Edição 943

  • Atentado em Paris é fruto de décadas de incentivo ocidental ao fundamentalismo no Oriente Médio

    Seus antigos alunos responderam com as armas e argumentos que lhes foram inescrupulosamente cedidos, desde os anos de Reagan até hoje. Mais tarde, os horrores perpetrados durante a ocupação norte-americana no Iraque os endureceram.

  • O fio da meada

    altOs atos terroristas contra o "Charlie Hebdo" e o supermercado judaico resultaram da política equivocada dos EUA e da Europa Ocidental no Oriente Médio.

  • Discurso de Francisco aos Movimentos Populares – os pobres querem mudar o sistema

    altFrancisco afirma: “alguns de vocês disseram: esse sistema não se aguenta mais. Temos que mudá-lo, temos que voltar a colocar a dignidade humana no centro e que se construam as estruturas alternativas que precisamos”.

  • Je suis Petrobras!

    altNos anos 90, encapuzados neoliberais de caneta-metralhadoras nas mãos invadiram a empresa, tentando matá-la, buscando trocar seu nome, vendendo suas ações em fóruns hostis ao nosso povo, buscando fatiá-la como preparação para a privatização futura.

  • Por que sempre à custa dos trabalhadores?

    altSerão tais medidas, como cortar gastos à custa da classe trabalhadora, que na prática significam reduzir direitos, que conduzirão o país a uma maior justiça social? A uma maior igualdade na distribuição de renda?

  • Velhas e novas ameaças do neoliberalismo aos direitos trabalhistas (1)

    altO Correio da Cidadania inicia a publicação da série de artigos do jurista Jorge Luiz Souto Maior, em retrospectiva dos ataques aos direitos trabalhistas dos períodos recentes, inclusive através da submissão do poder judiciário aos interesses neoliberais. Ademais, coloca esse permanente assédio no contexto da crise econômica de 2008 e das novas ofensivas sobre a classe trabalhadora.

  • Notas sobre o socialismo

    alt

    A impossibilidade de computar o número de partidos e movimentos que se denominavam socialistas era apenas a expressão imediata da perplexidade com que os combatentes socialistas se confrontavam.

  • Por que opor-se a usinas nucleares? Da inquietação ao pânico. Ou à indignação?

    altPara nossa sorte – dos “comuns dos mortais” – um número crescente de “especialistas” e de “não-especialistas”, mundo afora (mais em outros países do que aqui no Brasil), está contando coisas que nos ajudam a superar nossas dúvidas e a começar a compreender o que se passa.

  • Atentado ao Charlie Hebdo: porque não se trata de liberdade de expressão

    altFocar na liberdade de expressão, como se fosse um exclusivo valor ocidental, joga água no moinho da extrema-direita, cujo discurso racista reveste-se hoje em dia de um diferencialismo cultural. E é ela uma ameaça real na Europa.

  • Quando as ideologias (religiões) perdem o senso do humano

    altAs ideologias são inevitáveis, mas cuidado com todas elas, religiosas ou não. Quando em nome de “seu deus” perdem o respeito pela pessoa humana e pela natureza, elas cometem atrocidades.

  • 50 anos de embuste

    altApenas relações muito próximas da repressão com as redações podem explicar a transformação delas em porta-vozes do acobertamento da tortura e dos assassinatos de militantes.

  • Mortos insepultos

    altHá momentos em que minha esperança tropeça. Minha desolação sequer ganha pernas para se erguer como indignação. É o que me ocorre quando vejo o novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, declarar que assume o cargo sem “uma lanterna na mão para o passado”.

  • Cortes de pensões, seguro desemprego e auxílio-doença: significados reais e imaginários

    altVou me dar ao trabalho de dissecar dois dos temas principais, objeto dos cortes – as pensões e o seguro desemprego, para discernir sobre as significações reais dessa guinada da política social.

  • A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista

    altO drama é que os governos do EUA e da União Europeia sabem o risco que eles correm ao continuar alimentando a estratégia da tensão. Por isso, o cenário de dúplice terrorismo, o jihadista e o imperialista, será cada vez pior.

  • A Indiscutível Resistência da Revolução Cubana

    altMembro do Partido Comunista Cubano, favorável à orientação privatista, segredou-me temer, não o grande capital USA, mas o desembarque de milhares de agressivos gusanos com dólares suficientes para  comprar meia ilha.

  • Estados Unidos no Oriente Médio: a aliança involuntária

    altO país é obrigado a aceitar o auxílio de tradicionais rivais como Síria e Irã, com o propósito de conter o avanço do radicalismo. A presença iraniana representa mais um embaraço na intervenção norte-americana na região, por significar o fracasso do vultoso treinamento das forças militares iraquianas.