Edição 967

  • Deus e a diversidade de gêneros

    altMatar em nome de Deus é ainda mais grave. E não se mata apenas pela eliminação física. A morte simbólica usa as armas do preconceito e da discriminação para demonizar também os gays criados à imagem e semelhança de Deus – que não é homem nem mulher – e por ele são amados.

  • Cada preso é um cliente - o que se esconde por detrás da decisão da Câmara

    altO mercado criado em torno de presos e presídios movimenta muito mais grana que a imaginação popular possa ver. Quando você vai conferir quais empresas fornecem essas quentinhas, muitas delas são de políticos ou de parentes deles, como é os Perrela em MG.

  • Para os corações que amam

    altVer um time de mentalidade careta e militarizada, definitivamente, não dá mais e não há título que recompense a rendição à tamanha mediocridade.

  • É hora de apoiar o governo. O grego, claro

    altO Syriza estará legitimado para conduzir a Grécia para fora da zona do euro e liderar a reconstrução do país com uma nova moeda, novos parceiros comerciais e novas alianças estratégicas. Se der certo, isso abrirá as alamedas de uma nova Europa.

  • Agravantes e atenuantes

    altNão dá para comparar os muitos crimes, cheios de agravantes, cometidos por Israel, contra os poucos dos palestinos. A Autoridade Palestina acaba de entregar um dossiê contendo o relatório da comissão da ONU. Já é tempo de julgar os responsáveis pela hecatombe de Gaza.

  • Projeto danoso ao Brasil no Senado

    altO Senado aprovou regime de urgência para projeto do senador José Serra que retira a exigência de a Petrobras deter 30% dos consórcios que exploram o Pré-Sal. Enquanto isso, as poderosas Shell e BG se fundiram na maior petrolífera do mundo.

  • Lava Jato – mar de lama

    altNão restam dúvidas de que o objetivo maior da Operação Lava Jato não é prender os donos das principais empresas do país e sim paralisar as principais obras e, principalmente, a Petrobrás.

  • “O mais provável é o governo Dilma se arrastando nos próximos três anos e meio”

    altA crise política que praticamente paralisa o governo Dilma voltou a ganhar força nos noticiários e debates, algo reforçado pelas próprias movimentações políticas dos últimos dias. Para refletir sobre a situação, o Correio da Cidadania entrevistou o deputado federal Chico Alencar.

     

  • Missa de um ano do falecimento de Plinio Arruda Sampaio

    altO Correio convida todos os amigos do Plinio, fundador do nosso jornal, e família à missa de um ano de sua morte, que será realizada nesta quarta feira, 1 de julho, na Capela da PUC-SP, na rua Monte Alegre, 948, às 20h.

     

  • O segredo bancário por trás da tragédia grega

    altÉ preciso buscar as razões pelas quais a Grécia foi escolhida para estar no olho do furacão, submetida a acordos e memorandos ilegais e ilegítimos, servindo de cenário para encobrir o escandaloso resgate ilegal de bancos privados desde 2010.

  • As mulheres de Kobane e a luta da liberdade contra a opressão

    altSegundo o professor da London School of Economics, David Graeber, que passou dez dias em um dos acampamentos em Rojava, o segredo para compreendermos a estabilidade do que já podemos chamar de uma nova cultura política é o equilíbrio étnico e o papel das mulheres.

  • Belo Monte ainda é uma triste história sem final definido

    altBelo Monte ainda é uma triste história sem final definido. A sociedade brasileira vai ter que criar coragem para escrever seu final, pois é dele que depende o futuro e a sobrevivência da Amazônia.

  • Redução da maioridade penal e encarceramento juvenil

    altO discurso em prol da redução da maioridade penal alimenta-se de inverdades. A propósito, o sistema de justiça juvenil é também seletivo.

  • A “antirrepública” de Eduardo Paes

    altEm ambos os projetos (Golfe e Parque Natural da Barra da Tijuca) encontramos os mesmos elementos: de um lado, a violação da lei; de outro, o favorecimento econômico ilegal de empresas financiadoras da campanha eleitoral do atual prefeito

  • Repetindo verdades

    altEmbora Lula não haja aproveitado o congresso do PT para dizer as verdades há muito repetidas por grande parte da militância, é positivo que tenha colocado o dedo nas feridas. É quase certo que quem quer ver o PT retomar suas antigas bandeiras espera que não pare por aí.

  • Equívoco perigoso

    altLimitar a ação contra os menores infratores, sem apontar tantos outros fatores do aumento da violência na sociedade e nas famílias, é uma hipocrisia que precisa ser desmascarada.

  • Comitê Popular da Copa: “Não reconhecemos a ideia do legado”

    alt“Tivemos milhares de famílias removidas, muita gente impedida de trabalhar, aumento da exploração sexual e também criminalização dos movimentos”. Assim começa a entrevista de Larissa Viana, do Comitê Popular da Copa – SP.