Edição 979

  • Narrativas e narrativas

    altSem o reconhecimento e a análise dos erros não será possível construir qualquer narrativa compreensível, nem dar continuidade aos feitos positivos, que existiram, mas já são parte do passado.

  • A tragicomédia das funestas eleições da Guatemala

    altO povo, dito raso, esteve pronto para ir com tudo nesta mudança, quem arredou o pé foi a classe média, acuada. Estiveram a um passo de fazer história e lutar por algo grande, que não dependeria mais de tomar sol aos sábados, nem de cartazes, nem de fotos nas redes sociais.

  • Estado sofisticou ferramentas contra manifestações, diz relatório

    altPrisões arbitrárias, uso excessivo de armamentos menos letais e a violação de direitos estão entre as práticas do Estado durante as manifestações populares de 2014 e 2015. “Não se pode prender sem indícios, só em flagrante ou por decisão judicial”, argumenta a advogada Camila Marques, em entrevista à Ponte Jornalismo.

  • Breno e a vida como ela é

     

    altBreno e toda a juventude brasileira crescem adestrados a querer e amar o mundo no qual não nasceram, nunca viram e ninguém próximo lhes contou se realmente é bom. Mas dizem que é, então não é possível dizer “tô bem aqui”.

  • PEC 71 põe em xeque a omissão de ministro da Justiça e extremismo dos ruralistas

     

    altUma resposta ponderada e concreta a deputados ruralistas radicais, que pretendem inviabilizar as demarcações pendentes e violentar os direitos dos índios. Cabe, porém, lamentar a postura irresponsável do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

  • Getúlio Vargas: aprendendo com os erros

    altAgosto de 1954 foi o marco da destruição do desenvolvimento do país, que o presidente Vargas entendia, corretamente, só ser possível havendo autonomia. Isso corresponde à lógica imperial: era-lhes intolerável o surgimento de uma potência no Hemisfério Sul e no “Hemisfério Ocidental”.

  • “Articular lutas nos próprios territórios como resposta à financeirização da natureza”

    altEntre os dias 24 e 27 de agosto, aconteceu em Belém a Conferência Latino-Americana sobre Financeirização da Natureza. Para falar sobre o assunto, conversamos com Luis Fernando Novoa Garzon, professor de Ciências Sociais da Universidade Federal de Rondônia.

  • Eleições Gerais Já!

    altA proposta de mobilização pela queda de Levy é fumaça nos olhos da população. É apenas um convidado de importância em ministério formado por walkings deads conservadores de todos os sabores. Uma reforma ministerial e uma radical reorientação política do governo são propostas fantasiosas.

  • Sobre educação e política: idade média aqui e agora

    altQuando me colocam sobre a mesa, como prato principal, um direito individual como a propriedade e ao mesmo tempo querem higienizar o direito social à educação, limpando-o de seu conteúdo político, eu só posso ficar pensando que a ideia geral é toda muito coerente.

  • Mudanças radicais na Palestina

    altAbbas, está admitindo o seu fracasso. Com a extrema-direita dando as cartas em Israel seria impossível conseguir a paz numa boa. Ele irá à Assembleia Geral da ONU para declarar a saída dos palestinos dos Acordos de Oslo.

  • O papa em Cuba

    altTodo esse processo é visto com esperança e cautela. Esperança de que a Ilha receba investimentos expressivos e dobre o número de três milhões de turistas anuais, trazendo mais divisas. Cautela porque, como me declarou um amigo cubano, “será o choque do tsunami consumista com a austeridade cubana”.