Edição 962

  • Eleições na Espanha: ‘o Podemos conseguiu o fato histórico de institucionalizar o descontentamento cidadão’

    altSe no Brasil os levantes de 2013 ainda não entraram na institucionalidade, na Espanha as grandes manifestações de 2011acabam de desaguar em novos partidos e movimentos no poder. O Correio conversou com a cientista política Esther Solano, madrilena radicada em SP.

  • Entenda por que os Estados Unidos foram responsáveis pela prisão de dirigentes da FIFA

    A entidade que comanda o futebol já enfrentou muitas acusações de corrupção, mas nunca em um tribunal dos EUA. Tudo começou por causa do Catar. Os EUA eram fortes candidatos a receberem a Copa de 2022 e a derrota nebulosa acabou levantando suspeitas de corrupção e, assim, envolveram as autoridades estadunidenses.

  • ‘É preciso acabar com a sangria da dívida pública para mudar a agenda do Brasil’

    altQuando se abrem claros sinais de intensificação da recessão no país, associada às medidas de política econômica levadas a cabo pelo governo, o Correio entrevistou Maria Lúcia Fattorelli, auditora da Receita desde 1982, e coordenadora do movimento Auditoria Cidadã da Dívida.

  • Desmilitarização da Polícia e da Política: uma resposta que virá das ruas

     

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    Desmilitarização da Policia e da Política: uma resposta que virá das ruas, de Givanildo Manoel da Silva (Org.), Editora Pueblo, Ano 2015

  • 30 anos do Hizbollah: o falso consenso em torno à sua origem na ‘radicalização’ (1)

    altAo contrário do que o “senso comum” afirma, alimentado pela desinformação constante da mídia ocidental, o surgimento do Hizbollah não foi resultado da “radicalização” dos “xiitas” libaneses, decorrente da Revolução Iraniana de 1979. A formação do Hizbollah é decorrente, sobretudo, da Guerra Fria (1945-90) e das invasões israelenses do Líbano, de 1978 e de 1982.

  • Novo desvio de riqueza da Petrobrás

    altAlguém realmente acredita que as seis áreas de petróleo com reservas já constatadas, com alguns campos gigantes, valem só quatro bilhões de dólares?

  • Em defesa do voto obrigatório

    altNo quadro brasileiro atual, o voto facultativo é uma das faces (a mais simpática) da investida conservadora. O "Estado mínimo" da macroeconomia neoliberal demanda, para o seu bom funcionamento, a teoria da representação mínima.

  • Reforma Política? Apenas para silenciar as ruas

    altFalemos de responsabilidades, pois. É em grande parte do PT e de quem foi na onda. Ao invés de respostas efetivas aos protestos de Junho, tivemos apenas repressão e propostas pífias. Nada, que efetivamente respondesse à voz das ruas, mas apenas algo que grita em sentido contrário.

  • A era da pilhagem

    altA militarização do conflito social insinua que a transição para um modelo apoiado na pilhagem dos direitos sociais e trabalhistas já começou. E o mais provável é que batalhas populares, como as de Curitiba, se multipliquem pelo país afora.

     

  • Lotados de carros

    altEstá certo que o socialismo ainda não é alternativa concreta, os partidos e organizações da esquerda revolucionária, marxista, enfrentam dificuldades, mas os tempos de hiper-exploração do mercado chegaram ao final.

  • Falta de vagas em UTIs: “pena de morte” para trabalhadores

    altAfirmo, com todas as letras, que a responsabilidade humana, ética e constitucional do crime de omissão de socorro - por falta de vaga em UTI de hospitais públicos - e de outros crimes contra o direito à saúde (que é o direito à vida) é do Estado, que deveria ser processado, julgado e condenado.

  • Sobre roseiras e homens-formiga

    altComo formigas centradas apenas no nosso limitado universo roseira-formigueiro, não conseguimos perceber nada à nossa volta que não esteja inserido no nosso limitado espectro de percepção.

     

  • Geni e Jaci: as dores do progresso ou o progresso da dor?

    altEm Jaci: sete pecados de uma obra amazônica, os próprios trabalhadores contribuíram para a realização do filme – filmando. Grande parte das imagens foi capturada por celulares de trabalhadores que construíram Jirau e Santo Antônio.

  • ‘O Brasil fica cada vez mais um caldeirão; a palavra greve geral volta à cena’

    altEm Goiânia, pelo terceiro ano consecutivo os professores entraram em greve, além de se voltarem contra o próprio sindicato e recriarem suas formas de luta. O Correio da Cidadania entrevistou Antônio Gonçalves Rocha para falar da paralisação que durou mais de um mês.

  • Reforma Política (popular) já

    altA esta altura, não vem ao caso se foram preenchidas ou não as condições de uma Iniciativa Popular de Lei, como determina a Constituição. Pois o recado está dado, com clareza, e com ênfase em sua urgência.

     

  • Jesus de Nazaré e o Papa Francisco

    altO Papa Francisco, por suas atitudes, conseguiu levar um pouco das periferias latino-americanas, africanas, asiáticas para dentro daqueles muros. Transportou para ali um pouco de semiaridez do mundo, sua pobreza, injustiças.

  • China: O Globo virou nacionalista?

    altJornalões como O Globo jamais se arvoraram defensores de uma política nacional de industrialização. Porém, diante dos investimentos chineses, “oportunidade que não pode ser descartada”, arvoram um nacionalismo torto para colocar obstáculos a seu prosseguimento. Por quê?

  • A Escola Integral e a inclusão: equívocos e perspectivas

    altA entrada na greve de alguns professores parece estar colocando, no mínimo, a necessidade de um debate mais apurado sobre o que a escola integral está sendo na prática e quais as perspectivas para o futuro, se é que existem.

  • Crime político. Resta saber quem ganhará

    altSerá muita pobreza se a imprensa enveredar pelo caminho fácil de criminalizar as torcidas organizadas através do episódio da Bombonera. Que foi uma bandidagem, qualquer um sabe. A serviço do que e de quem é que são elas.

  • Estado espanhol vota: análise dos resultados no País Basco e Navarra

    altO Podemos surge com força em nível regional e podendo ser decisivo em Navarra e Gipuzkoa, apesar do menor peso em nível municipal fora das capitais. Os votos somados dos partidos menores nestas eleições já correspondem a quase 50% do total.

  • Fórmula 85/95 não vai piorar as contas do país, diz professor da Unicamp

    altPara doutor em economia Eduardo Fagnani, especialista em Previdência, noticiário faz terrorismo. E não havia crise, até a chegada do Plano Levy. Segundo Fagnani, não há falta de dinheiro na Previdência, que é financiada pelo orçamento da Seguridade Social.