Edição 985

  • Petroleiros fazem greve contra desmonte e privatização da Petrobras

    altA categoria petroleira está em greve, de norte a sul do país, por entender que a manutenção da Petrobrás como uma empresa integrada e indutora do desenvolvimento nacional é uma opção estratégica. A única aceitável. Embora exija coragem e espírito público.

  • A Petrobrás continua sob ataque e o agressor é a Odebrecht

    altA Petrobras está tendo um ano difícil, e a Braskem está acumulando de forma sem precedentes. Será que investirá no Brasil dessa vez? Já é hora de a Braskem tornar-se independente dos benefícios fiscais a que tem privilégio. Em tempo, a área petroquímica da Petrobrás deu adeus, sem festa.

     

  • “E agora, José”

    altA Igreja fará o último gesto de reconhecimento da importância do Concílio, celebrando, no dia 8 de dezembro, os 50 anos do seu encerramento festivo, ocorrido em 1965. Este gesto será a última bênção reservada ao defunto, antes de ser respeitosamente sepultado?

  • Putin ganha pontos no Oriente Médio

    altObama demonstra estar mais preocupado em impedir que a Rússia colabore na queda do ISIS e na paz na Síria do que em resolver esses dois importantíssimos problemas. Sua oferta de união aos norte-americanos para ajudar o Iraque a se livrar do ISIS merece palmas. O mesmo para sua atuação na Síria, atacando os bárbaros do Estado islâmico e os terroristas.

  • Brasil e Estados Unidos: visões do golpe de Honduras de 2009

     

    altApós o resultado da votação, a Casa Branca anunciaria o reconhecimento do eleito, Porfírio Lobo. Com isso, rejeitaria de forma definitiva a postura do Planalto. A despeito do revés, a postura do Brasil foi um dos momentos de maior firmeza da diplomacia de Lula da Silva.

  • ‘Apesar da crise econômica, fechamento de escolas é oportunismo de Alckmin’

    altSegundo a professora Cibele Lima, entrevistada do Correio da Cidadania, estamos diante de apenas mais um capítulo de uma saga que já vem há mais de 20 anos precarizando a rede de ensino público estadual. Com a diferença de que agora os estudantes dizem não em alto e bom som.

  • Mitos fundantes

    altMinha geração admirava pessoas solidárias, movidas por ideais humanitários, como Gandhi, Luther King, Che Guevara e Mandela. Quem são os ídolos dos jovens de hoje? A maioria se mobiliza pela ambição de riqueza, beleza, fama e poder.