Edição 945

  • Balanço da semana de luta contra o aumento em São Paulo

    altA semana foi agitada pela luta contra o aumento da tarifa em São Paulo e aproximadamente 10 mil manifestantes tomaram as ruas da capital, em dois protestos convocados pelo Movimento Passe Livre.

  • Profissão juiz

    altO poder e as garantias conferidas ao juiz não são pessoais, mas institucionais, e, portanto, fora da atuação profissional, o juiz não as detém. Aliás, não sendo pessoais, não conferem ao juiz uma cidadania diversa das demais pessoas.

  • Novos perfis de família

    altFrente ao modelo de família-gueto, centrada no umbigo de seus membros e avessa a estranhos e necessitados, Jesus propôs um modelo de família aberta, centrada no afeto, na gratuidade e na abertura ao próximo.

     

  • Ódio ao PT

    altEu sou crítico em muitos pontos dos governos do PT, o que já está em outros artigos. Mas reconheço o grande feito da mobilidade social realizado pelo PT.

     

  • ‘O governo Dilma é totalmente refém do mercado’

    altO ano econômico brasileiro começou recheado de medidas de contenção de investimentos na área social e trabalhista, plenamente ao gosto do mercado. Para discutir tal cenário, o Correio da Cidadania entrevistou a economista Rosa Maria Marques.

  • Agressões da Guarda Municipal marcam os atos contra o aumento da tarifa em Aracaju

    altÉ importante frisar que a recomendação foi motivada pelo Comando Geral da Polícia Militar de Sergipe, acreditando que as ações da Guarda estão extrapolando os direitos constitucionais.

  • O Syriza está falando sério

    altSe o Syriza se amarrasse a um parceiro cuja primeira preocupação é entender-se com as instituições europeias, seu governo Syriza não duraria três meses. Nem um. Cairia na primeira chantagem, na primeira retaliação.

  • Cidadão é o maior penalizado por 20 anos de gestão irresponsável da água em SP

    altDaí concluir que o modo de gerir as águas no Brasil não está baseado em premissas científicas, na pesquisa estruturada, na consulta ao corpo técnico, ou mesmo em questões de sustentabilidade e meio ambiente, mas transparece que são decisões meramente políticas.

  • O BNDES a serviço do ajuste neoliberal

    altNo atual cenário de “incerteza institucional” induzida, tornou-se hegemônica a proposição de atrofia programada do BNDES. Admite-se sua atuação em caráter mandatário ou previamente delimitada.

  • Após a vitória do Syriza: confronto ou capitulação

    altO Syriza tem uma margem de manobra muito estreita, mas essas ambiguidades devem ficar esclarecidas em breve. Mais do que nunca, devemos deixar bem claro que não há meio caminho entre o confronto e a capitulação.

  • Socialismo e igualitarismo

    altO igualitarismo que pressupõe atender todas as necessidades sociais, ou o atendimento a seres com necessidades desiguais, só pode ocorrer numa sociedade que possua forças produtivas desenvolvidas ao nível de suprir tais necessidades.

  • Não acabou!

    altCom a dispersão, andando pelas ruas e no metrô, foi interessante ver a separação muito nítida que se estabeleceu entre quem tinha participado do ato, que estava encharcado, e quem estava, digamos, vivendo a sua vida normal, sem muito contato recente com a água.

  • Coletivo Tarifa Zero Salvador: “a luta contra a tarifa irá acontecer seja quem for o governante”

    altEm entrevista, coletivo Tarifa Zero – que volta a organizar manifestações contra o aumento da passagem do buzu em Salvador – explica a conjuntura local e nacional dos movimentos pelo passe livre.

  • Estados Unidos e Brasil: expectativa desencontrada

    altSe considerada a longa duração, trabalhistas e socialdemocratas brasileiros ressuscitaram a prática econômica da República Velha (1889-1930), baseada, por sua vez, em linhas gerais na agroexportação e financeirização a partir do centro do capitalismo.

  • Relações Cuba e EUA: discurso do método

    altObama deixou claro: não está em jogo modificar os objetivos que regem a política externa usamericana. Ele admite, cartesianamente, uma “mudança de método”. Mas Cuba insiste em saber com que objetivos.

     

  • Movimento de moradia ligado ao PSDB é acusado de arruinar 4º ato contra a tarifa em SP

    altNa sexta, 23, o quarto ato contra o aumento terminou com um esquema de guerra armado pela Polícia Militar no centro de São Paulo, para agredir e caçar gratuitamente milhares de manifestantes.A suspeita de uma sabotagem planejada é enorme.