Edição 983

  • Tensões no Sínodo da Família

    altNão se devem esperar grandes avanços na doutrina católica por parte do Sínodo da Família, que se encerra no próximo domingo. O tema central, a família, é espinhoso para os 270 padres sinodais reunidos em Roma, pois engloba questões consideradas, há séculos, tabus.

  • ‘ALBA mediterrânea’ é a saída dos países europeus subjugados pela crise (2)

     

    altAnalisando as questões geopolíticas e geoestratégicas europeias, resulta evidente a existência de um processo competitivo entre Estados Unidos e a União Europeia, que Obama tentou definir ao forçar os países da UE a aceitarem o TTIP. Confira aqui a segunda parte da entrevista com Luciano Vasapollo,economista e professor da Universidade La Sapienza, em Roma.

  • Sobre os recursos do pré-sal e a educação pública

    altUma conta simples com base na produção de petróleo da camada pré-sal (cerca de um milhão de barris por dia), do seu preço, da ordem de 50 dólares, e dos valores típicos dos royalties, de cerca de 10%, mostra que tais recursos não ultrapassariam 0,1% do PIB. O financiamento da educação deve ter como base todas as atividades econômicas do país.

  • O que é estratégico?

    altAlém da economia dominada, o que, mormente após a pseudodemocratização de 1988, levou os interesses antinacionais a controlarem o sistema e as decisões políticas, acelerando a desindustrialização e primarização da economia, a falência estratégica foi acentuada por outra: a falta de coesão nacional.

  • Obama: fala muito, faz pouco

    altPor que o criminoso bloqueio aplicado contra a ilha há mais de meio século – de longe um recorde mundial absoluto – ainda se mantém sem mudanças, mesmo com as belas palavras e os amáveis gestos de Barack Obama, John Kerry e outros altos funcionários do regime norte-americano?

  • Marxismo e questão agrária: alguns encaminhamentos

    altOs trabalhadores devem disputar, socialmente, os meios de produção oriundos da Ciência e Tecnologia, mesmo que hoje estas tenham um caráter capitalista.

  • Repisando “narrativas” – Investimentos estratégicos

    altAs preocupações do PAC estiveram muito mais voltadas para atender às exportações do que às carências populares. Se quisermos ser coerentes com a ideia de “valorizar o trabalho”, será necessário dedicar esforços para definir mais claramente as prioridades de construção da infraestrutura do país.

  • 'Todas as mortes de indígenas têm de ficar na conta dos ruralistas e do Estado brasileiro'

    altAtualmente, os conflitos no Mato Grosso do Sul têm mais destaque nas páginas da imprensa do Sul e Sudeste do país, mas as contradições estão presentes em todo o território. Para fazer uma análise e oferecer uma contextualização a respeito desse debate, entrevistamos Sônia Guajajara, importante liderança indígena no Maranhão.

  • Dois modelos esgotados

    O Brasil precisa de outro projeto de país, que parta de bases democráticas e igualitárias, política e socialmente. Ao contrário da lógica do ajuste neoliberal, à qual o governo Dilma amarra o país como remédio para a crise, precisamos de um modelo de desenvolvimento soberano, que, para começar, estabeleça linhas de ruptura com a dominação do capital financeiro.

  • Metendo os pezões pelas mãos

    altCalma, governador Pezão! Não adira, tão rapidamente, ao projeto de lei do senador José Serra, PLS 131, que trata da retirada da Petrobrás da condição de operadora única do Pré-Sal.

     

  • Luaty

    altO último crime contra os direitos humanos da turma que gere Angola como se fosse seu quintal foi uma detenção de 15 jovens, sob absurdas acusações de planejamento de golpe de Estado. Tive a chance de conhecer 8 dos 15 jovens.

     

  • A universidade nas amarras do Partido Colorado

     

    altOs jovens estudantes se utilizaram da fresta aberta pela guerra interna colorada para escancarar os limites da “democracia de partido único”, mostrando-se intolerantes às suas históricas espoliações, tutelas, ameaças e perseguições no âmbito da universidade.