Edição 981

  • O Brasil está parado, mas os bancos continuam lucrando

    altPara falar de tamanha crise, que agora registra o maior índice de desemprego desde 2010, conversamos com e economista Maria Lucia Fattorelli, que aproveitou para contar seu trabalho de auditoria sobre a dívida grega, ótimo exemplo do rumo que podemos ver o Brasil tomar.

  • É gado humano?

    altDe que foge essa gente? Da Al-Qaeda? Do Estado Islâmico? Aparentemente, sim. De fato, fogem do entulho gerado pelo capitalismo. Seus países foram, durante décadas, saqueados por empresas petrolíferas, mineradoras, construtoras, todas ocidentais.

  • O avanço da ditadura civil brasileira

    altTodas essas manobras para entregar o Brasil nas mãos de Eduardo Cunha, o íntegro. Mas, depois, se o golpe se consumar, ele será atirado no lixo da história por seus próprios comparsas.

  • Dupla expectativa

    altQue o ano de 2017 seja vivido intensamente no seio da Igreja Católica, mas que a coincidência com o aniversário da reforma protestante seja tido como um estímulo a superar problemas históricos, que nas atuais circunstâncias perdem força e motivação de ainda existirem.

  • Fechar escolas. Como assim?

    altOuço dizer e até leio que a educação é a melhor forma de transformar uma sociedade para melhor. Então, se estão fechando escolas é porque (e será que querem que consideremos isto?) nossa sociedade já está suficientemente boa, justa, solidária, fraterna, desenvolvida. Enfim, já nos transformamos naquele país do futuro.

  • Repisando “narrativas” – Alternativas Industriais

    altSem esclarecer a atual estrutura patrimonial da indústria existente no Brasil corre-se o risco de tentar “dar sustentabilidade a um crescimento econômico” que pouco tem de “nacional”.

  • Moradia: necessidade urgente dos imigrantes e refugiados em São Paulo

    chÉ evidente que a questão da moradia faz, junto com o idioma e a documentação, o tripé das grandes dificuldades dos refugiados em São Paulo e influi nas chances de se conseguir trabalho. “Para além da crise social, os imigrantes estão sendo explorados em hotéis baratos e pensões que cobram o dobro do que deveriam”, alertou Hasan Zarif.

  • Questão agrária hoje e marxismo

    altA questão é: como analisar este novo campo que surge no novo século, capitalista e com resquícios do atraso pré-capitalista, sob o prisma da revolução?

  • Greve dos servidores federais: opção entre educação pública ou privada é o dilema do futuro

    altConversamos com Mário Guimaraes Junior, servidor na Universidade Federal de Uberlândia. “O cenário da educação nesse segundo mandato de Dilma é: mais cortes no orçamento da educação pública e intensificação da precarização das condições de trabalho dos educadores".

  • É possível reconstruir uma esquerda revolucionária depois da ruína do PT ou esta soterrará toda a esquerda?

    altA ruptura com o petismo não é algo para um futuro incerto. São muitos milhões que já romperam. É toda uma enorme parcela da geração mais jovem da classe trabalhadora que já perdeu esperança no lulismo. O que há de velho, de apodrecido, de corrompido no movimento dos trabalhadores e da juventude precisa ser deslocado, para abrir o caminho.

  • Adeus Oslo. E agora?

    altMas e os EUA? Com o veto deles, nada feito. Obama já deu os maiores sinais que, desta vez, vai pensar bem antes de dizer amém a Israel. Está em jogo a proclamação de independência da política externa norte-americana.

  • Cair na real – LRF e juros

    altPara o senador Cristovam, o brasileiro está acostumado a querer receber aposentadoria jovem. Traduzindo o jargão da “esquerda” reacionária: ”que assalariados e aposentados paguem a conta; não se toque nos trilhões de reais de juros para os bancos!