Edição 941

  • Daniel Aarão Reis e a biografia de Luiz Carlos Prestes: a falsificação da história por um historiador

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    Luís Carlos Prestes. Um revolucionário entre dois mundos, de Daniel Aarão Reis, Editora Companhia das Letras, 592 págs, Ano 2014

     

  • Entrevistas da Redação em 2014 - 2 parte

    altConfira a coletânea das entrevistas e outras matérias realizadas pela nossa Redação em 2014.

     

  • 2014 e 2015 – A Guerra (dos EUA) aos BRICS

    altA redução da capacidade de atuação internacional da Rússia, assim como a recessão à vista no Brasil, em decorrência da política ultraliberal do PT, podem levar os EUA a aumentarem a pressão em 2015 contra os BRICS, recrudescendo os conflitos em escala mundial.

  • A história é uma arma

    altPoucos historiadores transformaram o conhecimento histórico em uma arma tão poderosa quanto o estadunidense, de ascendência judaica, Howard Zinn. Sua obra inspirou ao menos duas realizações audiovisuais dignas de nota.

  • Retrospectiva da economia brasileira em 2014

    altOs sinais emitidos pela presidente Dilma ao escolher sua equipe econômica demonstram que o terceiro turno da eleição presidencial, movido por campanhas de mídia e ‘Operação Lava-Jato’, praticamente selaram a sorte do ‘social-desenvolvimentismo’.

     

  • O ano em que deveríamos ter saído de férias

    altA essa altura, é fácil falar que tudo não passou de um lamentável embuste, golpe, assalto. Porém, segue necessário denunciar, dado que a Copa apenas inaugurou um novo modelo de negócio para o futebol brasileiro.

     

  • Sutileza do roubo

    altSe o instrumento das realizações soberanas na área de petróleo fica desacreditado, o objetivo de agentes externos de se apoderarem das nossas reservas fica facilitado e, no último estágio, podem se apoderar até da própria empresa.

     

  • 2014: um museu de grandes novidades

     

     

    2014, o décimo segundo ano dos mandatos petistas à frente da República, e o último da primeira gestão de Dilma Rousseff, termina melancólico. Na política, na economia e no meio ambiente. O ano que começou sob signos tão emblemáticos como a reedição em solo pátrio do máximo acontecimento futebolístico mundial e a realização de eleições presidenciais chega ao final com conturbações que sintetizam os paradoxos de um modelo de “desenvolvimento” que aponta sinais de esgotamento.

     

  • Cuba e EUA: o início do fim do bloqueio

    altA notícia dessa reaproximação marca o fim definitivo da Guerra Fria em nosso Continente. E Cuba sai no lucro, pois oferece uma infraestrutura turística sadia, despoluída e isenta de violência.

  • A realidade dos desafios de 2014

    altA maior parte da esquerda petista no governo não aprendeu com as manifestações de junho de 2013 e posteriores. Não enxergou que as reformas que deveriam ter ocupado a posição prioritária eram aquelas referentes à mobilidade, saúde, educação, segurança e alimentos bons e baratos.

     

  • Um país mais polarizado será o tom em 2015

    altDar passos na direção de uma frente ampla é o caminho para resgatar os melhores anseios das jornadas de junho e, quem sabe, voltar a ocupar as ruas em 2015 para impedir os ajustes dos governos petistas e tucanos. Este será o verdadeiro terceiro turno que o país precisa.

     

  • 2014 não nos deixará saudades!

    altAs experiências de mobilização popular de 2013 precisam voltar. Porém, com um salto qualitativo nas suas lutas por profundas mudanças nas estruturas política e econômica, em função do social, e não mais do lucro a qualquer preço.

     

  • As dificuldades de Obama em consertar a ordem mundial baseada no “made in USA”

    altAs guerras no Mali e na República Centro-Africana, a tentativa da justiça estadunidense de punir a Argentina e a reativação do programa “Pivot to Asia” são os complementos da nova guerra fria contra a Rússia.

