Edição 957

  • Saúde pública e universal é alvo silencioso de cortes e privatizações

    altEmenda Constitucional 86, Lei 13019, PEC 451... Um pacotaço que atinge em cheio a área da saúde pública brasileira e, mais precisamente, o Sistema Único de Saúde (SUS). É disso que conversamos com Paulo Spina, do Fórum Popular da Saúde de SP.

  • De onde vem o conservadorismo?

    altEnganam-se os que querem restringir o pensamento conservador a uma categoria de eleitores. O alvo é outro: os trabalhadores. Por isso o abandono das demandas próprias de nossa classe pelo governo de pacto social é o caminho mais rápido para dotar a alternativa de direita da base social que ela precisa.

  • Quem manda no país?

    altEm vez de haver investigação isenta e eficaz, vê-se desrespeito a direitos constitucionais dos acusados. O resultado é que são reforçados falsos conceitos, de há muito inculcados, de que estatais são inconvenientes e as empresas privadas nacionais são intrinsecamente corruptas.

  • Uma afronta aos pernambucanos

    altOs afrontosos aumentos nas tarifas de energia elétrica, atividade essencial, não deveriam ser concedidos sem que, ao menos, se levasse em conta a qualidade do serviço oferecido.

  • ADI 1923: legitimação e ampliação da terceirização no setor público

    altA luta contra o PL 4.330/04 precisa continuar, por certo, mas há de se reconhecer que a desarticulação e um envolvimento mais consistente contra a terceirização em si, em todos os níveis, já deixaram essa grande baixa, que foi o julgamento da ADI 1923.

  • Petrobrás gripada, Brasil tuberculoso

    altA visibilidade do "Petrolão" na triste trajetória da corrupção deve ser considerada como uma vitória da democracia brasileira. A broma "O petróleo é nosso e a propina, deles" contém uma diretiva clara: dar transparência à gestão microeconômica da Petrobras.

  • Congresso: os terceirizados do poder econômico

    altNão são apenas as condições dos trabalhadores que serão precarizadas, mas a própria prestação do serviço. Nem na ditadura vimos um Congresso legislar tão descaradamente em causa própria.

  • Ajuste fiscal contra trabalhadores? “Nem que a vaca tussa!”

    altEx-presidente Lula, é evidente que os movimentos populares, em nome da democracia, defenderão o governo contra qualquer ameaça de golpe. Dizer, porém, que o povo está no governo, é piada de mau gosto.

  • Meia sola não resolve

    altA decisão da última reunião do diretório nacional do PT, proibindo os diretórios partidários de receberem contribuições de empresas, mas liberando seus candidatos a continuarem a praticar esse procedimento, criou uma situação esdrúxula.

  • Maioridade penal: arte-educação e nonsense autoritário

    altSensação de “nonsense” no discurso da redução da maioridade penal. Quem são os pregadores da ideia? Conhecedores da vida do jovem na periferia? É nele que vai recair o peso da lei. A falta de perspectiva é a maior falta.

  • Mais médicos, mais saúde

    altO programa, que este ano chegará a mais de 72% dos municípios do país, atende prefeituras de todos os partidos, inclusive 66% (452 cidades) das que são administradas pelo PSDB.

  • A montanha que devemos conquistar

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    A montanha que devemos conquistar - reflexões sobre o Estado, István Mészáros, 192 págs, Editora Boitempo, Ano 2014

  • O começo da resistência e o silêncio da grande mídia

    A hipótese que este dia 15 de abril colocou é a possibilidade de ir além da inócua e hipócrita briga de facções que se instalou no país, com a constituição de uma alternativa de resistência nas ruas à onda de retrocessos e ataques a direitos.   Mas talvez a contradição mais escandalosa verificada nas manifestações do 15 de abril foi a atitude da grande mídia corporativa, que escondeu a marcha de 40 mil pessoas em  São Paulo.

  • ‘O Brasil é um produtor de mães de maio’

    alt“Uma luz no fim do túnel”. É assim que Debora Silva Maria, liderança do movimento das Mães de Maio, define a criação da ‘Comissão da Verdade da Democracia – Mães de Maio’, recém-aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo.