Edição 959

  • A segunda morte do PT

    altO governo conseguiu aprovar, na noite de 11 de novembro de 2003, a famigerada reforma da previdência. Ao votar a favor das MPs 664 e 665, o PT assinou simbolicamente, pela segunda vez, seu óbito como alternativa em favor da classe trabalhadora brasileira.

  • Sobre a questão da moradia, de Friedrich Engels

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    Sobre a questão da moradia, de Friedrich Engels, Editora Boitempo, 1873, 160 págs

  • Transgênicos: deputados atropelam direito à informação

    altAprovação de projeto que acaba com rotulagem atropela Direito à Informação, beneficia transnacionais e comprova: bancadas ligadas a poder econômico estão dispostas a tudo.

  • “Reduzir a maioridade penal é retroceder no processo de efetivação de direitos”

    altEm meio a tantas ofensivas conservadoras no que diz respeito aos direitos das minorias e a discussão no Congresso Nacional sobre uma possível redução da maioridade penal, o Correio da Cidadania conversou com três responsáveis pelo Sefras Cárcere a respeito do trabalho que desenvolvem dentro dos presídios.

     

  • Nacionalismo e petróleo

    altLula e Dilma Rousseff não recuperaram a Petrobras para a sua função de garantir a autossuficiência nacional, mantendo o mito da “oitava irmã”, iniciado durante a ditadura.

  • O governo enterrou de novo o debate da regulação da mídia?

    A democracia existe no papel, mas não se realiza na prática. O artigo 220 da Constituição define que não pode haver monopólio ou oligopólio na comunicação social eletrônica. A Globo, no entanto, controla 70% do mercado, faturando sozinha mais do que todas as demais empresas de comunicação. Isso acontece porque o Congresso Nacional nunca elaborou leis definindo mecanismos que impedissem a formação de monopólio.,

  • ‘Governo paga o preço pela ação despolitizadora do último período’

    altConversamos com Gilmar Mauro, importante liderança do MST. Decepcionado com algumas prioridades, Gilmar lamentou a indicação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura. Para ele, o governo paga, agora, o preço da despolitização gerada pelos anos triunfais do lulismo.

  • Reflexões sobre o estilo de trabalho

    altNão vejo em muitos petistas, dentro e fora do governo, qualquer esforço evidente de se aprofundarem nos erros ou desvios que conduziram o PT à crise de 2005 e à crise atual.

  • A Arábia Saudita mostra suas garras

    altO governo saudita já afirmou que só vai baixar as armas depois de derrotar seus adversários e repor Hadi na presidência. Não será fácil. Além de sua eficiência comprovada, as forças houthis foram consideravelmente fortalecidas com as armas e equipamentos tomados do exército de Hadi

  • Depressão cívica

    altSem um projeto histórico capaz de encarnar princípios éticos inquestionáveis, reorganizar a esperança das bases populares e sinalizar efetivas mudanças estruturais, não creio que haveremos de enxergar luz no fim do túnel.

  • Ordem é ninguém passar fome e Progresso é o povo feliz

    altA violência sanguinária recente da PM do governador tucano Beto Richa contra os professores do Paraná repete o que já acontece em vários estados do Brasil e contra pobres e negros nas periferias das cidades. A repressão é a resposta dos neoliberais à crise capitalista. E vai continuar.

  • Meio ambiente violentado

    altCom tantas notícias negativas em nosso país relacionadas ao meio ambiente, uma novidade alvissareira é a de que o papa Francisco lançará em breve a sua 1ª encíclica, que abordará o tema “meio ambiente e pobreza”. Esperamos que o “maior país católico do mundo” se sensibilize.

  • Causa mater

    altPlagiando o coronel Passarinho, os donos desta mídia devem pensar “ que o conceito de igualdade de oportunidade na mídia para todos os grupos vá às favas. Vamos deixar de lado os pruridos. A mídia é nossa e nós entrevistamos quem nós queremos”.

  • Paraná: genealogia de um massacre

    altO massacre perpetrado por um assustador contingente de PMs contra 20 mil manifestantes produziu mais de 200 feridos e cenas de selvageria que correram o mundo. Como chegamos a esta situação? O que estava em jogo? Por que o governo decidiu impor uma repressão tão violenta?