Edição 974

  • Não há como recuperar a legitimidade da política sem ruptura radical com Lula e Dilma

    alt"A mediocridade esférica do governo Dilma resulta no fato de que ele é avaliado como ruim por capitalistas e trabalhadores, por ricos e pobres, pela direita e pela esquerda”, analisou o economista e professor da UFRJ Reinaldo Gonçalves. Uma das entrevistas mais implacáveis já publicadas pelo Correio da Cidadania.

     

  • Agenda Brasil: o verdadeiro golpe

    altO pacto conduzido por Dilma, Renan Calheiros e Joaquim Levy é o verdadeiro golpe. Golpe contra a democracia e os direitos. Pacto firmado sob os auspícios das entidades patronais, a grande mídia e os velhos partidos da ordem.

  • Eles não aprendem

    altNão há como dizer que a diferença de tratamento dado aos países islâmicos tem a ver com direitos humanos. Para o Ocidente, bons amigos podem violá-los. É uma estratégia furada. Custa muito dinheiro, muitos soldados mortos e muita perda de respeito na opinião pública internacional.

  • Boas intenções

    altSão legítimas manifestações políticas, contanto que respeitem a ordem estabelecida. Também é legítimo fazer demonstrações públicas de ordem religiosa. Contanto que sejam feitas no respeito a outras convicções religiosas.

     

  • Ressuscita-me

    altO que poderia justificar a manifestação do cartaz? Ora, os governos petistas não fizeram nada demais, jamais ameaçaram os ricos, jamais questionaram a origem de suas riquezas e de seu poder, jamais indagaram sobre seus métodos de governar, ao contrário, procuraram se associar.

  • Propina nuclear

    altO episódio envolvendo o executivo principal da Eletronuclear é gravíssimo e suficiente para a interrupção das atividades nucleares no país. E não se pode mais ignorar as objeções técnicas ao projeto de Angra 3, assim como as denúncias com relação à obsolescência dos equipamentos.

  • O jogo da oligarquia imperial

    altA oligarquia financeira controla os governos dessas potências e os seus sistemas de instrução pública e de comunicação social, incumbidos de gerar a carência de capacidade analítica e interpretativa dos fatos, que determina as maiorias a não perceberem o quanto as políticas imperiais são destrutivas e mesmo genocidas.

  • Se não temos sinais, sejamos um sinal

    altSe entendermos que a esperança se alimenta de sinais positivos, transformadores, abridores de horizontes, é fato que neste tempo ela anda em baixa. Mas me pergunto se a esperança nascida da memória de Jesus de Nazaré está condicionada aos sinais positivos e milagres do presente.

     

  • O Estado Vingativo Democrático de Direita

    altComo é possível que o debate da redução da maioridade penal seja apressado em nome de uma falsa “busca por punição” (quando na realidade apenas 0,01% dos crimes violentos tem a participação de jovens com menos de 18 anos) enquanto o debate sobre a desmilitarização das polícias continua engavetado?

  • Três crises... Falta uma

    altAs mesmas expressões de classe, isto é, os diversos segmentos do grande capital monopolista que se acomodavam através do bloco governista seguem agora na busca de uma alternativa. Na verdade, jogam nos dois lados e apoiarão aquele que vencer a disputa.

  • Dil(e)ma

    altParece que só resta ao PT a fala final de Hamlet, a obra-prima de Shakespeare: “O resto é silêncio”. No programa de TV, exaltou os feitos do passado sem explicar os malfeitos do presente nem apresentar projetos de futuro. Não é à toa que a direita brada como cães raivosos.

     

  • O castelo de cartas do PT

    altComo um castelo de cartas que se desmancha com um simples sopro da crise capitalista mundial, o Partido dos Trabalhadores (PT), seus aliados e o pessoal da esquerda que aderiu estão desesperados e procuram culpar os tucanos e a direita pelo seu próprio fracasso.