Edição 975

  • Contribuições para uma agenda econômica alternativa

    altUm programa emergencial de defesa do emprego, da renda e da segurança social dos trabalhadores e do povo exigiria uma radical mudança do atual modelo econômico e a consequente alteração da política macroeconômica.

  • Apoio ao governo Dilma como o mal menor ou construir um terceiro campo independente?

    altA esquerda que decidir se unir ao governo estará selando o seu destino: ruirá junto com o lulismo. O caminho para uma esquerda que tenha futuro depende da constituição de um terceiro campo, independente tanto do governo quanto da oposição de direita.

  • O duplo nascimento de uma mulher

    altHá 34 anos, a mulher que cobre o rosto para proteger-se da inclemência do sol do forte verão da cidade de Washington DC mantém um protesto semelhante, posto que determina que as injustiças da vida devem ser denunciadas, porque do contrário é como estar morto frente à vida.

  • A mercantilização da USP

    altA precarização do trabalho docente e a privatização do conhecimento acadêmico são duas expressões do mesmo projeto: a mercantilização da USP. Trata-se de um projeto cujo núcleo radica na apropriação do aparelho universitário por uma burocracia.

  • Varoufakis: “Não abandonei o navio. Ele é que mudou de rumo”

    altO ex-ministro faz revelações surpreendentes, como o ambiente de depressão no gabinete de Tsipras na noite da vitória do “não”, e a confidência pessoal de Schäuble de que não assinaria o acordo. “O debate está estruturado de forma que a humanidade tem de ficar fora da sala”.

  • Nova “democracia”

    altA total falta de solidariedade da elite, que quer o retorno à grande exclusão social do passado, é tão absurda quanto ilógica. Além de demonstrar não ter sensibilidade humana alguma, ela quer aplicar regras casuísticas, desde que um dos seus representantes chegue ao poder.

  • O PT e a luta de classes

    altHoje, o PT precisa compreender as novas demandas da classe média, aprofundar relações com outros partidos de esquerda e movimentos sociais e incorporar à política os segmentos populares, antes empobrecidos, que ascenderam socialmente beneficiados pelas políticas públicas empreendidas pelos governos Lula e Dilma.

     

  • Belo Monte bate à sua porta

    altAgora, os impactos diretos da construção da hidrelétrica de Belo Monte são finalmente visíveis no entorno da cidade de Altamira. De toda forma, a devastação da foz do igarapé Ambé não é nada comparado ao desmatamento da ilha do Arapujá, cuja vegetação constituí importante “cartão postal” no rio Xingu, e que deve começar a qualquer momento.

  • Estados Unidos: em busca de um candidato republicano viável

    altBoa parte dos aspirantes republicanos deve desistir da postulação principal, ainda que visualize a possibilidade de compor a futura chapa como vice-presidente ou mesmo como ministro em um eventual gabinete a datar de janeiro de 2017.

  • Equador: a repressão como limite

    altNo Equador, não há nenhuma revolução em marcha vinda do poder estatal, senão o aprofundamento do modelo extrativista e da crescente dependência do mercado capitalista global, o que requer um reposicionamento autoritário do Estado.

  • Chacinas em série. Até quando?

    altNo Brasil, as mortes não são seletivas, são generalizadas. É a lei do talião levada ao extremo: um policial morto, dez ou mais inocentes como vingança. Exatamente como procediam os nazistas. A cada prisioneiro foragido do campo de concentração, dez eram sorteados para morrer.

     

  • Já passou da hora

    altA situação nacional chegou a um ponto de limite. Está mais do que na hora de acabar com querelas políticas, que nada contribuem para superar a crise econômica, a ser contornada com urgência.

     

  • Discurso de Francisco: “vocês são semeadores de mudança”

    altNeste terceiro artigo sobre o 2º Encontro Mundial dos Movimentos Populares destaco o segundo ponto marcante do discurso do Papa Francisco: “vocês são semeadores de mudança”.

     

  • Dilemas da atual luta de classes

    altOu o governo muda sua política econômica e apoia uma agenda popular, permitindo que a luta em defesa da democracia esteja associada à luta em defesa das medidas governamentais, ou o governo apoia a Agenda Renan e coloca a ascensão da mobilização popular diante de um dilema.

  • Manifestações em apoio a Dilma

    altNa verdade, houve um golpe do governo petista em conluio com banqueiros, empresários do agronegócio e grandes capitalistas, representados pela grande mídia conservadora, a FIESP e outras entidades patronais. E pararam de falar em impeachment de Dilma.