     

  • Silêncios e barulhos dos direitos culturais como direitos humanos

    altO ano de 2014 foi marcado por importantes reconhecimentos públicos do valor do patrimônio imaterial brasileiro. Quando se fala em direitos humanos no Brasil, não há uma ligação imediata e direta com a temática dos direitos culturais, o que tem merecido atenção de organismos internacionais.

  • Estados Unidos: o infrutífero 2014

    alt2014 não será possivelmente recordado como um momento venturoso na política externa norte-americana, não obstante o surpreendente anúncio de aproximação com Cuba. O centro do problema localiza-se no Oriente Médio e arredores, onde o extremismo não é contido de modo eficaz.

     

  • 2014, o ano em que o crescimento sumiu

    altQuando o ano começava, esperava-se que a economia brasileira fosse alcançar um ritmo de crescimento morno, na faixa de 2% a 3%. Ao findar-se 2014, a percepção é de que praticamente estagnou: se tiver havido alta do PIB, não deverá chegar a 0,5%.

  • Desfazendo mitos

    altEsta ideia da existência de dois projetos em disputa é totalmente questionável e realimenta ilusões sobre o verdadeiro caráter do modelo econômico em curso no Brasil, desde os anos 1990. A apologia da existência de um neodesenvolvimentismo no Brasil é  mais uma construção ideológica que confunde.

  • A fadiga do lulismo, o reformismo impotente

    altIniciou-se uma ruptura de massas, na escala de muitas dezenas de milhões, de setores do proletariado com o PT. Essa relação de confiança prevaleceu por trinta anos, ou seja, o intervalo de uma geração. Chamamos a este processo o princípio do fim do lulismo.

     

  • A proposta do Estado Islâmico

    altOlivier Roy desenvolveu a noção de neofundamentalismo, caracterizado por uma “lumpenização” de seu recrutamento, operando, a partir de então, nos meios marginalizados das classes baixas do mundo árabe-muçulmano, porém, mais ainda entre os jovens dos subúrbios europeus.

     

  • A crise do futebol brasileiro e o dilema da formação nacional

    altMinha hipótese é que a crise do futebol brasileiro é uma dimensão do dilema da formação nacional e, portanto, seu enfrentamento é indissociável da superação da dupla articulação entre dependência externa e assimetria social.

     

  • No final das contas, 2014 não teve caos nem legado

    altSe em 2013 a questão urbana entrou de vez na agenda pública – especialmente a partir do tema da mobilidade –, em 2014 ficou claro que a pressão pública de movimentos e organizações da sociedade civil é importantíssima se quisermos de fato ver transformações se concretizarem.

     

  • Ayotzinapa, emblema do sistema social do século 21

    altAyotzinapa é resultado de um conjunto de processos reticulados que, com maior ou menor densidade e visibilidade, são inerentes ao capitalismo do século 21 e que, nesta medida, não se limitam ao México, mas se estendem sorrateira ou escandalosamente por todo o globo.

     

  • O Brasil e a Petrobrás

    altNão basta, para reverter o descalabro, evitar que Dilma seja substituída por alguém mais propenso a aceitar as imposições imperiais. Há que dar passos na restauração da soberania nacional, ferida pela alienação de 40% das ações preferenciais da Petrobras e pelos leilões do petróleo do pré-sal.

  • 2014: o ano da seca que veio para ficar

    altO ano já vai se encerrando e, às margens do Xingu, em 15 de dezembro, a terra está esturricada, aguardando as primeiras chuvas que já deveriam estar caindo. Ao invés disso, o que vemos é a natureza sendo devastada em ritmo acelerado e  milhares de operários em condições degradantes.

     

  • De 2003 a 2014: as hidrelétricas de Lula e Dilma

    altUm ano conturbado esse 2014. Vai ficar como mais um capítulo da história dos governos Lula e Dilma Rousseff, pautados pela corrupção. Corrupção, também, que pode estar entranhada no setor elétrico, com a coparticipação das mesmas empreiteiras envolvidas no esquema Petrobras.

     

  • 2014: o fim das ilusões desenvolvimentistas

    altNosso entrevistado especial nesse final de ano é o filósofo franco-brasileiro Michel Löwy, que esteve no Brasil para lançar mais um livro e fez um giro por diversas instâncias do debate político.