Edição 956

  • TISA: a banalização do mal

    altA entrada do Uruguai nas negociações do Trade in Services Agreement (Acordo de Comércio de Serviços – TISA) requer várias ponderações, dado que o processo de discussão pública que se iniciou sobre o tema carece em grande medida de uma fundamentação sólida.

  • Mil mentiras sobre a Venezuela

    altCaro leitor, quando se deparar com uma "reportagem" reproduzida inadvertidamente por um jornalão brasileiro, assinada por um jornalista irresponsável ou preguiçoso, desconfie. Nem tudo - ou quase nada - o que se diz sobre a Venezuela no Brasil é verdade.

  • Manifestação contra a terceirização

    altA manifestação do dia 15 de abril, comandada por Guilherme Boulos, do MTST, foi um sucesso e acuou a extrema-direita, mas também deu sobrevida ao PT e ao capitalismo monopolista no Brasil.

  • Burguesia no ataque: é hora do contra-ataque

    altComo nenhuma crise socioeconômica dessa magnitude e duração afetou o lulismo desde 2004, e como sua articulação à crise ético-moral levou a popularidade de Dilma a um nível muito baixo, a perspectiva de um ataque da burguesia cresceu em muito. E ele tem sido incisivo.

  • Ana Montenegro: 100 anos de uma feminista de classe

    altAna Montenegro, exilada política, separada e mãe de dois filhos, teve um deles (Miguel) morto durante o exílio: era uma mulher feita de aço e pétalas. Ela faleceu em 30 de março de 2006.

  • Terceirização e o rapto do território do trabalho

    altCom a terceirização, não vão faltar argumentos defendendo o empreendedorismo com a aparência virtuosa de “independência” dos trabalhadores e manifestação de modernidade.

  • ‘Dinheiro tem, mas vai para o lugar errado’

    altEm tempos de grave crise, debater a questão da dívida pública se faz essencial. A Auditoria Cidadã quer mostrar à população que o país tem, sim, dinheiro para investir nas áreas hoje em crise, mas esse dinheiro tem sido destinado para o pagamento de juros e amortização.

  • A crise e a nova frente

    altDiante da crise do sistema político, surgem condições para uma nova e ampla frente política e social - democrática e de esquerda -, além do PT e CUT, em contraposição ao retrocesso e ao conservadorismo, capaz de protagonizar um novo ciclo de desenvolvimento sustentável.

     

  • Não baixar a guarda e ocupar as ruas

    altEm pleno século 21, a bancada do retrocesso, que hoje é maioria na Câmara dos Deputados, pretende fazer o Brasil voltar ao século 19. A única forma de impedir isso consiste em criar uma frente única, que inclua todas as forças democráticas e populares, mesmo aquelas que criticam o PT.

  • Galeano: original e profundo

    altEduardo não escrevia para a igreja, pois seu objetivo era chegar com sua voz a todos os inconformados, aos oprimidos e explorados que encontravam em sua linguagem um valioso instrumento para compreender e explicar a realidade.

  • Tivemos um 'modelo de crescimento', mas estamos longe de ter um projeto de nação

    altO perfil da indústria nacional não esteve no centro da discussão do modelo de crescimento brasileiro nem na década de 1990, quando tivemos um modelo menos centrado na intervenção do Estado e com um viés liberal, nem a partir de 2003, avalia a economista Vanessa Petrelli.

  • Entenda o ajuste fiscal

    altA devassa no Carf calcula que as fraudes podem chegar a R$ 19 bilhões! Portanto, se o governo cobrar o que grandes empresas devem de impostos, lesando o povo brasileiro, metade dos R$ 38 bilhões almejados por Joaquim Levy chegará logo aos cofres do Tesouro Nacional.

     

  • 50 anos de Concílio e CNBB

    altA que está agora se realizando quer assinalar uma data muito significativa: os 50 anos da conclusão do Concílio Vaticano II. Com a eleição do papa Francisco, os ideais e as propostas do Concílio retomaram novo impulso, de maneira surpreendente.

  • Crise econômica, programa anticíclico e ‘ajuste fiscal’: fatos e manipulações

    altPrograma anticíclico calcado no crescimento no eixo das ‘commodities’ gera crise fiscal e não crescimento sustentado. Isto já está admitido pela própria Dilma. Programa ortodoxo de ajuste fiscal gera mais contração econômica. Vejam a situação dos endividados da zona do Euro.

  • Tem Santa Cruz na TV? Não, mas tem Orlando City

    altNão transmitimos jogos da Copa do Nordeste, das Séries B ou C com o devido tratamento. Mas há um punhado de times europeus que podem ter absolutamente todos os seus jogos assistidos. É pior do que temíamos: a tal “estrangeirização” do sentimento já é uma realidade.