como o Irã.

  • A volta do mercado de outorgas de água

    altComo no Brasil a água é um bem da União (Constituição de 1988) ou um bem público (conforme a lei 9.433/97), então ela não pode ser privatizada e nem mercantilizada. Acontece que há tempos o grupo que representa o pensamento dessas instituições internacionais no Brasil – e das multinacionais da água – busca brechas na lei.

     

  • Mudanças climáticas: hora de (re)agir

    altO maior e mais completo estudo já realizado sobre impactos da mudança climática no Brasil foi divulgado no final de outubro. O trabalho buscou estudar e conhecer melhor como o clima poderá variar no Brasil nos próximos 25, 55 e 85 anos, de forma a fundamentar, e assim apoiar políticas públicas.

     

  • Bom senso e responsabilidade

    altFazia tempo que a CNBB não se manifestava sobre a situação nacional. Agora ela voltou a falar. É sinal de que a situação é grave. É hora de reagir, para que, em tempo, seja revertida a crise econômica, que decorre, sim, de fatores objetivos, mas vem sendo alimentada por interesses que a agravam.

  • Uma nova agenda é possível

    altAinda que o ex-presidente Lula tenha feito um apelo ao PT e ao Congresso para encerrar o capítulo do ajuste fiscal e se iniciar o debate sobre a política de desenvolvimento, é forçoso reconhecer que a realidade interliga as duas coisas.

  • Discurso de Francisco: unir os nossos povos no caminho da paz e da justiça

     

    altNeste quinto artigo sobre o 2º Encontro Mundial dos Movimentos Populares, destaco o quarto ponto marcante do discurso do Papa Francisco: “unir os nossos povos no caminho da paz e da justiça”.

  • Contradições do neodesenvolvimentismo são devastadoras para os trabalhadores

    Em entrevista do início do ano, o sociólogo do trabalho Ricardo Antunes já afirmava que “a falência do PT gera instabilidade política”, dentro de um governo praticamente “natimorto”. Em nova conversa com o Correio da Cidadania, além de reafirmar tais análises, Antunes descreveu todo o quadro de “crises econômica.

  • Repisando “narrativas” – Problemas Agrários

    altAquilo que o documento “Mudar para Sair da Crise...” chama de exacerbação das “tendências de mercantilização da terra” não é senão o novo processo de expropriação de pequenos e médios proprietários agrícolas. Tal expropriação intensificou a emergência de uma nova geração de trabalhadores sem-terra.