Edição 970

  • Os 80 bilhões de que a Grécia precisa estão na Suíça... E são gregos

    altEntre as muitas canalhices que a Troika e o Conselho Europeu cometeram contra a Grécia, talvez a mais cínica foi ocultar que todo o dinheiro que os gregos necessitam está agora em paraísos fiscais e foi fruto de evasão fiscal de magnatas apoiados por Merkel e Rajoy.

  • Mais uma imoralidade pública legalizada

    altLendo a íntegra da reportagem, fiquei tomado de indignação. O título é: “Justiça. Benefícios fazem ganhos no TJ e no MP ultrapassarem o teto”. O subtítulo: “Dois terços dos magistrados goianos recebem legalmente mais do que o limite da Constituição”.

  • Saudades remotas

    altIlusão ou era mesmo um mundo melhor? Não, naqueles tempos era inimaginável falar em proteção do meio ambiente, supor um presidente negro na Casa Branca ou um ex-metalúrgico no Alvorada.

  • ‘Temos a necessidade de criar redes de proteção aos jovens’

    Região onde se localiza o cemitério com a segunda maior quantidade de jovens enterrados, o Jardim São Luis sente da pior forma as dificuldades de um 2015 desalentador. Sobre tal conjuntura, o Correio entrevistou Anabela Gonçalves, do Coletivo Katu, que trabalha com a formação socioeducativa de jovens da região.

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  • Enganos na argumentação do senador José Serra

    altCom as produções do óleo e gás de xisto, o inexplicável aumento da oferta de alguns países árabes e a entrada no mercado do petróleo iraniano, o preço já baixo tenderá a baixar mais. Em segundo, as estrangeiras irão se beneficiar e terão petróleo barato para abastecer suas refinarias no exterior.

  • O Théo não está mais entre nós

    altThéo, igualmente marxista, advogado do BB, preparava sua dissertação e abraçara com vigor a proposta de Jacob Gorender sobre o escravismo colonial. Me propôs iniciarmos uma discussão mais sistemática. Trocamos ideias e concordâncias sobre o conceito “segunda escravidão”.

  • Fetos delinquentes e estelionatos científicos

    altMesmo para afirmações como a do deputado relator da PEC 171 (?), sempre existem adeptos, sujeitos a todo tipo de fraudes. É conveniente desmascarar essas bizarrices e reconstituir um pouco a história para evitar a repetição de algumas tragédias.

  • O Porto Maravilha e a política de reabilitação de áreas centrais

    altNesse modelo, o município não contrai empréstimos para a realização das ações previstas na Operação Urbana Consorciada e os riscos financeiros da operação concentram-se principalmente no fundo do trabalhador.

  • Corumbiara, caso enterrado

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    Corumbiara, caso enterrado, de João Peres, Editora Elefante, Ano 2015, 304 págs

  • A culpa é nossa, eleitor!

    altE quando seu candidato ganhou, foi diferente? Deu exemplo de ética, fez leis favoráveis aos mais pobres, introduziu mudanças estruturais no país?

  • Os protagonistas da economia

    altNa sua intervenção na Assembleia da CNBB, Rubens Ricupero afirmou com muita clareza que a moralidade de um país é medida pela atenção prioritária que ele consegue dar aos pobres.

     

  • Leilão de petróleo é para “tapar buracos”

    altO mais lamentável é estarmos nas mãos de uma elite retrógrada, com mentalidade. De outro lado, essa é a “esquerda” que se vê, a de Haroldo Lima: raciocina como a direita e naturaliza a venda de bens estratégicos, num momento que reconhece como desfavorável.

  • Fim de ciclo

    Corrupção e prisões mostram a relação íntima de empresas com governo, em nossa longa tradição de promiscuidade público-privada. Trata-se de lógica que engolfa todas as forças políticas tradicionais, indiscriminadamente, sem uma única exceção. A corrupção extrapola, portanto, a questão moral e mostra hoje o seu caráter sistêmico.

     

  • A origem dos 10% do PIB nacional para a educação pública e o reconhecimento de sua necessidade

    altParece uma “conta de chegar”: sabe-se o resultado, aqueles 10% do PIB nacional, e inclui-se tudo o que for possível para chegar a ele. Assim, embora o PNE de 2014 possa implicar em algum aumento dos recursos públicos para a educação pública, é necessária muita imaginação para acreditar que iremos muito além dos atuais cerca 5% do PIB.

     

  • Grécia se socorre com redes solidárias

    alt“Não é caridade, é um movimento solidário e, como tal, não ficamos apenas repartindo medicamentos sem custo. Queremos que as pessoas participem, se envolvam na construção de uma sociedade mais justa”, diz Eleni Sotyropouloy, na Farmácia Solidária de Patisia, bairro central de Atenas.

  • Qual o pacto político possível?

    altO que resta aos partidos progressistas e de esquerda, aos movimentos sociais combativos e aos setores populares excluídos do jogo político institucional pelo modelo autoritário de imposição do neoliberalismo?

  • A última barreira ao Acordo Nuclear

    altPara não perder negócios milionários, as empresas dos EUA já devem estar usando seus poderosos lobbies e dólares para demover até republicanos de sepultarem o acordo nuclear.

     

  • As bruxas estão soltas

    altSendo realista, talvez o deputado Cunha esteja na condição daquele ladrão da piada que, para salvar-se, grita “pega ladrão”. Bem vistas as coisas, a tal altura talvez essa seja a situação de grande parte do empresariado nacional e estrangeiro no Brasil, e de seus representantes.

  • Prosperar ou sucumbir

    altO caso da Grécia ajuda a compreender o desafio que o Brasil terá de enfrentar. Está claro que as potências imperiais e seus vassalos brasileiros não toleram mudanças na política econômica nos últimos 61 anos, por mais modestas que sejam. Ao contrário, só admitem radicalizá-la.

  • Papa condena o “novo colonialismo”

    altFrancisco observou que, para uma vida digna, é necessário garantir os três T – teto, trabalho e terra. E em referência aplicável à Grécia e ao Brasil, qualificou de “novo colonialismo alguns tratados denominados de ‘livre comércio’ e a imposição de ‘austeridade’, que sempre apertam o cinto dos trabalhadores e dos pobres”.

  • Propina ou doação, tanto faz

    altÉ uma lástima ver Moro, MP, PF, gastarem meses e meses para discernir se o dinheiro das campanhas foi doação ou propina. Desculpem a sinceridade, mas falta a compreensão da formação social e histórica do país, de como a corrupção sempre se constituiu na privatização do Estado brasileiro.