Edição 973

  • O financiamento da educação em três propostas de Plano Estadual de Educação

    altA proposta do poder executivo, assinada pelo governador e pelo secretário da Educação, é pelo menos estranha, aparentemente feita usando as teclas ctrl C ctrl V. Além de ser um cópia‑cola do que já estava escrito no PNE desde meados do ano passado, parece uma espécie de jogo do tipo ache os erros.

  • Os frutos da impunidade

    altSe o bebê queimado vivo foi um crime anunciado por sete outros lares incendiados, ele não deve anunciar o fim da impunidade, causada pelo ódio aos árabes. Não enquanto Israel for governado por políticos que se promoveram surfando nessa onda.

     

  • Discurso de Francisco aos movimentos: precisamos e queremos mudança de estruturas

    alt“A globalização da esperança, que nasce dos povos e cresce entre os pobres, deve substituir esta globalização da exclusão e da indiferença”. Pela coragem de dizer a verdade e pela clareza de suas palavras, Francisco é realmente um grande profeta do nosso tempo.

     

  • Nada vale a pena quando a alma é pequena

    altO que mais chama a atenção da direita que está nas ruas é sua alma pequena, a incapacidade de enxergar o outro, o olhar narcisístico que só enxerga o espelho. Aliás, essa é a essência de ser de direita, não enxergar ninguém mais além do próprio umbigo.

  • ‘O Brasil objetiva a gestão penal e militarizada da miséria’

    altNo Brasil “dos comuns”, continua o cerco aos direitos civis mais primordiais: aprova-se PL que tipifica o terrorismo e SP registra mais uma noite de sangue, com 20 assassinatos e fortes suspeitas sobre agentes do Estado. Em meio ao contexto, o Correio entrevistou a psicóloga Adriana Matsumoto.

  • O STF, o PT e o Brasil*

    altO STF tem cometido erros políticos e técnico-jurídicos que devem ser criticados, mas as críticas principais devem ser dirigidas aos quadros do PT que firmaram os acordos políticos que mudaram a orientação do partido.

     

  • José Dirceu

    altUma fração burguesa mais reacionária comemora ver o menino de Passa Quatro, o militante revolucionário de Ibiúna, na cadeia. Só que não. Prenderam o homem errado. O militante de Ibiúna não pode ser preso, miseráveis! Ele já morreu. Tudo sugere que o homem que o sacrificou se chama, também, Zé Dirceu.

     

     

  • Apropriação financeira na crise

    altHá que se reconhecer o óbvio: enquanto tais motivos da avidez financeira por proteger seus ativos, socializando perdas, prevalecerem na gestão da crise econômica, a crise se prolongará indefinidamente.

     

  • Se eu fosse você

     

    alt

    Se eu fosse você, companheira Dilma, no programa radiofônico e televisivo do PT, eu teria iniciado minha fala pedindo desculpas ao povo brasileiro pelos problemas que ele está enfrentando no atual momento.

  • Cuba, de hoje, e seu possível amanhã

    altQuem chega primeiro, com o necessário fim do bloqueio que tal reabertura obrigue: a degradação pela despolitização ou a industrialização que permita aos 4% de crescimento anual da economia cubana se multiplicarem, de preferência na área da produção industrial de alto nível?

     

  • Crimes (quase) perfeitos

    altPaulo Maluf foi acusado de pagar R$ 4,901 milhões, em 1996, quando prefeito de São Paulo, por um serviço que não foi feito na construção do Complexo Ayrton Senna. Na terça, 7 de agosto de 2007, o STF mandou arquivar o processo.