Edição 969

  • Honduras: contingente policial e militar reprime greve de fome

    altA bota militar imperial, através do governo central de Honduras, está reprimido e assassinando todo e qualquer ser humano que se ponha contra suas politicas ditatoriais e fascistas. Com afinco, o povo hondurenho tem resistido pacificamente, há seis anos.

  • Por que ser nacionalista?

    altNão me ufano pelo Brasil ser um dos cinco países do mundo com grande território, população e PIB, pois este fato não inibe o roubo das nossas riquezas. Porém, se o povo for realmente informado, não ludibriado, a sangria será estancada.

  • Servidores do povo

    altÉ urgente fazer uma reversão de juízos, resgatando o valor e a importância da esfera pública e reconhecendo a competência e a idoneidade dos servidores e servidoras que colocam sua vida a serviço do bem comum.

  • Chega de enganação do povo!

    altGaranto que todo verdadeiro educador é contra a “terceirização” (privatização) ou a “militarização” da Educação Pública. Aliás, que a educação não é função dos militares até uma criança de cinco anos já sabe.

  • É o lobo, é o lobo!

    altCompreendemos a estratégia do desgaste visando uma futura derrota eleitoral do petismo, ou possibilidade de antecipar este desfecho. Mas a direita e a forma de manifestação do conservadorismo têm um papel, também, na estratégia governista.

  • A trágica humilhação grega é um remake do Tratado de Versalhes

    altNa prática, os europeus, até agora, somente retirarão recursos da Grécia, pois os empréstimos, com exceção da injeção de moeda nos bancos, são todos operações meramente contábeis, não havendo entrada de recursos reais.

  • A viagem de Dilma aos Estados Unidos

    altDiante das duas transferências reais de poder, a presidente se transformou, de modo simbólico, de chefe de governo em representante do Estado, o que faculta a ela o desempenho de funções diplomáticas. Na recente viagem, se limitou a ser uma caixeira viajante.

  • Entrevista com Varoufakis: a batalha para salvar a Grécia

    altO Correio da Cidadania publica entrevista de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a Harry Lambert, do jornal inglês Newstateman. Na conversa, Varoufakis conta como foi sua experiência ao longo de cinco meses nas mesas de negociações.

  • Programa de Proteção ao Emprego permite a empresas chantagear trabalhador

    altA MP 680 é mais uma medida que beneficia o grande capital. Não é razoável o governo economizar recursos do FAT quando se trata do abono salarial para quem ganha até dois salários mínimos, enquanto utiliza o dinheiro do mesmo fundo para subsidiar grandes empresas.

  • O diâmetro das circunferências de saúde

    altTem-se um movimento circular, que gira, gira e não consegue se mover. Parece que sempre fica tudo igual, sem nenhum avanço ou progressão. Teses que se repetem de Circunferência em Circunferência.

  • A fórmula mágica da paz social se esgotou

    altO Correio da Cidadania convidou o filósofo Paulo Arantes para uma entrevista que acabou se tornando uma longa reflexão a respeito dos desígnios brasileiros – políticos, sociais, econômicos e culturais – do momento em que diversos dilemas se colocam. “Exaustão”, foi a palavra escolhida para definir o atual fim de ciclo em curso.

  • A Esperança Resiste

    altVivemos na nossa economia e no esporte mais cultuado do país uma espécie de transe, que nos afasta perigosamente daquilo que poderíamos efetivamente construir, de acordo com nossas reais possibilidades.

  • Dilemas atuais e cenários da economia brasileira em perspectiva

    altAgora, não se criam novos empregos para os jovens e ainda se perde o que havia sido obtido. E se forem mantidos todos os constrangimentos de mercado e da política econômica ora em operação, a tendência é fecharmos o ano com menos de 1 milhão de empregos formais.

  • Francisco sustenta

    altCom suas palavras foi aberto, pela primeira vez em muito tempo, um espaço enorme para avançar na construção de um discurso anticapitalista arraigado nas massas.

  • O exemplo da Grécia

    altMerkel se recusa a aceitar que a Grécia, para sair do buraco, adote a receita que salvou o seu país: imposto sobre as grandes fortunas e perdão de parcela significativa da dívida.

     

  • Por que a Globo destila ódio contra a Petrobrás

    altO ódio das Organizações Globo à Petrobrás é tão grande que a empresa teve de veicular matéria paga quando recebeu o prêmio equivalente ao “Nobel” da indústria do petróleo, pela terceira vez, em 2015.