Edição 982

  • Quem vai governar Portugal?

    altAo contrário do que disse toda a imprensa internacional, a coligação de direita que governou Portugal nos últimos quatro anos não saiu vitoriosa nas eleições de 4 de outubro. Nesta matéria, procuramos esclarecer o imbróglio político que o país vive hoje.

     

  • Crise e Universidade

    altAs prescrições adotadas até o presente ponto não reduziram o problema por que atravessa o país. Por que não valer-se de professores das universidades federais, bastante qualificados, para a busca de soluções em uma época de agitações econômicas?

  • Europa: barbárie e esperança?

    altSetenta anos depois do final da II Guerra Mundial a Europa é novamente palco de atrocidades - crimes contra a humanidade. Antes, em guerra declarada, as forças aliadas combatiam o nazifascismo. Hoje, em guerra não declarada, vários países europeus estão em luta contra milhares de migrantes que tentam sobreviver em território da União Europeia (UE).

  • Raúl em Nova York

    altNo ano passado, 188 países condenaram o bloqueio contra dois votos a favor. A comunidade internacional já expediu sua opinião e o bloqueio a Cuba ficou inscrito na história como um dos maiores crimes perpetrados, por tanto tempo, pela mais poderosa superpotência da história contra um pequeno grande país, cujo imperdoável pecado foi o de cumprir o sonho do Libertador de Martí.

     

  • Eleições gerais já (2)

    altNão adianta argumentar que eleições presidenciais agora só favorecerão a direita. No jogo institucional atual, as posições de direita se fortaleceram por causa da grande mídia comercial e também com o lulismo e a posição do petismo oficial.

  • Repisando “narrativas” – papel das estatais

    altCabe ao Estado e suas empresas estatais criar mecanismos que garantam a sobrevivência das micro e pequenas empresas tecnologicamente defasadas, mas altamente empregadoras de força de trabalho. Elas e as médias empresas, sozinhas, não terão envergadura para competir com os grandes grupos privados nacionais e estrangeiros.

  • Democracia: tudo vale a pena, se a alma não é pequena

    altSem a participação popular a democracia brasileira não se realizará completamente na vida cotidiana. Será apenas um projeto bonito e formal. Só podemos considerar, de fato, cidadão(ã) aquela pessoa que exerce o seu direito-dever de participação política. Temos de fazer valer a democracia participativa.

  • Polarização e crítica em ‘Que horas ela volta?’ de Anna Muylaert

    altÉ inevitável a sensação de final feliz: agora, cada qual em seu lugar natural, sem interferir na vida alheia, seguindo seus destinos. Que satisfação a de Val, poder seguir seu destino! Seja como for, agora Val tem o seu lugar. Não estamos aqui diante de uma síntese falsamente reconciliadora?

  • Mudanças climáticas e o Brasil

    alt

    O Brasil está no centro da Conferência de Paris por várias razões, além do seu tamanho continental. Moldou recentemente (anos 2000) sua economia exportadora à superexploração das chamadas vantagens comparativas naturais de terras aráveis, águas, minas e campos petroleiros, suscetíveis de gerar produtos finais (‘commodities’) a baixos custos monetários, mas a elevadíssimos custos sociais e ambientais.

  • Síria: como foi perdida a paz

    alt “Nada aconteceu porque todos eles (os EUA, Reino Unido e França) e muitos outros estavam convencidos de que Assad seria expulso do seu gabinete em poucas semanas”.

  • Se a classe média acordasse

    altA grande luta política e ideológica que a humanidade deve travar, hoje em dia, é convencer os setores que conseguem sobreviver com dignidade a se unir aos que não conseguem, para combater o 1% e seus US$ 241 trilhões.