Edição 954

  • ‘Os poderes jurídicos brasileiros não dão relevância à vida do negro’

    altChacinas como a do Cabula, com 14 mortes e 5 desaparecidos, e da Mangueirosa, em Belém, cujo número de mortos segue incerto, são, talvez, a verdadeira síntese do processo político brasileiro. É disso que tratamos ao falar com Hamilton Borges, membro da Campanha Reaja ou Será Morto(a).

  • Chico de Oliveira: ‘não acredito em impeachment nem em renúncia’

    altEm meio ao mar de incertezas que pauta 2015, parcelas da sociedade guardam expectativas de que alguma mudança de peso estaria em vias de se gestar e a fortaleza do poder está ameaçada. Porém, não é assim que pensa o sociólogo Francisco de Oliveira, em entrevista concedida ao Correio.

  • Burocracia e fascismo no Brasil: alguns apontamentos sobre uma correlação provável

    altO esforço para assegurar uma autonomia crucial neste momento, sem se tornar presa nem da defesa de um governo antipopular, reacionário, neoliberal e burguês, nem do regresso sinistro da ditadura, é hercúleo.

  • A estrutura do caos

    altNão são neoliberais nem necessariamente partidários da direita os defensores e aproveitadores da política de juros altos, tal como os da política de subsidiar trilionariamente os carteis transnacionais. Trata-se, simplesmente, de arrancar do Brasil quantias e recursos incalculáveis.

  • Celpe: prêmio à ineficiência

    altNão se pode admitir que a empresa reajuste suas tarifas, mantendo a qualidade dos serviços aquém do estipulado pela própria Aneel. Nas tarifas elétricas neste ano os consumidores já tiveram dois reajustes para aumentar o caixa das concessionárias.

  • Para que serve a educação?

    altReinventar o futuro é começar por revolucionar a escola, transformando-a em um espaço cooperativo no qual se intercalem a formação intelectual (consciência crítica), científica e artística de protagonistas sociais.

  • Lula puxa freio de mão no começo da subida da ladeira

    altFrustração. Foi essa sensação que tomou conta dos militantes dos sindicatos, movimentos populares e organizações de juventude combativos que participaram da plenária dos movimentos sociais na quadra dos bancários.

     

  • O Velho Ogro

    altO PT denunciou os “casos” do Sivam, Proer, compra de votos para a emenda da reeleição, pirataria nas privatizações. Porém, jamais se debruçou no estudo de como se precaver e de como tratar o combate contra a corrupção à medida que o partido se institucionalizava.

  • O caso Petrobrás e as entranhas do regime

    altO caso Petrobras não se enquadra como um “desvio de conduta”, pelo contrário, confirma a regra. Não reconhecer isso é uma artimanha dos que objetivam ocultar que a corrupção assume características estruturais no capitalismo, não sendo brasileira, norte-americana ou francesa.

  • Voltar às origens ou agir no presente com olhar no futuro?

    altA hora é menos de repensar o partido (o PT) e mais de uni-lo e agir para fora, de modo a mobilizar a sociedade e impedir a tentativa de golpe e o retrocesso. A hora é de recompor a base aliada democrática.

  • As mentiras da democracia

    altEm meio à polarização crescente da sociedade brasileira nos últimos meses, pouco se falou sobre um fato extraordinário para a luta social e democrática no país: foi lançada a Comissão da Verdade da Democracia “Mães de Maio” (CVDMM) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

     

  • Greve dos professores de SP vai muito além do reajuste salarial

    altEm meio às manifestações dos últimos dias 13 e 15 de março, que ganharam destaque na dita “grande” imprensa, houve um levante dos professores estaduais de São Paulo completamente ignorado pelos meios de comunicação. O Correio conversou com a professora de História Silvana Soares de Assis, que já leciona há 28 anos.

  • Governo Dilma. E agora, José?

    altAgora, José, só os movimentos sociais podem salvar as políticas sociais, os direitos dos pobres, e provocar a reforma política e a mudança da atual – e nefasta – política econômica.

  • Indícios de mudança nas relações EUA/ Israel

    altEm entrevista na Casa Branca, Obama afirmou que, mesmo depois da “correção” de Netanyahu, as perspectivas de paz no Oriente Médio estavam diminuídas. Foi enfático, reiterando a necessidade de se reavaliar a política norte-americana na região.

  • Lava-Jato, Zelotes e a essência autodestrutiva do capitalismo

    altCorrupção de funcionários de todos os escalões do setor público não é ponto fora da linha na "ética" capitalista. Mas está aí mais uma prova da atualidade das concepções de GramscI.

  • Se o ministro Gilmar já criticou na imprensa a ADI da OAB contra financiamento de empresas, por que segurar mais o processo?

    altNão é tolerável que, com um pedido de vista, um ministro possa atar as mãos da instância máxima do próprio Poder Judiciário, o que soa ainda mais desarrazoado, se considerado o resultado provisório do processo e a manifestação do ministro.

  • Crise, incerteza e briga de facções

    O Brasil está hoje diante de uma mera briga de facções. Não tocam no que é primordial. E não têm, nenhuma delas, a mais mínima condição moral para falarem uma da outra.