Edição 947

  • ‘Há uma proliferação de blocos de carnaval em São Paulo, mas falta chegar mais na periferia’

    altConversamos com Selito SD, um dos animadores do Cordão da Mentira, bloco de carnaval que tem suas marchinhas voltadas a temas relacionados à memória da ditadura militar. A entrevista destacou que o carnaval de rua e a apropriação do espaço público não deixam de estar relacionados à política.

  • ‘Agentes externos, internos, mídia e setor financeiro querem abocanhar a Petrobras’

    altTal como já analisado por este Correio. estamos diante de “disputas intercapitalistas” entre variados e pujantes setores, o que, obviamente, não poderia deixar o petróleo e a Petrobrás de fora. Essa é a discussão que se faz na entrevista com Felipe Coutinho, novo presidente da AEPET

  • Rendição

    O cidadão e eleitor brasileiro tem profundos e fartos motivos para se estupefar a cada novo dia. Até mesmo aqueles que jamais acreditaram nas pífias promessas eleitorais da campanha petista. Enquanto isso, a trajetória do Syriza na Grécia é uma evidência de que é possível vencer uma eleição sem ‘carta ao povo grego’.

     

  • Declaração Final do Encontro Mundial dos Movimentos Populares (2)

    altNeste artigo continuo a apresentação - sempre com alguns comentários - da “Carta dos Excluídos aos Excluídos”.

  • Dorothy Stang, vítima do latifúndio

    altOutros assassinatos ocorrerão se o governo não promover a reforma agrária e defender os direitos de índios, quilombolas, atingidos por barragens, posseiros e sem-terra.

  • Em defesa da Petrobrás

    altA Petrobrás nada fez! A Petrobrás É VÍTIMA! Ela é que foi roubada, desviada de seus objetivos, transformada na “vaca leiteira” de agentes corruptos e políticos de mau caráter! PUNAM-SE OS CORRUPTOS E OS CORRUPTORES!

  • Entregando os dedos para salvar os anéis

    altO mundo da alta finança, que já abocanhava quase metade daquela "torta" do nosso orçamento comida pelos juros da dívida, agora vai tomar conta da torta inteira. Os economistas de banco estão com a carta branca, a faca e o queijo, o Tesouro e a tesoura nas mãos.

  • São Paulo: mitos e verdades sobre o Parque Augusta

    altCentro da cidade pode ter, quase sem custos, quarteirão de Mata Atlântica aberto ao público. Luta pela área expressa novo ativismo. Construtoras resistem, mas é possível enfrentá-las.

  • Quatro crises simultâneas e profundas significam a exaustão do modelo econômico

    altFoi preciso que em 2015 se evidenciassem quatro crises simultâneas para que caísse a ficha de que precisamos repensar estruturalmente o ‘nacional-desenvolvimentismo primário-exportador’.

  • O rumo do retrocesso

    altSem qualquer pudor, FHC quer “redesenhar a rota do país”, com “mudanças no governo”. Haveria “um grito parado no ar, um sentimento difuso, mas que está presente”, cabendo “às oposições expressá-lo e dar-lhe consequências políticas”.

  • O que ninguém contará sobre Auschwitz

    altÉ inaceitável que seja permitido esquecer que Auschwitz foi o maior campo de trabalho forçado da Alemanha nazi. E que Auschwitz foi também “IG Auschwitz”. Filial de IG Farben, o grande cartel empresarial do momento, formado pelas empresas Bayer, HOECHST e BASF.

  • Petróleo e ataque ao Estado brasileiro

    altObviamente, todos os corruptos do escândalo da Petrobrás devem ser julgados com as provas conseguidas, mas é primordial não se cair na manipulação da mídia para entregar o Pré-Sal.

  • Novo Congresso: ‘ou os setores populares se mobilizam ou viveremos graves retrocessos’

    altA eleição de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) para a presidência da Câmara é a vitória da política como negócio, do clientelismo como método de conquistar mandatos, da cristalização dos interesses das grandes corporações. Entrevista com o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ).

  • TTIP: a maracutaia geopolítica dos EUA para avassalar a União Europeia

    altÉ evidente que as “regras do livre mercado estadunidense” que Barack Obama quer exportar aos países da União Europeia com o TTIP, na realidade, são uma grande maracutaia metodológica. Querem anular os últimos direitos trabalhistas.

  • Quando a execução sumária é legitimada como gol de placa

    altA sobrevivência de jovens negros está em jogo diante da construção racista do suspeito preferencial. Isso já é inadmissível. Mais temerário ainda é que um governante venha a público legitimar a matança como “gols de placa”.

  • Desafios à educação escolar

    altA escola é, sim, um espaço político. Se não tiver clareza de seu projeto político pedagógico, corre o risco de se transformar em mero balcão de negócios para diplomar competidores avessos à ética e aos direitos humanos.