Edição 952

  • Futebol: sócio-torcedor ou buyers-club

    altO grupo Povo do Clube promete ser a força contrária à elitização do Beira-Rio, do Inter e do futebol brasileiro como um todo.

  • O governo é do PMDB?

    altA demissão do ex-ministro da Educação, anunciada em primeira mão por Eduardo Cunha, é pedagógica para se entender a dimensão da crise do governo Dilma e os avançados sintomas de uma crise institucional de imprevisíveis consequências.

  • Contra a direita e os retrocessos do governo Dilma, retomar a luta de resistência popular

    altNão há dúvida de que as consequências sociais dessa política serão graves, ampliando o desgaste político do governo federal. Neste aspecto reside o calcanhar de Aquiles da direita, pois ela está de acordo com a austeridade e de ataque aos direitos dos trabalhadores.

  • Sobre o momento político atual (1)

    altOs protestos dos movimentos sociais populares e do povo em geral - sem deixar de denunciar e combater as práticas pontuais de corrupção, que são reflexos de um sistema estruturalmente corrupto - devem ter como foco principal o próprio sistema.

  • A adaga dos covardes ou o limite da imbecilidade direitista

    altDesde os que sinceramente gostariam que o governo fosse mais à esquerda, até os governistas mais renitentes que acham que tudo está certo e não há nada a ser corrigido. Este é o blefe. Mobilizam as massas, mas para apassivá-las.

  • Velhas e novas ameaças do neoliberalismo aos direitos trabalhistas (5)

    altO Correio da Cidadania publica a quinta e última parte da série de artigos do jurista Jorge Luiz Souto Maior, em retrospectiva dos ataques aos direitos trabalhistas dos períodos recentes, inclusive através da submissão do poder judiciário aos interesses neoliberais.

  • O Dia Internacional da Síndrome de Down e a quebra de paradigmas

    altPara essa justa homenagem não se transformar em mais um enfeite no calendário das infinitas outras comemorações espalhadas pelo planeta, é necessário o rompimento do paradigma que separa as pessoas em iguais e diferentes.

  • Urgência urgentíssima!

    altChegou a hora de reconhecer que o Brasil vive uma situação crítica. Isto, do ponto de vista tanto econômico e social, quanto político. Em primeiro lugar, porque a política econômica não se livrou da camisa de força neoliberal

  • Tratado sobre roubos

    altSurpreendo-me por que muitas pessoas estão descobrindo, só agora, o assalto dos órgãos públicos pelas empresas privadas.

  • Ouvir as ruas, respeitar as urnas

    altO apoio irresponsável ou o silêncio pusilânime em relação à palavra de ordem do impeachment, sem motivação constitucional, é descarado incentivo ao golpismo que se sabe como começa, mas não quando e como acaba.

  • Três perguntas e respostas sobre um domingo triste

    altA fadiga do lulismo abriu o caminho para a reorganização de uma direita com base social ampliada na classe média. Aconteceu neste triste dia 15 de março a maior manifestação reacionária do último meio século.

  • Jornalismo tendencioso ameaça sobrevivência do sistema Globo

    A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo. É que, se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar a Globo, encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente  grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados. É no Jornal da Globo, contudo, que os noticiaristas e comentaristas da Globo saem do armário. Aí a manipulação da opinião pública passa a ser um jogo aberto.

     

  • Crise Brasil: a farra acabou

    altSe o governo não voltar a beber na sua fonte de origem – os movimentos sociais e as propostas originárias do PT –, as forças conservadoras voltarão a ocupar o Planalto.

  • Falência do PT gera instabilidade política

    altRicardo Antunes, sociólogo e professor da Unicamp, com uma linguagem fluida e arguta, ajuda a refletir sobre um país que parece à beira de um literal precipício. Logo no início de sua entrevista, não faz rodeios para afirmar que “talvez possamos começar dizendo que o segundo governo Dilma, e quarto do PT, é quase natimorto".