Edição 942

  • Com Levy, volta a hegemonia do setor financeiro

    altA escolha estratégica pelo ajuste financeiro é o que define o caráter rentista da administração Levy&Dilma. O que se reflete até na geopolítica global, a começar pelo empenho brasileiro na consolidação dos BRICS e do processo criação do banco de investimentos do bloco.

     

  • Ajuste Fiscal e Cortes no Seguro-Desemprego

    altNa ânsia de cortar gastos, os setores conservadores começaram uma campanha midiática para criar a ideia de que a elevação dos gastos foi causada por fraudes no sistema. A presidenta Dilma embarcou nessa onda.

     

  • “Ajuste fiscal”, vitória da oligarquia financeira

    altPor que políticas fracassadas são vistas como tecnicamente indispensáveis? O próprio Belluzzo prossegue: o objetivo delas não é sanar problemas econômicos, mas atender “os interesses do mercado financeiro”.

  • Um futebol sem torcedores

    alt Os dirigentes argumentam que se trata de um movimento inexorável de mercantilização do esporte e que, nesse “novo ambiente”, mais moderno e clean, os clubes têm que priorizar o mercado em detrimento das pessoas.

  • Crise hídrica? A Sabesp vai muito bem, obrigado!

    altEsta situação por que passa a população paulista e paulistana poderá se estender a outras regiões do país nos próximos anos, caso persistam a má gestão, o desperdício e a devastação de nossas florestas. É um alerta à questão da privatização dos nossos bens naturais.

  • Cid Gomes no MEC: uma escolha coerente para aprofundar a contrarreforma da educação brasileira

    altA presidenta mostrou coerência com o seu projeto e com a sua aliança de classes. Contrariando expectativas pueris, optou por um ministro que já demonstrou que o seu modus operandi é rude e sabe enxugar o orçamento.

  • Coral desafinado

    altA foto de Dilma com seus 39 ministros, no dia da posse, mostra cara e não coração. E muito menos convicções. Em menos de uma semana de novo governo, as vozes ministeriais soam desafinadas.

  • 2015 - ano duro pela frente

     

    2015 começa assombroso. À sensação de melancolia ao final de 2014, imposta por cenário econômico, ambiental e mundial em profunda degradação, juntam-se novos, desconcertantes e frustrantes fatos nesse início de ano. O que se promete de líquido e certo para o ano que se inicia é somente um forte ajuste fiscal e monetário.

     

  • 2015: nova ofensiva neoliberal

    altO nosso entrevistado nesse início de 2015 é Ruda Ricci. Sobre o ministério do segundo mandato de Dilma, afirma que “dificilmente, os tucanos escolheriam um ministério tão conservador e monetarista”, o que traz perspectivas sombrias.

  • Preliminares do reatamento EUA-CUBA

    altForam muitos os trâmites entre Vaticano-Washington-Havana nos meses que precederam 17 de dezembro, quando Obama libertou os três cubanos que ainda estavam presos e anunciou uma política mais flexível nas relações com Cuba.

     

  • 2015: diálogo e combate

    altBem vistas as coisas, 2015 será um ano decisivo não só para o futuro da esquerda, do PT e do governo Dilma, mas também para o futuro do próprio país. Não é preciso grande clarividência para perceber o que estará em jogo.

     

  • O que nos promete o ano que se inicia?

    altOs indicadores apontam 2015 como mais um ano de dificuldades para os que vivem do trabalho. O que se espera é que cresça a compreensão de ser preciso sempre dar mais qualidade às ações de massa, a começar pela organização de base.

     

  • Corrupção, opinião pública e o apelo à mudança: possibilidade de uma Reforma Política?

    altObserva-se que não há consenso, nem no Congresso, nem na sociedade, sobre modelo de reforma política. Além disso, a reforma política defendida pelos partidos majoritários, pela mídia e pela opinião pública “heterodirigida” é, no máximo, superficial e conservadora.

     

  • Perspectivas da economia brasileira para 2015

    altDilma precisa ter um Plano B, porque o Plano A do ministro Levy contém todas as contradições com o PAC, com a política social de Estado e com a ideia-força de colocar limites à avidez de rendas garantidas ao sistema financeiro.

