Edição 968

  • Não à “terceirização” ou à “militarização” da Educação Pública

    altPara onde a educação pública está andando? Por que será que o governador Marconi Perillo quer militarizar as escolas? Será que ele pretende militarizar também a sociedade como um todo e transformá-la num grande batalhão?

  • Separar o joio do trigo

    altAfinal, são defensores do capitalismo internacional e tupiniquim os tucanos neoliberais, o pessoal da extrema-direita, a exemplo de Jair Bolsonaro, mas também vários petistas e gente pretensamente de esquerda, que se colocam contra os direitos das mulheres, LGBTs e são homofóbicos.

  • Respeito à Constituição

    altNão há dúvida que estamos vivendo um momento de crise. É então que a tentação de burlar a Constituição se infiltra sorrateiramente, assume aparências de zelo democrático e veste a carapuça da legalidade para perpetrar seus intentos golpistas.

  • Grécia...

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  • Um cenário preocupante

    altEstá se tornando realidade o cenário dos sonhos que nem mesmo a direita, em seus maiores delírios, supunha possível. Nessas condições, já não basta um cavalo-de-pau na economia. Será necessário um cavalo-de-pau também na política.

  • Financiamento eleitoral por empresas: condição suficiente para não haver democracia

    altQuem escolherá os financiados, em especial os beneficiários dos grandes financiamentos e, portanto, aqueles com maiores chances de serem eleitos, serão as altas direções, os grandes acionistas e os donos das empresas. À população caberá apenas pagar a conta e votar neles.

  • O 7 x 1 foi um ‘acidente’ apenas para quem se dá bem com a atual estrutura do futebol

    altEstá tudo bem para os donos do jogo e o 7 x 1 foi um estorvo muito fora do previsto. Rola dinheiro como nunca para quem está dentro do circo. Na mais implacável metáfora, deus mostrou que não é brasileiro. E, passado um ano, não nos acudiu.

  • 25 anos do ECA: entre avanços e retrocessos

    altTradicionalmente, “menor” é o “outro”; não os nossos filhos. O ECA, em sentido inverso, evoca uma mudança de paradigma, tendo por destinatário a totalidade de crianças e adolescentes, na superação aos antigos Códigos de Menores, de 1927 e 1979.

  • Obama: sim, podemos!

    altUma equipe de advogados demonstrou que existe um amplo campo de atribuições nas mãos do executivo e se Obama quisesse poderia impulsionar algumas decisões que reduziriam significativamente os perniciosos efeitos do bloqueio.

  • Grécia: um Referendo para renegociar a dívida ou se salvar de pagar a dívida?

    altÉ inegável que a vitória do NÃO no foi uma prova de renovada soberania por parte do povo grego. Ao mesmo tempo, será nesse contexto político que o governo deverá legitimar uma proposta ao FMI, detentor de quase 70% dos títulos soberanos da dívida grega.

  • Reduzir a maioridade é manter a exclusão social da juventude

    altParte dos defensores da redução da maioridade, aqueles que têm fácil acesso à grande imprensa, que vive da publicidade de ricos anunciantes, bem sabe que não serão os seus filhos adolescentes que arcarão com o peso da repressão penal.

  • Projeto de José Serra sobre o Pré-Sal precisa ser observado pela sociedade

    altO capital internacional e as petrolíferas estrangeiras não se conformam com este resquício de soberania na província Brasil. Não tiveram apoio político em 2010, mas, como veem fragilidade no governo, resolveram atacar novamente.

  • A arte da tática no momento atual

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    Trata-se principalmente de enfrentar com sucesso a ofensiva da direita, desnudando sua verdadeira natureza antidemocrática e antipopular, e apresentando alternativas reais e viáveis. É um desafio idêntico ao que a esquerda enfrentou entre 1960 e 1964, e não conseguiu sucesso.

  • Venezuela: o sonho está acabando

    altPara enfrentar a dura realidade, foi aconselhado um ajuste fiscal, com redução de benefícios sociais e elevação de impostos. Mas Maduro recusou. Como recusou aumentar o preço da gasolina, que poderia trazer uma renda de 12,4 bi. Se na primeira atitude falou o socialista, na segunda falou o político.

  • Do ódio à esperança

    altResta à sociedade civil descruzar os braços e não esperar dos políticos no poder. É hora de arregaçar as mangas e reorganizar a esperança. Com meros protestos não sairemos dessa depressão cívica. Há que ter propostas.