Edição 965

  • Escolas estaduais de São Paulo: a sangria dos professores invisibilizados

    altFoi decidido no dia 12 de junho o final de uma das mais duradouras greves da história recente do país.“Será que esse modelo de escola pública fechada, cheia de grade, onde uns entram e outros não, essa coisa policialesca, é o projeto que queremos de uma escola pública?”, questionou um dos professores grevistas.

  • Centrais sindicais apoiam o ataque do governo às aposentadorias dos trabalhadores

    altSob a falsa alegação de combate ao déficit público, Dilma/PT segue promovendo a chamada “reforma da previdência”. E as centrais sindicais estão aí encenando “brigar” contra o fator previdenciário, mas, na realidade, fazem diversionismo.

  • A encíclica verde

    altNão há desenvolvimento social e avanço científico positivos, alerta o papa, sem o respaldo da ética e a centralidade do bem comum em tudo que se pesquisa e planeja. O combate à idolatria do mercado é enfático, ao frisar que a fome e a miséria não acabarão “simplesmente com o crescimento do mercado”.

  • Minha primeira reação ao documento do Papa

    altA encíclica ecológica do Papa começa na dose mais vasta e profunda que poderia ter. Francisco ainda chama a atenção que “o grito da Terra é o grito dos pobres”, realçando que a questão é socioambiental.

  • Reforma política: quatro nãos e quatro sins

    altAo final de seu congresso, o PT recua e decide não confrontar a presidenta Dilma, atenuando as críticas à política econômica e evitando ataques ao ajuste fiscal. Parece brincadeira! O PT tornou-se um partido de covardes. Mostrou, mais uma vez, de que lado realmente está.

  • A PUC e Foucault

    altSenti-me tocado ao ler que os responsáveis maiores pela PUC de São Paulo teriam proibido que se instaurasse no Curso de Filosofia da Universidade uma cadeira sobre Michel de Foucault.

  • Brasil: crise financeira ou fiscal?

    altOs números deixam claro que não sofremos uma crise fiscal, ou seja, originada pelo suposto de que o “governo arrecada muito e gasta pior”. De fato, existe superávit fiscal se excetuamos da conta o gasto financeiro do governo com os juros da dívida. A Constituição em vigor prevê sua auditoria.

  • PT: a tragédia que nos ameaça

    altHavia esperanças de que o quinto congresso do PT resultasse em mudanças substanciais. Dizendo de outro modo, a maioria dos delegados, entre os quais se destacou a presente direção partidária, parece não enxergar o que está ocorrendo no país.

  • Brasil e Estados Unidos: modernizar Cuba

    altNa apreciação da diplomacia do Brasil, o caminho para isso passaria pelo reatamento com a Casa Branca, através da contribuição do Planalto. Em se materializando a convergência entre os dois adversários, seria um marcante êxito da postura presidencial.

  • Grécia mártir, heroica, humanizada

    altDos meus dias na Atenas revisitada, conservo memória de acontecimentos que desencadearam em mim um turbilhão de emoções inesperadas. Um deles foi o ato público realizado em frente à casa de Charilaos Florakis, secretário-geral do KKE durante quinze anos.

  • Cuba e EUA estendem as mãos

    altTudo indica que, inicialmente, o fluxo maior de viajantes dos EUA rumo a Cuba será motivado pelo “turismo médico”. Para o cidadão comum, tratamentos de saúde nos EUA são caros e precários. Cuba, além de excelência na área, reconhecida internacionalmente, possui expertise em ortopedia.

  • Olimpíadas da corrupção NÃO!

    altA cidade está cada vez mais sendo segregada, elitizada, violentada. A população de baixa renda nunca foi tão marginalizada, excluída e massacrada. Temos que nos unir e no próximo dia 5 de agosto mandarmos um claro e inequívoco aviso para o prefeito Eduardo Paes.

  • Vila Autódromo continua ameaçada de ficar sem ‘legado olímpico’

    altApós agressões da polícia a moradores no último dia 3, quando se tentava desapropriar mais uma família, o Correio entrevistou Altair Antunes, presidente da associação dos moradores do bairro. “São 17 dias de Jogos. Não dá pra entender o que está por trás”.

  • A rebelião não será gourmetizada

    altCrítica coletiva e pública à realização do Seminário Internacional “Cidades Rebeldes”, organizado pela Boitempo Editorial e o SESC São Paulo.

  • A captura do desenvolvimento por interesses corporativos na ONU

    altUma onda privatizante do financiamiento para o desenvolvimento está à vista, a qual aprofundará as desigualdades na repartição da riqueza em nível mundial na III Conferência de Financiamento para o Desenvolvimento das Nações Unidas, de 13 a 16 de julho.

  • Concentração de capital nos agrotóxicos visa submeter governos e consumidores

    altIsso ajudou a aumentar as vendas de inseticidas e herbicidas para combater o problema – e deu força à acusação de que o uso de sementes transgênicas está ampliando o emprego de pesticidas sintéticos que podem ameaçar a saúde humana e o meio ambiente.

  • Greve dos professores: final infeliz para a educação brasileira

    altO panorama é de descaso com a escola pública. Para muitos, um ataque neoliberal. Se for isto, o resto do seriado já sabemos: o Estado abandona seus deveres e a sociedade pede a iniciativa privada. A escola passa a ser um negócio, a educação uma mercadoria.

  • ‘Transporte público deve ser uma decisão dos usuários, e não de empresários e prefeitura’

    altA população do Extremo Sul conseguiu um avanço histórico, ao ver efetivadas algumas novas linhas para a região de Parelheiros, tema da entrevista do Correio da Cidadania com Luize Tavares, do coletivo de Luta pelo Transporte no Extremo Sul.

  • Crescimento do subdesenvolvimento

    altA economia brasileira está seriamente doente. Sem ordem constitucional de verdade, não há como sair do atoleiro, pois os beneficiários da corrupção sistêmica a institucionalizaram e criaram mecanismos, em todas as esferas do poder, para aprofundá-la.

  • Questão da Palestina: Obama abriu os olhos

    altNetanyahu conta com um poderoso lobby no Congresso norte-americano. Mas deve estar pisando em ovos, pois a comunidade internacional está cada vez mais sem paciência e Obama parece estar pensando em ficar na história como o presidente que pôs Israel na linha.

  • Educar para a felicidade

    altA escola tem que colocar, como finalidade, formar pessoas felizes e não mão de obra qualificada para o mercado de trabalho. Cabe à escola interagir com o contexto em que vivemos.