     

  • Tempos modernos

    altCabe aos juristas a identificação dos transtornos que maculam a ordem jurídica e buscar a realidade histórica, buscando também as razões e fatores dos episódios criadores das recentes anomalias sociais.

  • 2015

    altA tradição de um acordo por cima, buscando minimizar prejuízos e consequências aos poderosos interesses envolvidos, desta feita poderá não se concretizar.

     

  • Objetivos estratégicos dos EUA: avassalar a UE, quebrar a Rússia e a Venezuela, derrotar o fundamentalismo

    altNa Líbia, no Mali, na Nigéria, no Sudão, no Iêmen e na Somália serão cada vez mais dramáticas e infrutíferas as tentativas do Pentágono e da OTAN de derrotar, em 2015, os movimentos fundamentalistas islâmicos locais.

  • A roubalheira na Petrobras

    altDe pouco adianta dizer que o objetivo dos inimigos é privatizar de vez a Petrobras, sem reconhecer que há roubalheira, inclusive de expoentes do PT,  e que o partido está intensificando a desnacionalização do nosso petróleo.

  • Guerra ou paz em 2015

    altAs duas grandes crises internacionais estão próximas do seu desfecho em 2015. Nas questões do programa nuclear iraniano e da Palestina, tudo indica que haverá avanços extremamente significativos, talvez definitivos.

     

  • 2015: de volta ao passado

    altO tímido experimento desenvolvimentista do final do período Lula e, sobretudo, do primeiro mandato de Dilma sofreu um revés claro, sinalizando que doravante políticas mais convencionais e menos ambiciosas deverão preponderar.

     

  • 2015: como será o mundo de Alice?

    altAs previsões de curto prazo ficaram por demais óbvias na área ambiental, por serem repetitivas. Assim, irei restringir-me a dois temas, um local e outro global: a crise da água em São Paulo e os acordos climáticos.

     

  • Adeus às ilusões!

    altOs incautos que, no afã da campanha, acreditaram na esquerdização de Dilma, tiveram uma vitória de Pirro. Pois o fato se explica pelo caráter extraparlamentar do capital, que decide no âmbito privado e em causa própria.

  • A caminho de uma Terceira Guerra Mundial?

    altÉ possível deter esta corrida louca, mas temos cada vez menos tempo. A história ensina que todas as transições geopolíticas globais – e estamos imersos em uma delas – foram acompanhadas por grandes guerras.

  • Crise interna e mundial

    altSeja sob o atual governo,  manipulado para ceder mais, seja sob políticos mais intimamente vinculados ao império anglo-americano, como os do PSDB, trama-se a culminação do processo de desnacionalização e de destruição completa da soberania nacional.

  • 2015: perspectivas norte-americanas

    altNo momento, é possível especular que as negociações a partir da ótica de Washington não tenham tido Havana como único alvo, mas estender-se-iam a Caracas, debilitada pela incapacidade administrativa do bolivarianismo e pelo inexorável decréscimo dos preços do petróleo.

     

  • Governo ataca direitos dos trabalhadores, aposentados e pensionistas para privilegiar juros da dívida

    altAntes de qualquer corte de direitos de trabalhadores e aposentados, é preciso investigar o verdadeiro privilégio deste país: a questionável dívida pública. Os rentistas da dívida pública que devem ficar com 47% do orçamento de 2015.

     

  • Após a bonança, a tempestade

    altSe é verdadeira a tese de que o país apodrece em todas as frentes institucionais, enquanto todos os caminhos são abertos para as inexoráveis rapinas do mercado, o esporte é só mais uma vítima da eterna promessa brasileira.

  • Fantasia, esquecimento e memória

    altAo invés de apresentar algo como o protagonismo de ações coletivas e populares contra o racismo e a escravidão, Django Livre reafirma o mito do herói individual (assim como o último filme de Spielberg, Lincoln), numa clássica operação que já foi descrita como “política do silenciamento”.